Amanda Carolina Pinto Moreira
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29 Dez, 2009

Informações do Perfil

Sobre mim
Sou Arte-Educadora do Instituto Inhotim, trabalho com pesquisas sobre História da Arte, Educação, Arte Contemporanea e Arte e Educação.
Atividade profissional
Historiador
Formação
Graduado
Estado
MG
Cidade
Brumadinho
Site \ twitter \ blog
http://www.brumadinhotour.com.br/reticencias.php

EIXO TEMÁTICO: ENCONTRO

 

O ACESSO PARA O ENCONTRO:

CONVERSAS SOBRE UM PROCESSO

 

 

 

Amanda Carolina Pinto Moreira

Ângela Aparecida Campos

 

Palavras Chave: processo, encontro e olhar.

 

Desenhar, brincar, imaginar. Manchar o papel em branco, riscar, inventar e se encantar. Transformar elementos simples em um portal. Espelhos, lupas, papéis coloridos, sorrisos, frustração, silêncio, encontros. Buscar respostas no invisível, construir cores e movimentos com um simples olhar. Modos singulares de sentir, expressar, ver e reinventar o mundo!  Mediação, processo, encontro? Arte.

Os modelos predominantes no ensino da arte-educação em escolas públicas variam entre o “diretivismo técnico” e a “produção livre”. Ambos enfraquecem o sentido da aprendizagem através da arte e os modos de fazê-la. Um, porque considera o aluno um ser munido de incapacidade criativa, sendo necessário a imposição do “certo e errado”; outro, por considerá-lo portador da autonomia, sem necessidade de intervenções norteadoras do professor. Isso impossibilita o real desenvolvimento da potencialidade do imaginário, como processo pertinente de aquisição de novos saberes e descobertas através da arte.

A partir destas situações os discentes acabam concluindo precipitadamente que existem sujeitos privilegiados para produzir e entender arte. Restringem-se aos modelos já estabelecidos como: a compreensão reduzida, “explicações”, colorir desenhos e formas, cópias dentre outros; aprendendo assim a não serem sujeitos capazes de imaginar, sentir e dialogar acerca deste assunto.

 Muitos professores se prendem a determinados paradigmas sobre o ensino da arte nas escolas por não se permitirem à experimetação, ou até mesmo por falta de oportunidade de perceber e conhecer novos “modos de fazer”. Se prendendo à dificuldades e criando assim uma distância considerável entre arte e vivência, de certa forma afetando os educandos com esse olhar carregado de respostas prontas.

O que pode ser então considerado um momento de encontro com a arte? O que possibilita que estes momentos aconteçam? Por que mediação? Que olhares sobre o mundo estão sendo produzidos nesse processo? Encontrar o quê em um museu de arte contemporânea?

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

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