Museu do Holocausto realiza capacitações para professores e educadores
“Por que, o que e como trabalhar o Holocausto em sala de aula” é o tema dos seminários que se iniciam no segundo semestre
O Museu do Holocausto de Curitiba, aberto em fevereiro desse ano, inicia o projeto educativo destinado a professores de escolas públicas e privadas de Curitiba e Região Metropolitana. Após o início das visitas guiadas especiais e gratuitas para alunos, em abril de 2012, o Museu passa agora a oferecer cursos para professores voltados ao ensino do Holocausto em sala de aula.
Cada seminário, com quatro horas de duração, será realizado dentro do espaço da instituição que solicitá-lo e é voltado a professores de Educação Infantil ao Ensino Médio. Multidisciplinar, o curso aplica diferentes abordagens para o ensino do Holocausto, de acordo com cada disciplina e faixa etária.
“É muito importante que os educadores tenham consciência do processo pedagógico e de aprendizagem do tema, que é muito complexo. É possível realizar trabalhos brilhantes com alunos de 5 aos 18 anos, cada um com suas especificidades”, explica o coordenador do Museu, Carlos Reiss. No início do ano, Reiss e Denise Weishof, coordenadora pedagógica do espaço, estiveram em Jerusalém, na Escola Internacional do Yad Vashem – local que possui o maior arquivo documentado do mundo sobre o Holocausto.
A partir de agora, as instituições de ensino interessadas poderão agendar os cursos pelo endereço de e-mail museudoholocausto@accbeityaacov.org ou pelos telefones (41) 3093-7462/ 3093-7461. Cada curso é realizado a custo simbólico de R$ 95, independente do número de participantes. As visitas guiadas ao Museu seguem normalmente neste segundo semestre.
Idealizado pela Associação Casa de Cultura Beit Yaacov, presidida por Miguel Krigsner e com apoio da comunidade judaica na capital paranaense, o Museu do Holocausto de Curitiba é o único do gênero no Brasil. “Esse espaço nasceu com a vocação de contribuir com a educação, além de relembrar e preservar a história”, ressalta Miguel Krigsner.
Serviço
Museu do Holocausto de Curitiba
Rua Cel. Agostinho de Macedo, 248, Bom Retiro. Curitiba – PR.
Telefones do Museu: (41) 3093-7462 e (41) 3093-7461
Site: www.museudoholocausto.org.br
E-mail: museudoholocausto@accbeityaacov.org
Horários de funcionamento
Terças – 14h30 às 17h30
Quartas – 08h30 às 11h30 e 14h30 às 17h30
Sextas - 08h30 às 11h30
Domingos - 09 às 12h
Visitação gratuita com agendamento prévio via site.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Museu do Holocausto
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Visitei ano passado na polônia o campo de concentração de auschwitz,apesar de dar aulas sobre o assunto há tantos anos, ao visitar o campo(hoje um museu) fiquei chocada ao ver pertences das vítimas,alojamentos ,cabelos,dormitórios.fornos câmaras de gás,enfim,ao vivo a intolerância,a crueldade torna-se se é possível uma dimensão ainda maior.Parece que as almas ainda estão ali.Chocante!
Comentário de Antonio Carvalho em 19 setembro 2012 às 10:03
Comentário de Ewerton Anacleto de Souza em 19 setembro 2012 às 9:38 Uma parte trágica de nossa historia onde mostra ate a onde intolerância e a sede por poder podem levar homens e nações
Comentário de jorge amancio em 13 setembro 2012 às 19:43 Fugir do Holocausto da Escravidão é impossível. Somos Herdeiros da Escravidão. Esquecê-la é ter um futuro calcado em falso alicerce. Fomos mucamas, bonequinhos de sinhazinhas, negras violentadas,torturados, limpadores de bundas, reprodutores sofridos, bastardos, marcados, animais. Sobrevivemos ao Holocausto da Escravidão e devemos ter orgulho de sermos sobrevivente e não deixarmos que tal fato saia, fuja da consciência e caia no esquecimento. O movimento Negro, as inúmeras ongs e o próprio estado deveriam seguir esse exemplo quanto ao período da escravatura no Brasil.
as noticias na qual foram relacionadas são de fto muito importante p o nosso contexto cabe no entanto a cada um de nós expandir essa diversidade de conhecimento focando nos jovens crianças, para a busca de valores de uma nação
Comentário de Inaiá Bôa Morte Santos em 20 agosto 2012 às 12:39 Eu vou esta presente se houvera a capacitação a distencia, pois émuito interessante
Comentário de Carlos Theobaldo em 19 agosto 2012 às 18:04 Também gostaria de saber se haverá capacitação à distância
Comentário de Elizabeth Mallet em 18 agosto 2012 às 9:11 Pelo pouco que é mostrado e ensinado dentro das escolas sobre este assunto, que através de tanto horror, nos leva como seres humanos para a reflexão sobre o dom da vida, não tão somente em período de guerra, mas também em nosso cotidiano, assim poderemos desvenciliar-mos do racismo, preconceito. Este seminário quanto maior deveria ser sua abrangencia, como os colegas colocam por que não um EAD de Capacitação?
Comentário de Andrea Antonio em 16 agosto 2012 às 8:13 Tambem gostaria de saber, se vai existir a possibilidade do mesmo a distancia...
Comentário de deborah sampaio em 15 agosto 2012 às 17:00 Compartilho da mesma necessidade da companheira Dirlei Fátima.
virtual já.
Excelente iniciativa do Museu do Holocausto que merece aplausos. Acompanhei as Professoras Helena Lewin e Silvia Lerner, ambas do Rio, em visita ao Museu numa experiencia indescritível. Aproveito para convidar a todos, especialmente os historiadores e formadores de opinião, de passagem por Curitiba visitarem o Museu mas alerto, é necessário marcar dia e hora com antecedência o que pode ser feito pela Internet. O Holocausto é Memória e memória, diferente de "lembrar" - lembramos o que estava esquecido - é recordar sempre o que aconteceu - Zakhor.
Comentário de DIRLEI FATIMA KLEIN em 15 agosto 2012 às 8:00 Adorei a matéria, mas, como sou do Estado de SC, quetiono se há uma possibilidade de realizar essa capacitação a distância. Aguardo retorno da coordenação.
Comentário de Carlos Theobaldo em 14 agosto 2012 às 19:30 Excelente matéria.
Comentário de Everaldo Silva em 14 agosto 2012 às 14:08 MUITO LEGAL !!!
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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