Em muitos textos e em letras de músicas com o tema Nórdico é possível notar esse tipo de preocupação em como morrer. E nos tempos de hoje em que não temos mais esses tipos de batalhas, qual tua opinião sobre isso? Não vamos para o Salão Dourado?
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Permalink Responder até Marcella Assis em 30 julho 2010 at 10:29
Permalink Responder até José Gledson em 30 julho 2010 at 18:56
Permalink Responder até Thiago Ody em 31 julho 2010 at 12:07
Permalink Responder até Breno Araujo em 14 setembro 2010 at 15:15
Permalink Responder até Lucas Silva Nangi dos Santos em 3 outubro 2010 at 19:35
Permalink Responder até Thiago Ody em 5 outubro 2010 at 16:58
Permalink Responder até Lucas Silva Nangi dos Santos em 5 outubro 2010 at 17:16
Olá amigos,
Acredito que a expressão "...e com a espada na mão", equivale à estar sempre batalhado pelo seu povo, por suas famílias e por suas terras. Acho que mesmo naquela época como nos dias atuais equivaleria a nunca desistir de seus ideais, mesmo diante de toda as adversidades que possam sobrevir ao guerreiro.
Em minha opinião, embora com raridade encontramos pessoas atualmente capazes de levar seu dever e honra até o fim!
Abraços,
Leandro CHH
Permalink Responder até Thiago Ody em 4 fevereiro 2011 at 11:35
Permalink Responder até Maiko Freitas de Carvalho em 11 fevereiro 2011 at 22:56
Na cultura Viking a noção de batalha se referia a tudo, a vida era travada em batalhas o poder da terra se media com mortes e isso pairava no ar; hoje a cultura cristã transformou a mentalidade humana, perpetuando a piedade e a aversão pela morte (não que não seja bom) mais determina a diferença com a cultura Nótica.
O homem que morria em batalha representava seu povo da melhor forma e se mostrava merecedor dos salões, isso porque não havia meio melhor de representar a figura do "homem perfeito", lembrando que era isso que se pregava na mentalidade do periodo e povo.
Boa tarde,
Na mitologia nórdica os guerreiros que morriam, com honra, em batalha eram recebidos nos Salões do Valhalla. Esses guerreiros eram chamados Einherjar. Pois, após demonstrarem em vida serem capazes de levar suas existências ao limite, e entregarem suas vidas pelo seu povo e sua cultura. Sua honra maior era ser aceito nos exércitos de Odin no Valhalla e aguardarem o grande Ragnarok, o destino final dos deuses. A última batalha, o apocalipse nórdico!
Mas a honra aceita pelos nórdicos era derrubar o maior número de adversários em combate, e deste modo, mostrar sua bravura para deus, e para sua sociedade.
Abraços,
Leandro CHH
Permalink Responder até Thiago Ody em 12 fevereiro 2011 at 15:23
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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