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ARIADNE DA SILVA ROCHA
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ARIADNE DA SILVA ROCHA

BRASILEIROS E AFRICANOS: IDENTIDADE E IDENTIFICAÇÃO

“Ninguém nasce odiando outra pessoa pela cor de sua pele, por sua origem ou ainda por sua religião. Para odiar, as pessoas precisam aprender; e, se podem aprender a odiar, podem ser ensinadas a amar”.

Nelson MANDELA


INTRODUÇÃO




Movida, mais uma vez, pela determinação e convicção de que ensinar hoje, não é ter uma visão ‘fordista’ (onde cada um tem uma função específica e/ou lugar específico para uma produção em série) é que busquei trabalhar com os alunos do Ensino Médio, este ano de 2007,… Continuar

Postado em 10 março 2008 às 20:40 ‚Äî

Caixa de Recados (7 comentários)

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Às 22:11 em 10 outubro 2008, Mário Maestri disse...
Minha cara: em verdade, sem maiores novidades e modificações. Mesma ideologia, mesma profissão, mesma companheira, mesmos filhos e mais um neto, Tiago, já com cinco anos. O Gregório vive na Itália, onde trabalha como arquiteto. A Marina, em Porto Alegre, trabalhando como advogada. A Florence doutourou-se em Linguística, e trabalha na UFRGS. Eu trabalho no PPGH da UPF, onde vivo, como sempre, submergido por orientandos. O mesmo desastre de sempre! E o Niltinho, onde anda? E tua irmã? E o Zé? MM
Às 22:11 em 10 outubro 2008, Mário Maestri disse...
Minha cara: em verdade, sem maiores novidades e modificações. Mesma ideologia, mesma profissão, mesma companheira, mesmos filhos e mais um neto, Tiago, já com cinco anos. O Gregório vive na Itália, onde trabalha como arquiteto. A Marina, em Porto Alegre, trabalhando como advogada. A Florence doutourou-se em Linguística, e trabalha na UFRGS. Eu trabalho no PPGH da UPF, onde vivo, como sempre, submergido por orientandos. O mesmo desastre de sempre! E o Niltinho, onde anda? E tua irmã? E o Zé? MM
Às 21:25 em 10 outubro 2008, Mário Maestri disse...
Minha cara: como está a vida! Por onde andas? Mário Maestri [maestri@via-rs.net]
Às 11:20 em 23 maio 2008, Nego D'ajuda disse...
Boa tarde amiga, no dia 29 e 30 de maio estaremos realizando o I Seminário de Cultura Afro-brasileira.
Local: CEFET (Porto Seguro)
Horário: 08:30
Mande o seu fone e e-mail para o meu amaralaxe@yahoo.com.br
(73)8824 2562
para que eu te mande a programação.
Axé da Bahia.
Amaral.
Às 11:15 em 23 maio 2008, Pedagogia PS disse...
Boa tarde amiga, no dia 29 e 30 de maio estaremos realizando o I Seminário de Cultura Afro-brasileira.
Local: CEFET (Porto Seguro)
Horário: 08:30
Mande o seu fone e e-mail para o meu amaralaxe@yahoo.com.br
para que eu te mande a programação.
Axé da Bahia.
Amaral.
Às 9:52 em 6 abril 2008, Luís Rafael disse...
Oi Ariadne,tudo bem?Vi que vc postou na comunidade "História Indígena",criada por mim.Seu comentário apenas enriqueceu a discussão e foi no sentido do que já havia comentado.Achei muito interessante a sua pesquisa e compartilho com vc o interesse pela história indígena e temas relacionados.Vou te adicionar como amiga e,caso esteja interessada em conversar mais sobre,é só responder.Grande abraço.
Às 22:45 em 24 março 2008, Wladimir Gomide disse...
Benvinda. Se preferes, bem-vinda a "O Golpe Militar de 1° de Abril de 1964".
Espaço aberto à manifestação da inteligência, que tanto tentaram sufocar e suprimir.
Já percebera tua presença num Forum de discussões "Para que Serve a História"? Era de madrugada. Só me dei conta que respondias ao tópico de outra pessoa quando já estava com muito sono. Iniciei um texto dirigido a ti e deixei-o para terminar no dia seguinte. Não foi possível, até hoje.
Pois bem, agora o faço, sem qualquer preocupação de desenvolvê-lo e/ou de fundamentá-lo mais profundamente, como desejava.
Vele o registro.

Para que serve a História?

Eu sempre que estudei História, me diziam que era para entender o presente apartir do conhecimento do passado. Isso ficava no vazio e de fato nada entendia do papel da História.Certa feita, lendo Marc Bloch, eu entendi para que serve finalmente , a História: Serve para que possamos a partir dos conflitos do presente, entender esses conflitos, buscando subsídios no passado para melhor entendimento e poder então, procurar solucionar ou oferecer condições para melhorar/resolver aqueles conflitos e/ou problemas. Como posso ajudar na problemática do MST, por exemplo, se nada sei da questão da terra no Brasil, da questão fundiária”.

Permito-me responder de maneira não convencional. Até porque não sou Historiador, mas um grande curtidor. Consigo transitar por diferentes códigos com relativa desenvoltura sem a menor pretensão.
Teu nome, Ariadne, remete aos primórdios da Civilização. "O Fio de Ariadne", permite que o filho Teseu saia do Labirinto depois de matar o Minotauro.
Percebo a importância que conferes à Identidade. Ponto pra ti.

"Du bist am Ende - was du bist.
Setz´dir Përücken auf von Millionen Locken,
Setz´deinen Fuss auf ellenhohe Socken,
Du bleibst doch immer, was du bist".

"Afinal, sereis o que sois.
Por mais que os pés sobre altas solas coloqueis,
E useis perucas de milhões de anéis,
Haveis de ser sempre, aquilo que sois".


Goethe
"Faust", Erster Teil, Seite 77.
Die Buchbinderei L. Sieck & Co.
Leipzig, 1927.


Quanto ao primeiro parágrafo de seu questionamento, acredito que o Presente engloba o Passado e o Futuro. Além do mais, desvinculados de nossas raízes (origens) estamos condenados à extinção (homens e povos).
Exemplos há, em profusão.

Já o segundo parágrafo remete-me a uma afirmação de Hegel: "O erro é um momento necessário da verdade".
Na escala micro - na condição de psicanalista - posso assegurar que o repeteco do erro em diversos cenários diferentes está ligado à impossibilidade de criar o novo por questões mal-resolvidas relacionadas ao universo emocional das pessoas. Enquanto não forem capazes de compreender as amarras que as prendem ao passado, estarão condenadas à repetição.
Na escala macro, tal como ensina Marx em "O Dezoito Brumário de Luís Bonaparte": “Hegel observa em uma de suas obras que todos os fatos e personagens de grande importância na História do Mundo ocorrem, por assim dizer, duas vezes. E esqueceu-se de acrescentar: a primeira vez como tragédia, a segunda como farsa”.
 
 

Cinehistória

ADEUS, MENINOS

França, inverno de 1944. Julien Quentin (Gaspard Manesse) é um garoto de 12 anos que freqüenta o colégio Sr. Jean-de-la-Croix, que enfrenta grandes dificuldades devido a 2ª Guerra Mundial.

Lá ele se torna o melhor amigo de Jean Bonnett (Raphael Fejto), um introvertido colega de classe que Julien posteriormente descobre ser judeu. A tragédia chega à escola quando a Gestapo invade o local, prendendo Jean, outros dois alunos e ainda o padre responsável pelo colégio.

O filme explora um situação limite sob a ótica da universo a criança, como fizeram outros ótimos filmes, como os recentes "A Culpa é do Fidel" e "Machuca". Com uma direção segura de Louis Malle, o fracês "Adeus, Meninos" (Au Revoir les Enfants, 1987) é um filme antes de tudo humanista, que mostra o drama de uma populção civil que sofreu os males de uma guerra mundial implacável, sobretudo, dentro do contexto das amizades e da família.

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