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Informações do Perfil

Sobre mim
Paulista (natural da cidade de Cotia) residente no município de Cambé no Estado do Paraná desde 1998, atualmente cursando o 8º período do curso de licenciatura em história na UEL (Universidade Estadual de Londrina). Já atuei como estagiário no CDPH (Centro de Documentação e Pesquisa Histórica) entre 2007 e 2008, em projetos do Ledi Laboratória de estudos dos dominios da imagens (ao qual ainda faço parte) e como monitor em diversos eventos como no II Encontro Nacional de Estudos da Imagem ocorrido em 2009, no Encontro Cidades Novas novas políticas partimoniais no ano de 2008 (todos na mesma instituição já mencionada).
Atividade profissional
Estudante
Formação
Graduando
Cidade
Cambé
como dizia o velho chacrinha ..." na tv nada se cria tudo se copia"...

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O QUE É UM TIME ou CLUBE “GRANDE” ?

Postado em 1 fevereiro 2010 às 10:58 1 Comentar

O QUE É UM TIME ou CLUBE “GRANDE” ?





Aparentemente nos últimos anos, se tem a impressão, de que essa discussão já esta encerada, porém recentemente alguém (uma pessoa quase leiga em relação ao futebol) me perguntou “caro amigo se fala tanto na importância dos clubes grandes, na força dos clubes grandes e etc, mas o que seria um clube ou time grande ? Diante da minha impossibilidade, naquele momento em questão, de responde tal pergunta lanço aqui, novamente, está intrigante… Continuar

“A árvore dos tamancos”

Postado em 29 outubro 2009 às 13:00 1 Comentar

Análise de “A árvore dos tamancos” e a obra de Armo J. Mayer.





O filme “A árvore dos tamancos” conta a história de um grupo de famílias que moram num mesmo agrupamento de casas na área rural de Bérgamo no norte da Itália. Entre as quais esta a de Batisti, que tem um filho com razoáveis dotes intelectuais, e é convencido pelo padre a colocar o filho na escola em vez de utiliza-lo na lavoura ou no trabalho da casa. Além disso, a vários agravantes como o fato… Continuar

o adeus do conselheiro.

Postado em 30 setembro 2009 às 10:35 0 Comentários

mensagens da história (1) o Adeus do CONSELHEIRO.



“É chegado o momento para me despedir de vós, que pena, que sentimento tão vivo ocasiona está despedida em

minha alma, á vista do modo benévolo, generoso e carinhoso com quem me tendes tratado, penhorando-me assim bastante. São estes os testemunhos que me fazem compreender quanto domina em vossos corações tão belo sentimento!

“Adeus povo, adeus aves, adeus campos, aceitai minha despedida, que bem demostra as gratas… Continuar

Época de Inocencia.

Postado em 24 setembro 2009 às 15:39 1 Comentar

O ser humano (assim como muitos animais) é portador de algo que é fundamental para sua existência, a memória. Muito se discuti na historiografia a respeito de quais memórias preservar (e porque preserva-las) como preserva-las ou resgata-las, tem se ainda debatido muitíssimo com relação o esquecimento de determinadas lembranças (aqui eu coloco tanto lembranças como memória num mesmo patamar) e o direito das pessoas de fazê-lo ou não.

Contudo não quero entrar nessas discussões, portanto me… Continuar

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Às 9:07 em 16 fevereiro 2012, Bruno Leal disse...

Feliz Aniversário, Alex!

Desejo-lhe um excelente dia!

Bruno Leal Pastor de Carvalho

Editor da Rede Café História

Às 16:45 em 3 agosto 2011, Mirla Kalina disse...

Oiee, passei muito tempo sem compartilhar minha dúvidas com vc neh?

Então resolvi voltar a compartilhá-las, hahahahaha....

Eu queria saber quais foram as consequências positivas e negativas(se houverem) que aconteceram à Espanha, Portugal, Irlanda, Suécia e Suíça, pela postura neutra durante a 2º Guerra Mundial.

 

Boa Tarde, :D

Às 10:28 em 21 outubro 2010, Nayara Cândido Martins disse...
Oi!Td bem com vc?
Muito tempo sem entrar aqui... passando para deixar um oi msm!!

Vlw!! :)
Às 13:56 em 3 julho 2010, sidney ferreira da silva disse...
ô legal faço uem a distancia moro em cambé? valeu.
Às 15:50 em 2 junho 2010, MURAOKA, Frank K. disse...
veja como a linguagem, a nossa ferramenta de expressão, é tão complicada se não pensarmos como uma coisa realmente complicada!!!!

até mais
Frank
Às 15:48 em 2 junho 2010, MURAOKA, Frank K. disse...
terceira parte...
Portanto a questão continua sendo: quem era Kasper Hauser? Um “rapaz com dois cavalos de pau”, que não são mais “cavalos de pau”, que até certo ponto era um rapaz com uma carta na mão, botas e jaqueta estranha, que não possuía estímulos exteriores, como o medo, e depois um rapaz que gostava de amoras, que plantava seu nome com hortaliças, que não conseguia acreditar em Deus, que tocava piano, que não sabia pra que serve as mulheres, que achava que a maçã tinha vontade própria, que o seu quarto fosse maior que uma torre, que aprendeu a ter alguns dos bons modos, que escreveu parte da sua auto biografia, portanto sabia escrever, mas a questão continua: “quem era Kasper Hauser?”.
Um “rapaz com dois cavalos de pau”, que não eram “cavalos de verdade”, que da mesma maneira que apareceu, morreu, misteriosamente! Será que era realmente da nobreza? Minha capacidade de raciocínio não chega a essas conclusões. Mas a questão continua: “Será que ele era Kasper Hauser?”.
Ora todos o chamavam assim, mas porque o chamavam assim? Será que porque o Kasper era um “rapaz com dois cavalos de pau”, cavalos sem vida, e quando visse esse rapaz, assim o chamariam: Kasper Hauser! Mas porque a sociedade achava Kasper tão diferente? Se ele era tão particular poderia ter o chamado de rapaz dos cavalos de pau? Não, pois todos se chamam pelo nome. Kasper Hauser era apenas o nome dele. Mas a questão continua: quem era Kasper Hauser?
Sua representação, podemos saber, o que ele falou, podemos saber, quando ele nasceu, provavelmente podemos saber, onde ele viveu, podemos saber, o que ele gostava, pouco sabemos, quem eram seus pais, não sabemos, como era sua fisionomia, podemos saber, quem cuidou dele, sim sabemos, o que ele tinha “dois cavalos de pau”, ora agora devemos saber, mas a questão continua: Afinal, quem era Kasper Hauser?
Nunca saberemos.
“Kasper Hauser” nunca saberemos. Mas me responda: quem é você? Pense e fale. Afinal você sabe?
Às 15:47 em 2 junho 2010, MURAOKA, Frank K. disse...
essa é a segunda parte:

portanto a questão é: quem era Kasper Hauser? Será que podemos falar que ele era “alguém” quando estava em uma sala sozinho com dois cavalos de pau? Se sim, ele era apenas um “rapaz com dois cavalos de pau”? Mas alguma coisa para elucidar? Se antes de conhecer a sociedade exterior à sua salinha, ele era um “rapaz com dois cavalos de pau”, o que ele se tornou quando conheceu a sociedade fora de seu pequeno mundo? Ora, ele se tornou um rapaz da sociedade? Ou um “rapaz que tinha dois cavalos de pau” e agora não o tem mais. Será que ele perdeu os cavalos de pau? Ou os cavalos estavam lá, em sua mente, em algum lugar. Ou esse cavalo de pau agora possui outro significado? Qual significado teria quando ele realmente viu um cavalo? Pior, quando ele percebeu que um cavalo não é de pau! Minha nossa! Quando além de não ser de pau possui vida própria! Quando percebe que um “horse” corre, come, pula, olha, respira, se reproduz! O que acontece na cabeça de Kasper quando ele se representa correndo, comendo, pulando, olhando, respirando? Poderia ele olhando a si mesmo, e enquanto se via possivelmente exclamaria: “Eu não sou um cavalo!” Ou “eu não sou um cavalo?”, brincadeiras a parte, ele não poderia se questionar se era um cavalo por não andar em quatro patas, “mas e se eu engatinhar?”.
E quando ele olha a si mesmo e questiona: “o que sou eu?”, ou seria “quem sou eu?” ou “o que é essa pessoa?”, ou “quem está falando?!”, assim pouco a pouco Kasper vai aprendendo esses jogos de linguagem, pouco a pouco os signos vão ganhando significados e vão sendo representados, pouco a pouco o mundo vai ganhando sentido.
“Quem estava falando” vai se dando conta de “quem era”, “quem é” vai se dando conta de “quem era”, “quem é” vai se dando conta do “o que é”. Quem era um “rapaz com dois cavalos de pau”, que só emitia um som “horse” e que sabia escrever “Kasper Hauser”, vai se tornando Kasper Hauser! ou o que você queira se representar...
Às 15:45 em 2 junho 2010, MURAOKA, Frank K. disse...
olá Alex,
essa é a resenha que escrevi para a disciplina de AD, sobre o Kasper Hauser,
veja a minha interpretação dessa temática:
Resenha sobre o filme: “O enigma de Kasper Hauser”


Frank Keiro Muraoka

Quantas questões existem para elucidar. Até que ponto chegaremos nesta resenha, ou até que nível de profundidade essa discussão revelará? Quem era essa representação, essa figura, esse sujeito? Como podemos tirar conclusões quando o filme trata da linguagem? Como filosofar sobre um tema tão impreciso e complexo? Quando a duvida é um conceito quase inseparável desse objeto. Quando podemos, portanto, chegar a lugar nenhum!
Como encontrar um caminho sendo que nem sabemos o lugar de destino? Se as conclusões objetivas de uma resenha não podem ser contempladas pelo simples fato do objeto analisado não ser inteiramente compreensível, inteligível, dessa maneira procuro o oposto, a procura da natureza da linguagem que possa esclarecer ou complicar ainda mais os temas a cerca da figura de Kasper Hauser.
Quem negaria a existência desse caso? Como se Kasper fosse um personagem de um romance, ou de uma ficção, poderia dessa maneira julgar que esse rapaz foi uma criação humana, uma figura desligada da realidade, pior ainda, desligada de um contexto e não passasse de pura imaginação. De construção da imaginação? De construção lingüística? De jogos lingüísticos?
Mas quem não é construído linguisticamente? Somos criados, não somente, pela linguagem, mas também somos reproduzidos por ela, um exemplo: quem é você? Pense e fale, o que se passa em seu pensamento? E o que acontece quando se transforma em palavras? Esqueça! Essa não é a questão.
Às 9:28 em 24 maio 2010, MURAOKA, Frank K. disse...
olá alex,


puxa que pergunta complicada,

mas vamos a algumas reflexões:
vc me perguntou porque uma postura autocrática de Stallin foi tão questionada, certo?
bom eu acredito que a formação do czarismo possuia sua legitimação mais profunda,
ou seja, culturalmente ela foi formada pela próprioa sociedade russa, já o stalinismo tem como base uma outra legitimação, não seria aí o choque dessas concepções?
será que podemos então falar que as formações autocrátas eram parecidas? acho que uma formação com bases mais profundas poderiam fazer mais sentido para as populações do que uma legimação feita pela força, militarmente.
eu acredito que seja isso.
não sei se está certo, é apenas um exercício de reflexão.
somente isso,

até mais Alex.
Às 1:16 em 23 maio 2010, Mirla Kalina disse...
Eu acho meio estranho esse enfoque na questionação do Stalinismo e nem tanto para o Czarismo, ou ainda, nem muitos esclarecimentos na descrição e características sobre o governo do Czarismo.
Fiquei orgulhosa por saber que minha dúvida tenha sido ''inédita'' e fez você até questionar algo nem sempre muito lembrado.
Boa Noite!
E mais um vez, obrigada!
 
 
 

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Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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