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Postado em 4 fevereiro 2012 às 16:30 39 Comentários 34 Curtiram isto
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Postado em 15 dezembro 2011 às 17:30 14 Comentários 27 Curtiram isto
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Postado em 26 setembro 2011 às 16:00 16 Comentários 17 Curtiram isto
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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KATEMINA alguem sabe mais sobre este nome
Israel Sergio
iG São Paulo | 18/02/2013 06:00:00-<“Vamos provar que o Gil é inocente, que não estava no local do crime quando ele ocorreu.” A promessa é de Marcelo Feller, advogado do ex-seminarista Gil Rugai, de 29 anos, acusado de atirar cinco vezes no pai, Luiz Carlos Rugai (40), e de efetuar outros seis disparos contra a madrasta, Alessandra de Fátima Trotino (33), em março de 2004, na casa em que o casal morava, em Perdizes, zona oeste de São Paulo. Em tom de indignação, Feller põe em dúvida o trabalho pericial do Instituto de Criminalística e as provas apresentadas pelo Ministério Público ao longo dos últimos nove anos. A missão do advogado será desconstruir a tese da promotoria de que o acusado se vingou do pai e da madrasta depois de ter sido expulso de onde morava por desviar R$ 150 mil da empresa da família, a Referência Filmes. Feller anexou recentemente aos autos do processo comprovantes telefônicos que provariam que Rugai trabalhava em seu escritório enquanto alguém manipulava a pistola calibre 380 usada para tirar a vida do casal. “Além disso, a defesa vai demonstrar que as provas da acusação foram pseudociência usada para tirar conclusões equivocadas e mentirosas. Feller também quer convencer o júri popular de que o Instituto de Criminalística foi parcial ao “mentir” sobre a realização de um segundo exame de DNA nas manchas de sangue encontradas no local do crime. Na época, a perícia concluiu que o material coletado pertencia a Gil Rugai. Contrariada, a defesa pediu que a perícia refizesse o trabalho em equipamentos mais sofisticados. Segundo o advogado, o instituto “mentiu no laudo ao dizer que refez o exame” porque os lacres dos recipientes da primeira avaliação seriam os mesmos do suposto reexame. “Nós tiramos fotos do material, que eram diferentes daquelas que a perícia encaminhou para dizer que refez o exame”, argumenta. O pedido para repetir o teste foi a principal justificativa para que o juiz do caso, Emanuel Brandão Filho, adiasse a data do julgamento, previsto para março do ano passado. “Vamos levar o assunto para apreciação dos jurados”, garante Feller. Procurado pela reportagem, o promotor Rogério Zagallo não quis comentar as afirmações da defesa alegando "estar estudando" para o julgamento. ->NOSSA OPINIÃO: É PRÓPRIO DO ESCORPIÃO ENVENENAR OS DESCUIDADOS E CONFIANTES AO TOCÁ-LO. É PRÓPRIO DA DEFESA DESTE ASSASSINO COMPROVADAMENTE ACUSADO PELA PROMOTORIA E MINISTÉRIO PÚBLICO DO COMPROMETIMENTO DO FILHO NA MORTE VIOLENTA DE SEU PAI E MADRASTA. ESPERAMOS QUE SE FAÇA JUSTIÇA VERDADEIRA.
GÉSNER LAS CASAS
RADIALISTA, ESCRITOR & JORNALISTA BRASILEIRO
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