EIXO TEMÁTICO: ENCONTRO
O ACESSO PARA O ENCONTRO:
CONVERSAS SOBRE UM PROCESSO
Amanda Carolina Pinto Moreira
Ângela Aparecida Campos
Palavras Chave: processo, encontro e olhar.
Desenhar, brincar, imaginar. Manchar o papel em branco, riscar, inventar e se encantar. Transformar elementos simples em um portal. Espelhos, lupas, papéis coloridos, sorrisos, frustração, silêncio, encontros. Buscar respostas no invisível, construir cores e movimentos com um simples olhar. Modos singulares de sentir, expressar, ver e reinventar o mundo! Mediação, processo, encontro? Arte.
Os modelos predominantes no ensino da arte-educação em escolas públicas variam entre o “diretivismo técnico” e a “produção livre”. Ambos enfraquecem o sentido da aprendizagem através da arte e os modos de fazê-la. Um, porque considera o aluno um ser munido de incapacidade criativa, sendo necessário a imposição do “certo e errado”; outro, por considerá-lo portador da autonomia, sem necessidade de intervenções norteadoras do professor. Isso impossibilita o real desenvolvimento da potencialidade do imaginário, como processo pertinente de aquisição de novos saberes e descobertas através da arte.
A partir destas situações os discentes acabam concluindo precipitadamente que existem sujeitos privilegiados para produzir e entender arte. Restringem-se aos modelos já estabelecidos como: a compreensão reduzida, “explicações”, colorir desenhos e formas, cópias dentre outros; aprendendo assim a não serem sujeitos capazes de imaginar, sentir e dialogar acerca deste assunto.
Muitos professores se prendem a determinados paradigmas sobre o ensino da arte nas escolas por não se permitirem à experimetação, ou até mesmo por falta de oportunidade de perceber e conhecer novos “modos de fazer”. Se prendendo à dificuldades e criando assim uma distância considerável entre arte e vivência, de certa forma afetando os educandos com esse olhar carregado de respostas prontas.
O que pode ser então considerado um momento de encontro com a arte? O que possibilita que estes momentos aconteçam? Por que mediação? Que olhares sobre o mundo estão sendo produzidos nesse processo? Encontrar o quê em um museu de arte contemporânea?
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Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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