Com esses grandes historiadores me alinho. Estudei e estudo História porque sempre amei a História, o conhecimento e a compreensão do passado humano, como e porque as pessoas fizeram o que fizeram, foram o que foram, pensaram o que pensaram. Esse conhecimento não tem nenhuma utilidade prática ou funcional para o nosso dia-a-dia. Esse conhecimento é simplesmente bom em si, porque é bom conhecer as coisas, é bom conhecer o que aconteceu, o passado, independente de sua utilização prática atual.”

 

citação de uma apostila da disciplina de introdução aos estudos históricos!

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O estudo de História e similar ao aproveitamento que temos de viajar no tempo e buscar informaões que ficaram perdidos no passado e que hoje são resgatados por nos históriadores , esse e o nosso objetivo o resgate desses documentos que fazem parte do nosso cotidiano social , essa influ^encia toda e dinâmica aos nossos olhos olhos que vão em buscar de novos conhecimentos .
Claro Francisco, tive aulas com a atual reitora da Universidade Regional do Cariri - URCA e esta professora afirmava que quem fazia resgate era corpo de bombeiros não a história, percebo que temos a responsabilidade de conservar e preservar os documentos do passado, mas as interpretações não serão, por que o passado ja passou o que podemos ter apenas a interpretação e  esta interpretação tambem depende do historiador que está visualizando este passado.
Realmente quem faz resgate é o corpo de bombeiros, como disse a professora do João Paulo Flores Torres. As vezes não conseguimos ter em mente uma separação bem nítida sobre o que é o "passado" e o que é a "história". O passado é tudo aquilo que já passou, e está lá no passado. A história é o estudo deste passado, uma operação que o historiador faz. Passado e história são coisas diferentes. E como o passado está no passado, lugar bem localizado, nós, historiadores, não resgatamos nada.
Maldito Positivismo que aliena a cabeça das pessoas que veem a História baseada na vida de grandes homens e acontecimentos,enquanto não houver uma separação clara disso,teremos pensamentos como este!
Sim e num curso de graduação, onde vamos parar
Para que serve a História afinal? Alguns professores me disseram: "Para que conhecendo os erros do passado, não os repitamos no futuro". E qual o maior erro do passado? Nações buscando a hegemonia sobre o planeta. Em outras palavras, guerras. Então vimos a História das grandes nações do passado: Egito, Grécia, Roma, Mesopotâmia, Pérsia e vimos suas derrocadas. Estudamos tudo isso em qualquer parte do mundo na chamada História Universal. Os erros da civilização antiga não evitaram que a França, Portugal, Espanha, Inglaterra cometessem os mesmos erros. Também não evitaram que a Alemanha, a Itália e o Japão tentassem dominar o mundo. Derrotados nas suas ambições, seus erros não ensinaram a União Soviética e os Estados Unidos que o desejo de se sobrepor a todos leva ao enfraquecimento e à decadência. Então meus amigos, para que serve a História? Vejam bem, eu não estou dizendo que ela não serve. Eu quero que me digam: Para que serve a História afinal?
Esta afirmação de que a história não tem utilidade prática é interessante pois ela é recorrente. Maria Yedda Linhares também afirmou algo parecido: "Há quem diga que a história é a mestra da vida. A história não é mestra de coisa alguma, porque se fosse, o mundo não seria tão ruim como é. Se a história servisse para alguma coisa, os estadistas saberiam evitar os erros que cometem. Acho que a história não serve para nada." Mas depois em sua entrevista para a Estudos Históricos afirma que a história ajuda a entender o por quê as coisas são. É algo parecido com o que a Silvaniza Maria Vieira Ferrer indagou. E então, para que serve a história? O estudo da historiografia é útil pois revela, pelo menos, para que servia a história. Lá com Heródoto era para preservar os conhecimentos sobre as civilizações; no século XIX ela era para edificar um Estado nacional forte. Isto aconteceu tanto aqui no Brasil, com o IHGB, quando na Europa - como no caso da Alemanha, com a dita "escola metódica". Hoje em dia, em nosso tempo, a história serve, no mais das vezes, para acumular papel em bibliotecas. Estuda-se a história por um problema individual, que muitas vezes tem pouco a ver com mundo real extra-academia.

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Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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