Certidão de filho de escrava

Trata-se de certidão de nascimento de um filho de escrava registrado pelo dono.

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Comentário de Tamiris Nascimento Silva em 4 outubro 2011 às 19:25
APESAR DE NÃO SER PERITA ESTOU INICIANDO MEUS ESTUDOS NO CAMPO  DA PALEOGRAFIA, ESSE DOCUMENTO É ÓTIMO PARA INICIANTES. VALEU.
Comentário de sergio braga osorio em 25 agosto 2011 às 21:04
O cabeçalho do documento , lembra muito mais uma nota fiscal do que propriamente uma certidão. Muito valiosa esta foto, nos remete a um tempo em que os negros tinham ainda muito menos valor enquanto seres humanos. Será que já evoluímos bastante para estarmos certos de que este tempo já passou realmente?  Tomara !
Comentário de Hélio Sérgio Ferreira Teixeira em 15 junho 2011 às 14:15

Olá amigo, parabéns pelo documento histórico. 

Comentário de chesterson aguiar ferreira em 23 maio 2011 às 10:24
mil perdões, sigam
Comentário de chesterson aguiar ferreira em 23 maio 2011 às 10:24
parabéns, e espero que muitos outros sugam seu exemplo
Comentário de chesterson aguiar ferreira em 23 maio 2011 às 10:23

quando digo bom me refiro a sua iniciativa de mostrar quão violento e desumano foi a escravidão

Comentário de chesterson aguiar ferreira em 23 maio 2011 às 10:21
muito bom
Comentário de Thaìs Lombardi Cardoso em 3 abril 2011 às 10:37

A violencia sempre esteve na sociedade

e não apenas no periodo colonial ela apenas musa com o tempo sua forma

mais a excencia é a mesma

Estudar Historia é sim também estudar a violência

Comentário de Marcos Davi Duarte da Cunha em 15 março 2011 às 23:04

Caros amigos e estimados colegas. Vejo que a repercussão de tal documento é muito proveitosa. Mas, para aqueles que se horrorizam, têm miríades de calafrios, vão às lágrimas pelos sofridos no passado, vou ser de extrema sinceridade: em nada, em povo nenhum existe um paraíso utópico. O discurso de "tadinhos" é só uma construção de interesses, nada mais. Se não fosse a história com suas violências não existiriam historiadores, ou seja, seríamos inúteis desempregados. A História humana tem seu cerne na violência sim e nas divisões de fortes e fracos e nem tão pouco a própria se disporá a mudanças. Quer por pesquisadores, quer por agentes de vanguarda. Se mostrasse uma flecha usada por Zumbi dos Palmares ou um arcabuz usado por um de seus jagunços naquilo que se inventou como uma resistência negra os que se vão nessa onda fariam até romaria para vê-los. Mas, esquecem que a História é vil no sentido de desconstruir o herói seja branco, pardo ou negro o que é louvável ou não teríamos serviços. É gostoso no Brasil arrancar as palas do Caxias, chamar de assassino, cruel etc. Mas, quando vemos que o próprio Zumbi nada mais era que um latifundiário que também "tinha escravos", punia-os e cumpria com as formas de comércio "branco" aí ninguém fala. "Opa, isso não pega bem", não dá voto com os desfavorecidos. A História é perversa quanto aos segredos dos que à pena possuem e escrevem, Tísica, quanto aos interesses daquilo que lhe convém; que seja mais confortável aos que a governa; aos que a imprime e o historiador é um sorvedor desse conflito humano, palco de nossas frívolas existências.

Contudo, nem por isso vamos deixar nossas vidas e "salvar o mundo das cáries" (parafraseando uma propaganda de creme dental). Vamos consumir até o bucho engripar de tanto de tudo. 

É um documento histórico, e daí que muitos morreram? Não cabe a nós trazê-los de volta à vida, nem o queremos, pois precisamos dos ossos e das tumbas como também dos artefatos de tormenta pra analisarmos. Porém, poderemos usar de suas histórias para nós.

Assim não fiquem com esse "ardor de madalenas". aproveitem a vida e quem sabe um dia algum pesquisador o desenterre e o torne famoso depois de uns cem anos de sua morte, rs. 

Mas, é por isso meus caros que é tão fascinante e viciosa aos amantes de Clio, os historiadores.

Comentário de Bruno Rezende Lopes em 6 março 2011 às 17:16
Para mim não há nada de cruel na análise do documento. Porém temos que analisar a crueldade de um período e ver se essa crueldade ainda nos atinge hoje. Não podemos esquecer que a História serve também para podermos nos orientar em um processo futuro e não uma simples análise do passado.

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