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Comentário de João Roberto Laque em 4 maio 2013 às 14:26

VEJAM SÓ,
OS MILICOS RESOLVERAM ME INTIMIDAR
POR CONTA DO MEU LIVRO PEDRO E OS LOBOS - OS ANOS DE CHUMBO NA TRAJETÓRIA DE UM GUERRILHEIRO URBANO
QUE, SEGUNDO ELES, CONFUNDE A CABEÇA DOS BRASILEIROS.
VEJA OS DETALHES EM
www.blogdolaque.blogspot.com.br

Comentário de João Roberto Laque em 18 abril 2013 às 23:13

UM LIVRO DE HISTÓRIA IMPRESCINDÍVEL PARA VOCÊ,

AMIGO DO CAFÉ HISTÓRIA.

MAS É SÓ ATÉ AMANHÃ

PARA CONHECER MELHOR A OBRA ACESSE

www.osanosdechumbo.blogspot.com.br

ABRAÇÃO.

Comentário de João Roberto Laque em 13 dezembro 2011 às 15:43

Pessoal,

sou autor de um livro sobre os Anos de Chumbo no Brasil a partir da ótica da guerrilha.

Coma instalação da Comissão da Verdade este é um tema que deve borbulhar na mídia e na mão dos historiadores nos próximos dois anos.

A propósito, tenho um lote pra queimar com os amigos do Café História até o Natal.

Faça um tour pelo conteúdo do livro e veja a promoção clicando em

http://www.promocaoparacafehistoria.blogspot.com/
Comentário de Fernanda Corrêa em 26 dezembro 2010 às 23:05

Amigos, segue convite para realização de curso lato sensu à distância:

 

Curso de História Militar à distância

 
Estão abertas, durante este mês de dezembro, as inscrições para a 3ª Turma do Curso de Especialização em História Militar da UNISULVIRTUAL, modalidade à distância.
 

Os militares têm as vantagens oferecidas pela Universidade decorrentes dos convênios que tem com as Forças Armadas.

Os interessados devem entrar no site da UNISUL. Lá terão todas as informações e poderão fazer a inscrição.

O Curso tem conteúdo que é responsabilidade do Instituto de Geografia e História Militar do Brasil, parceiro da UNISULVIRTUAL nesse empreendimento. O curso é coordenado pela Prof Karla Nunes, pela UNISUL e eu pelo IGHMB.

Para maiores informações acesse aqui.

Caso não consiga acessar pelo link acima acesse pelo seguinte endereço eletrônico: http://portal2.unisul.br/content/paginacursosvirtual/historiamilitar/index.cfm
 
Apesar de estarmos na marca do gol para o término da inscrição, ainda estamos em tempo ... rsrsrsrs
 
Grande abraço e Boas Festas a todos!
 
Fernanda
Comentário de Fernanda Corrêa em 29 agosto 2010 às 15:21



Prezados colegas,

é com imensa satisfação que divulgo a publicação do meu livro "O projeto do submarino nuclear brasileiro. Uma história de ciência, tecnologia e soberania", publicado pela editora Capax Dei, em agosto de 2010. Já está sendo distribuído em algumas bibliotecas e livrarias pelo País. Caso não o encontrem, é possível também adquirí-lo pela editora, cujo telefone é (21) 2532-4086 e o e-mail é ocomplo@terra.com.br.

Eu sou mestre em História Comparada com ênfase em Relações Internacionais, Segurança e Defesa/ Pró-Defesa, especialista lato sensu em História Militar Brasileira pela Unirio e graduada em História pela Universidade Gama Filho.

Esse livro foi baseado em minha dissertação de mestrado apresentada à UFRJ em novermbro de 2009. No mestrado fiz parte de um programa do Ministério da Defesa com o Ministério da Educação e Cultura e o do Ministério da Ciência e Tecnologia, chamado Pró-Defesa, onde realizei uma pesquisa multidiciplinar e inovadora na História do Brasil que, além de trazer os assuntos da Defesa Nacional para serem debatidos pela sociedade brasileira, analiso a história do Projeto numa conjuntura nacional e internacional, demonstrando as razões que motivaram os governos a apoiar o Projeto e a não apoiar. Embora o projeto do submarino nuclear brasileiro pertença a uma concepção estratégica do governo Geisel, na década de 1970, ele remonta a década de 1930, quando a ciência nuclear passou a ser incentivada pelo governo Vargas e criou-se a possibilidade de alguns físicos nucleares estrangeiros contribuírem na definição de uma política nuclear brasileira e na formação de pessoal capacitado e qualificado nessa área. A pesquisa chega até o ano de 2010.

Em função de ser um empreendimento político-militar complexo e por ainda haver cerceamentos político-econômicos, o projeto do submarino nuclear brasileiro, que contou com apoio de civis e militares, ainda não pôde ser concluído.

A História se tornou fundamental nesta pesquisa para se entender o cenário que os atores envolvidos com a Defesa Nacional se encontram no tempo presente, para a sociedade conhecer as vulnerabilidades do Estado brasileiro e auxiliar o Governo na formulação de uma política estratégica nacional que atenda as reais necessidades da sociedade.

Apesar dos graves erros cometidos por militares no passado recente (ressalto essa questão também no livro), o projeto do submarino nuclear brasileiro é fruto de uma parceria intensa entre civis e militares em instituições e laboratórios brasileiros durante e após a ditadura.

É com imensa satisfação que faço chegar essa notícia aos colegas que se interessam pelo tema!

Atenciosamente,

Fernanda das Graças Corrêa
Historiadora - Relações Internacionais, segurança e defesa/ Pró-Defesa
CL: http://lattes.cnpq.br/0706169752320464
Blog: www.fernandadasgracascorrea.blogspot.com
E-mail: fernanda.das.gracas@hotmail.com/ fernanda.das.gracas@bol.com.br
Comentário de Alcebíades de Lima Oliveira em 18 dezembro 2009 às 15:59
Camarada, temos que mobilizar e acabar com a velha politicagem e a dominação das relações de poderes.
Comentário de JOSE ANTONIO DA SILVA em 18 dezembro 2009 às 15:46
CAMARADA ALCEBIADAS, VAMOS FORMAR UM GRUPO ANTI-POLITICO CORRUPTOS, E ACABAR COM ESSA RAÇA...EXTIGUIR DO BRASIL...

FAZER COMO O GOVERNADOR CARLOS LACERDA, E OS "MILICOS" DA ARGENTINA...DOPAR E JOGAR NO MAR...COMO DIZ A MUSICA...É DOCE MORRER NO MAR, DOPADO...rss AH...QUE TAL ASSITIR, garagem olimpo?

vc vai ver o que eles faziam com os INOCENTES...temos que fazer com os caras dos mensalões...ambulancias..os arrudas da vida...isso é roubo mesmo é meu, é teu é nosso suor...do dia dia..
tenho dito.

ass; o comuna.
Comentário de Paula Serra em 14 setembro 2009 às 17:53
sobre os atuais feitos da al qaeda ,pode me informar !
Comentário de Alcebíades de Lima Oliveira em 13 março 2009 às 13:11
Jornalista iraquiano atirador de sapato, é condenado.
O jornalista que atirou seus sapatos em George W. Bush, na época presidente dos EUA, foi sentenciado nesta quinta-feira (12) a três anos de prisão após ser julgado por "ameaçar um chefe de estado estrangeiro". A defesa de Muntadher al-Zaidi afirmou que vai recorrer, porque Bush não estava no Iraque em visita oficial.
A sentença contra Muntadher al-Zaidi, de 30 anos, proferida pelo Tribunal Central Criminal de Bagdá, foi anunciada pela rede de televisão Al-Baghdadiya, emissora que emprega o jornalista.
Al-Zaidi, que tornou-se herói para milhares de iraquianos e árabes ao redor do mundo após o incidente de 14 de dezembro passado, chegou ao tribunal sob a proteção de um pesado esquema de segurança.
Não havia nenhum lugar sobrando na sala de julgamento da corte de Bagdá, que fica dentro da Zona Verde, única área que os ocupantes dominam completamente no Iraque. Cerca de 200 pessoas estavam presentes, entre familiares, advogados e curiosos.
Perguntado se era inocente, al-Zaidi reafirmou: "Sim, minha reação foi natural, como qualquer outro iraquiano (faria)".
O jornalista afirmou que foi surrado e sofreu todos os tipos de torturas enquanto esteve na cadeia.
O jornalista esta sendo tratado como se fosse um prisioneiro de guerra, após proferir o veredicto nesta quinta-feira (12), os 25 advogados de defesa deixaram a sala, que havia se transformado no caos completo. Alguns membros da família do jornalista gritavam: "Isso é um tribunal americano, filhos de cães", a decisão era política.
"Ele apenas expressou seus sentimentos. O que ele via era o sangue dos iraquianos aos seus pés, enquanto ouvia o presidente americano falar sobre suas conquistas no Iraque".
Al-Sadi também argumentou que, embora a lei iraquiana considere o incidente um ataque a um chefe de estado, "arremessar os sapatos não causou nenhum ferimento ou dano... seu objetivo foi insultar Bush pela dor que inflingiu aos iraquianos".
"Eu tive a sensação de que o sangue de iraquianos inocentes molhava meus pés, enquanto ele sorria e dizia que tinha vindo ao Iraque para jantar e dizer 'bye-bye'."
"Por isso eu tirei o primeiro sapato e o atirei, sem o atingir. Então, espontaneamente, tirei o segundo sapato e atirei, mas não consegui atingi-lo também. Eu não estava tentando matar o comandante das forças de ocupação do meu país".
Fonte: Al Jazira: http://english.aljazeera.net
Comentário de Alcebíades de Lima Oliveira em 5 janeiro 2009 às 11:52
O Estado em qualquer regime ou forma de governo, sempre é e será terrorista. sempre perseguirá e aniquilará quem for que seja, sendo contra a ordem e a política de poderes.
 

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Era uma vez na Anatólia

A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.

Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.

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