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Permalink Responder até Carlos Alberto dos Anjos Afonso em 11 janeiro 2010 at 9:48
Permalink Responder até getulio miranda barbosa jr em 19 janeiro 2010 at 16:04
Permalink Responder até Leandro Santos em 21 janeiro 2010 at 8:28

Permalink Responder até getulio miranda barbosa jr em 30 janeiro 2010 at 17:19
Permalink Responder até Pedro Abder Nunes Raim Ramos em 3 agosto 2010 at 12:49
Permalink Responder até Marcelo Andreatta em 28 fevereiro 2010 at 16:20
Permalink Responder até eduardo martins pereira em 17 agosto 2010 at 13:30
Permalink Responder até Thiago Tomas Santos Rodriguês em 15 dezembro 2010 at 10:37
"Que é história?" de E. H. Carr
"História e Verdade" de Adam Schaff
"História pensada" livro organizado por Estevão de Rezende Martins publicado recentemente. Uma boa iniciação ao tema do historicismo do séc XIX. Uma boa indicação, embora diferente, é "Mimesis" de Erich Auerbach. Há um capítulo em que o alemão fala sobre o historicismo. O filólogo consegue sintetizar em alguns parágrafos palavras repletas de significados precisos a respeito do tema. Se não me engano é quando ele fala da obra de Goethe, mas não tenho certeza.
Gosto bastante dos livros do José Carlos Reis também.
Permalink Responder até luiz cezar upinho caetano do nas em 15 janeiro 2011 at 15:07
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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