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Crianças trabalhadoras em mina de carvão, em 1908, na Pensilvânia, EUA. A maioria possuía entre 7 e 16 anos. A foto foi feita pel fotógrafo Lewis Hine, cujo trabalho condenava as perversas consequencias sociais do rápido processo de industrialização e urbanização do país.

Classificação: 5/5 estrelas
Tags: eua, minas, sindicato, trabalhismo, trabalho
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Antônio Netto Júnior Comentário de Antônio Netto Júnior em 12 novembro 2009 às 19:43
Concordo com os colegas, a foto em si é boa, e o trabalho infantil ainda corre o mundo. Em Bebedouro-SP ainda temos presença do trabalho infantil e por isso projetos como o da Fundação Telefônica que através do oferecimento de infraestrutura de Tecnologias de Informação e Comunicação (TICs) as escolas pretendem auxiliar na erradição de mais uma herança negativa da humanidade.
Carlos Ribeiro dos Santos Comentário de Carlos Ribeiro dos Santos em 1 novembro 2009 às 20:22
foto fantástica....mas temos que ter consciência que continua pelo mundo fora a existir.
Rodrigo Furtado Costa Comentário de Rodrigo Furtado Costa em 7 agosto 2009 às 13:43
Foto fantástica na medida exata de sua tritsteza e repúdio.
Tadeu Ferreira Comentário de Tadeu Ferreira em 17 julho 2009 às 12:23
Tudo ainda continua assim principalmente norte e nordeste do Brasil, mas isso ainda existe!!
Cleverson Clay Dos Santos Corrêa Comentário de Cleverson Clay Dos Santos Corrêa em 14 julho 2009 às 15:48
A imagem com certeza nos leva a um "orgasmo acadêmico", mas surpreendente é no Brasil atual, a escravidão ainda é explícita e também subjetiva. Imagine então as crianças brasileiras em 1908!
Mariângela de Sousa Marques Comentário de Mariângela de Sousa Marques em 6 julho 2009 às 15:44
De fato a exploração infantil é contundente com o que se espera da realidade, mas é o formato perfeito da exploração de capital em muitos países, principalmente nos que ainda consideram em desenvolvimento.
O período histórico é capitalista, que explora a força de trabalho para a criação de mais-valia das formas mais distintas possíveis, como a escravidão, ainda corrente no Brasil, ou a informalidade.
Todas as maneiras de exploração são lícitas quando o capital está em jogo, portanto, o que devemos mudar? Os atos ou a consciência?
Maria Lúcia Comentário de Maria Lúcia em 31 maio 2009 às 14:49
Essa foto representa a exploração da mão-de-obra infantil ao longo do tempo.
Decepcionante perceber que ao concluir-se uma década, um século e um milênio,
a realidade continua a mesma.
igrid bergman Comentário de igrid bergman em 30 abril 2009 às 15:09
Já é bastante doloroso verificar a existencia de fatos como este no início do século passado e mais impressionante é saber da existencia ainda hoje do trabalho infantil.
Entretanto tal imagem serve para que possamos refletir a respeito dos direitos da criança e do adolescente no intuito de sempre irmos em luta de um mundo mais digno para todos.
Tatiane Santana Mendes Comentário de Tatiane Santana Mendes em 17 abril 2009 às 20:46
Rostos sujos, semblante triste. Pequenos homens forçados ao trabalho. Atualmente só mudam os personagens, pode-se ver imagens semelhantes a esta nos mais diversos lugares do mundo; e nós o que podemos fazer para mudar esta realidade?
Imagem forte, nos força a uma reflexão. Parabéns!
Adriano Comentário de Adriano em 1 abril 2009 às 11:53
é um aburdo, o que o capitalismo obrigava, será quer hoje em dia não acontece mais¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹¹

Cinehistória

ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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