Trata-se de certidão de nascimento de um filho de escrava registrado pelo dono.
Exibições: 2377
Comentar
Comentário de Tamiris Nascimento Silva em 4 outubro 2011 às 19:25
Comentário de sergio braga osorio em 25 agosto 2011 às 21:04
Comentário de Hélio Sérgio Ferreira Teixeira em 15 junho 2011 às 14:15 Olá amigo, parabéns pelo documento histórico.
Comentário de chesterson aguiar ferreira em 23 maio 2011 às 10:24
Comentário de chesterson aguiar ferreira em 23 maio 2011 às 10:24
Comentário de chesterson aguiar ferreira em 23 maio 2011 às 10:23 quando digo bom me refiro a sua iniciativa de mostrar quão violento e desumano foi a escravidão
Comentário de chesterson aguiar ferreira em 23 maio 2011 às 10:21
Comentário de Thaìs Lombardi Cardoso em 3 abril 2011 às 10:37 A violencia sempre esteve na sociedade
e não apenas no periodo colonial ela apenas musa com o tempo sua forma
mais a excencia é a mesma
Estudar Historia é sim também estudar a violência
Comentário de Marcos Davi Duarte da Cunha em 15 março 2011 às 23:04 Caros amigos e estimados colegas. Vejo que a repercussão de tal documento é muito proveitosa. Mas, para aqueles que se horrorizam, têm miríades de calafrios, vão às lágrimas pelos sofridos no passado, vou ser de extrema sinceridade: em nada, em povo nenhum existe um paraíso utópico. O discurso de "tadinhos" é só uma construção de interesses, nada mais. Se não fosse a história com suas violências não existiriam historiadores, ou seja, seríamos inúteis desempregados. A História humana tem seu cerne na violência sim e nas divisões de fortes e fracos e nem tão pouco a própria se disporá a mudanças. Quer por pesquisadores, quer por agentes de vanguarda. Se mostrasse uma flecha usada por Zumbi dos Palmares ou um arcabuz usado por um de seus jagunços naquilo que se inventou como uma resistência negra os que se vão nessa onda fariam até romaria para vê-los. Mas, esquecem que a História é vil no sentido de desconstruir o herói seja branco, pardo ou negro o que é louvável ou não teríamos serviços. É gostoso no Brasil arrancar as palas do Caxias, chamar de assassino, cruel etc. Mas, quando vemos que o próprio Zumbi nada mais era que um latifundiário que também "tinha escravos", punia-os e cumpria com as formas de comércio "branco" aí ninguém fala. "Opa, isso não pega bem", não dá voto com os desfavorecidos. A História é perversa quanto aos segredos dos que à pena possuem e escrevem, Tísica, quanto aos interesses daquilo que lhe convém; que seja mais confortável aos que a governa; aos que a imprime e o historiador é um sorvedor desse conflito humano, palco de nossas frívolas existências.
Contudo, nem por isso vamos deixar nossas vidas e "salvar o mundo das cáries" (parafraseando uma propaganda de creme dental). Vamos consumir até o bucho engripar de tanto de tudo.
É um documento histórico, e daí que muitos morreram? Não cabe a nós trazê-los de volta à vida, nem o queremos, pois precisamos dos ossos e das tumbas como também dos artefatos de tormenta pra analisarmos. Porém, poderemos usar de suas histórias para nós.
Assim não fiquem com esse "ardor de madalenas". aproveitem a vida e quem sabe um dia algum pesquisador o desenterre e o torne famoso depois de uns cem anos de sua morte, rs.
Mas, é por isso meus caros que é tão fascinante e viciosa aos amantes de Clio, os historiadores.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por


Você precisa ser um membro de Cafe Historia para adicionar comentários!
Entrar em Cafe Historia