Que tendências temáticas você observa atualmente no campo da Teoria da História?

Começo com a minha percepção: acho que a discussão sobre o tempo bastante atual, marcadamente aquela do historiador francês François Hartog com o seu "Regimes de Historicidade".

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É um campo de estudos interessante, esse da Teoria da História. Além da discussão sobre o tempo, como ressaltou o Bruno, há também temas muito discutidos no passado e ainda longe de um termo final no presente. Por isso esses temas nunca deixam de ser atuais, na minha opinião. Penso, por exemplo, no estatuto da verdade histórica e no papel desempenhado pela narrativa no trabalho do historiador, duas problemáticas que também podem surgir imbricadas em uma mesma análise.

No meio acadêmico do qual faço parte - a Universidade Federal do Piauí - a História Cultural e os paradigmas pós-estruturalistas são os mais praticados. A maioria dos docentes, por aqui, trabalham com temáticas que giram em torno dos estudos de cidades, gênero, religiosidades, literatura, cinema, etc. Vejo a HC como um campo efluente, por demarcar uma série de possibilidades aos pesquisadores, visto que ampliou os domínios da História.

Tendências: A História Cultural juntamente com o conceito de representação.

                   A História dos conceitos e a semântica histórica de Koselleck (dada a importância dos conceitos de espaço de experiência e horizonte de expectativa).

                   A História Social Inglesa com destaque para o conceito de experiencia em Thompson.

                   A história e a didática em Jorn Rusen.

                   

                   

Vamos discutir mais sobre a história dos conceitos de Koselleck!?

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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