Começo com a minha percepção: acho que a discussão sobre o tempo bastante atual, marcadamente aquela do historiador francês François Hartog com o seu "Regimes de Historicidade".
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No meio acadêmico do qual faço parte - a Universidade Federal do Piauí - a História Cultural e os paradigmas pós-estruturalistas são os mais praticados. A maioria dos docentes, por aqui, trabalham com temáticas que giram em torno dos estudos de cidades, gênero, religiosidades, literatura, cinema, etc. Vejo a HC como um campo efluente, por demarcar uma série de possibilidades aos pesquisadores, visto que ampliou os domínios da História.
Permalink Responder até Márcio Macêdo Moreira em 1 novembro 2012 at 23:14
Tendências: A História Cultural juntamente com o conceito de representação.
A História dos conceitos e a semântica histórica de Koselleck (dada a importância dos conceitos de espaço de experiência e horizonte de expectativa).
A História Social Inglesa com destaque para o conceito de experiencia em Thompson.
A história e a didática em Jorn Rusen.
Permalink Responder até ve historia em 2 maio 2013 at 11:25
Vamos discutir mais sobre a história dos conceitos de Koselleck!?
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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