INDIOS TAPEBAS

Ser reconhecido como índio Tapeba é uma conquista recente. Até a década de 80, o estado do Ceará era considerado pelos registros da FUNAI como um estado onde inexistiam índios. Isso aconteceu porque, em 1863, o Presidente da Província deu por extinta a população indígena no Ceará e incorporou patrimônios territoriais das aldeias.

A presença indígena deixou de ser ignorada quando a Arquidiocese de Fortaleza passou a atuar no município de Caucaia junto à coletividade dos Tapeba e prestou assistência a esse processo de reconhecimento ao longo dos anos. Hoje, organizações não-governamentais como a ADELCO (Associação para o Desenvolvimento Local Co-Produzido) e FAP (Fondation Abbé Pierre por le Logement des Défavorisés), da França, também estão atentas às questões da comunidade, sendo parceiras da Associação das Comunidades dos Índios Tapebas no seu Centro de Produção Cultural.

NOSSA TERRA

Os tapebas tiveram suas terras identificadas e delimitadas oficialmente pela FUNAI em 23 de julho de 1993, constituindo uma área de 4.658 hectares. A demarcação, porém, só foi feita quatro anos depois. Mas a vitória definitiva ainda não foi conquistada. A homologação e o registro cartorial das terras, as últimas etapas do processo demarcatório, não foram concluídas. A comunidade aguarda o remanejamento da população não-indígena e o fim das contestações judiciais.

Comentar

Você precisa ser um membro de Cafe Historia para adicionar comentários!

Entrar em Cafe Historia

Links Patrocinados

Cine História

Era uma vez em Nova York

Acaba de chegar aos cinemas brasileiros o filme "Era uma vez em Nova York", do diretor James Gray ("Amantes", "Os Donos da Noite").

Sinopse: Em 1921, as irmãs polonesas Magda (Angela Sarafyan) e Ewa Cybulski (Marion Cotillard) partem em direção a Nova Iorque, em busca de uma vida melhor. Mas, assim que chegam, Magda fica doente e Ewa, sem ter a quem recorrer, acaba nas mãos do cafetão Bruno (Joaquin Phoenix), que a explora em uma rede de prostituição. A chegada de Orlando (Jeremy Renner), mágico e primo de Bruno, mostra um novo amor e um novo caminho para Ewa, mas o ciúme do cafetão acaba provocando uma tragédia.

café história acadêmico

Maquiavel: confira na íntegra a dissertação "O Fantasma de Maquiavel: Antimaquiavelismo e razão de Estado no pensamento político ibérico do século XVI", defendida por Bruno Silva de Souza, Programa de Pós-Graduação em História da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro.

EVENTO EM DESTAQUE

Parceiros


Fotos

Carregando...
  • Adicionar fotos
  • Exibir todos

Política de Privacidade

Para ler nossa "Política de Privacidade", clique aqui.

Atenção!

O Café História respeita a opinião de todos nos mais diversos espaços da rede. Reserva-se, no entanto, o direito de suspender textos de teor ofensivo, agressivo ou que sustente preconceitos de qualquer ordem, que promovam a violência ou que estejam em desacordo com o bom senso e as leis brasileiras. Da mesma forma, o Café História poderá suspender membros que publiquem este tipo de conteúdo. Se identificar algum conteúdo ofensivo ou comportamentos inadequados, por favor notifique-nos: cafehistoria@gmail.com

© 2014   Criado por Bruno Leal.   Ativado por

Badges  |  Relatar um incidente  |  Termos de serviço

body, .xg_reset .xg_module_body { line-height: 1.3; }