Postado em 10 março 2008 às 20:40 0 Comentários 0 Curtiram isto
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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para que eu te mande a programação.
Axé da Bahia.
Amaral.
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Espaço aberto à manifestação da inteligência, que tanto tentaram sufocar e suprimir.
Já percebera tua presença num Forum de discussões "Para que Serve a História"? Era de madrugada. Só me dei conta que respondias ao tópico de outra pessoa quando já estava com muito sono. Iniciei um texto dirigido a ti e deixei-o para terminar no dia seguinte. Não foi possível, até hoje.
Pois bem, agora o faço, sem qualquer preocupação de desenvolvê-lo e/ou de fundamentá-lo mais profundamente, como desejava.
Vele o registro.
Para que serve a História?
“Eu sempre que estudei História, me diziam que era para entender o presente apartir do conhecimento do passado. Isso ficava no vazio e de fato nada entendia do papel da História.Certa feita, lendo Marc Bloch, eu entendi para que serve finalmente , a História: Serve para que possamos a partir dos conflitos do presente, entender esses conflitos, buscando subsídios no passado para melhor entendimento e poder então, procurar solucionar ou oferecer condições para melhorar/resolver aqueles conflitos e/ou problemas. Como posso ajudar na problemática do MST, por exemplo, se nada sei da questão da terra no Brasil, da questão fundiária”.
Permito-me responder de maneira não convencional. Até porque não sou Historiador, mas um grande curtidor. Consigo transitar por diferentes códigos com relativa desenvoltura sem a menor pretensão.
Teu nome, Ariadne, remete aos primórdios da Civilização. "O Fio de Ariadne", permite que o filho Teseu saia do Labirinto depois de matar o Minotauro.
Percebo a importância que conferes à Identidade. Ponto pra ti.
"Du bist am Ende - was du bist.
Setz´dir Përücken auf von Millionen Locken,
Setz´deinen Fuss auf ellenhohe Socken,
Du bleibst doch immer, was du bist".
"Afinal, sereis o que sois.
Por mais que os pés sobre altas solas coloqueis,
E useis perucas de milhões de anéis,
Haveis de ser sempre, aquilo que sois".
Goethe
"Faust", Erster Teil, Seite 77.
Die Buchbinderei L. Sieck & Co.
Leipzig, 1927.
Quanto ao primeiro parágrafo de seu questionamento, acredito que o Presente engloba o Passado e o Futuro. Além do mais, desvinculados de nossas raízes (origens) estamos condenados à extinção (homens e povos).
Exemplos há, em profusão.
Já o segundo parágrafo remete-me a uma afirmação de Hegel: "O erro é um momento necessário da verdade".
Na escala micro - na condição de psicanalista - posso assegurar que o repeteco do erro em diversos cenários diferentes está ligado à impossibilidade de criar o novo por questões mal-resolvidas relacionadas ao universo emocional das pessoas. Enquanto não forem capazes de compreender as amarras que as prendem ao passado, estarão condenadas à repetição.
Na escala macro, tal como ensina Marx em "O Dezoito Brumário de Luís Bonaparte": “Hegel observa em uma de suas obras que todos os fatos e personagens de grande importância na História do Mundo ocorrem, por assim dizer, duas vezes. E esqueceu-se de acrescentar: a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”.