Compartilhar 'A dialética da Escravidão: uma reflexão'
Historiadores reflitam:
O pintor Rugendas deixou um relato da visão dos porões de um navio negreiro: “Esses infelizes são amontoados num compartimento cuja altura raramente ultrapassa um metro e meio. Esse cárcere ocupa todo o comprimento e a largura do porão do navio; aí eles são reunidos em número de 300 a 500, de modo que para cada homem adulto se reserva apenas um espaço de cinco pés cúbicos.…
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