...O rock surgiu da necessidade da juventude enfrentar os padrões morais, políticos e sociais.O fato de compor e ouvir as músicas remete, quase que imediatamente, a quebra dos ditos padrões convencionais: o rock se configurava enquanto um campo de informação do qual o jovem dispõe para ser ele e por ele sua essência...
Neste processo de recepção, cada ouvinte interpreta a canção de maneira distinta, dependendo de sua própria experiência de vida. As palavras têm sentidos diferentes para as pessoas e cada qual cria interpretações pessoais para uma mesma letra de música, cada ouvinte/leitor pode criar seu próprio sentido. Permanece como elo o reflexo da sociedade e das culturas das quais procede. As composições trazem a marca de sentimentos de angústia, liberdade e êxtase ligados a um imaginário de rebeldia que estes artistas representavam...
E a liberdade se torna música...
obr Aline
Bruno Leal disse...
JOSÉ ALCIMAR disse... Olá, Aline!
Comigo tudo bem, e com você?
Com certeza o teu terceiro capítulo irá me ajudar muito e também espero que possamos conversar sobre nossas pesquisas. Na dúvida, te envio um e-mail, com certeza...rsrs
Abraços,
José Alcimar
JOSÉ ALCIMAR disse... Oi Aline!
Meu nome é José Alcimar e estou concluindo minha graduação em História pela Universidade Federal do Amapá. Em minha mongrafia estou trabalhando as possibilidades de uso de canções de rock nas aulas de história. Meu recorte temporal e espacial é a cidade de Brasília na década de 1980. As bandas que estou utilizando são: Capital Inicial, Legião Urbana e Plebe Rude. No momento, estou lendo sua dissertação e posso lhe assegurar que está me ajudando muito. Espero poder contar com seus conhecimentos e dicas sobre o assunto.
Atenciosamente,
José Alcimar
Aline Rochedo disse...
Aline Rochedo disse...
Aline Rochedo disse... Filosofia do Rock
- 11 de maio, às 18h30 - Cássia Eller, o rock nacional e a filosofia da voz
- 15 de junho, às 18h30 - Bob Dylan e Walter Benjamin
- 6 de julho, às 18h30 - Legião Urbana e Michel Foucault
- 24 de agosto, às 18h30 - As mulheres na história do rock
- 14 de setembro, às 18h30 - Velvet Underground e as filosofias pós-modernas
- 12 de outubro, às 18h30 - Rolling Stones e as filosofias negativas
- 16 de novembro, às 18h30 - Radiohead e Nirvana, Ideologia e Sociedade do Espetáculo
Local: Auditório do Centro Cultural Banco do Brasil do Rio de Janeiro - Rua Primeiro de Março 66, Centro
Entrada franca - Informações: (21) 3808-2020
Aline Rochedo disse...
Aline Rochedo disse...
Aline Rochedo disse... ...Que bom que meu pensamento tornou-se algo visível.
Estava pensando em montar uma página e sem querer entrei aqui. Sem querer porque eu nem lembrava mais de tê-la iniciado. Foi esquecimento tão involuntário que não sinto agredir os que me lêem. Eu devia isso ao “Rock” que eu tenho nas veias. Mas esta é uma página da historiadora, e não da poetiza. Tentarei me conter para que a linguagem não seja poética. Eu tenho este defeito.
Que seja então uma linguagem “Rocker”... Prometo, que e meus pés ficarão “mais no chão”...para sentir melhor quando a música começar a expandir num Terremoto de som...
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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