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Bruno Leal

Teoria da História

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Teoria da História

Grupo de debates sobre teoria e escrita da história. Se o passado é um país estrangeiro, seriam os historiadores, em certa medida, exilados por excelência?

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Última atividade: 15 horas atrás

Escrevendo novos passados

"Pra poesia que a gente não vive..."

De certo ponto de vista, todo historiador tem um pouco de poeta, assim como toda história tem uma pitada de poesia.

O historiador é aquele que fala da perda do passado, do irrecuperável objeto seu de cada dia. Escrever História é falar daqueles que já se foram, das coisas que não voltam. E ao mesmo tempo é falar daqueles e das coisas que não querem ir.

Escrever História é dançar com fantasmas, mas sem privá-los de pronunciar algumas palavras. Escrever história é contar aos outros, histórias de outros outros. É a maneira que encontramos pra poesia que a gente não vive.

E a história que você escreve? De que é feita? De que forma você constrói o conhecimento da experiência? De quais formas a teoria organiza e sistematiza o que você chama de História? Seja bem-vindo.


cena do filme "Asas do Desejo", de Wim Wenders

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Bruno Leal

Qual livro você indicaria para uma boa formação em Teoria da História? 34 respostas 

Iniciado por Bruno Leal. Última resposta de Oziane Mota 6 Nov.

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História e Filosofia 2 respostas 

Iniciado por Danilo Linard. Última resposta de Leonardo Luchini Fortinho 26 Set.

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O que fazemos é apenas literatura? 7 respostas 

Iniciado por Sheila Cruz. Última resposta de Martin Kreuz 28 Ago.

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Valter Pitta Moreira Comentário de Valter Pitta Moreira em 22 novembro 2009 às 9:56
Hititas
Os Hititas eram um povo indo-europeu que, no II milénio a.C.,
fundou um poderoso império na Anatólia central (atual Turquia),
cuja queda data dos séculos XIII-XII a.C..
Em sua extensão máxima, o Império Hitita compreendia
a Anatólia, o norte e o oeste da Mesopotâmia até a Palestina.

Para ler...
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Mais artigos sobre os Povos da Antiguidade...

acesse: www.povosdaantiguidade.blogspot.com
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·٠•● Confira outros artigos ●•٠·

Hicsos
Os Hicsos foram um povo asiático que invadiu o Delta do Nilo,
iniciando a XV dinastia egípcia,
no denominado segundo período intermediário do Antigo Egito.

Para ler...
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Batalha de Kadesh
A Batalha de Kadesh travou-se entre o Egipto (sob a égide de Ramses II)
e o Império Hitita (liderado por Muwatali), às margens do rio Orontes,
junto à cidade-fortaleza de Kadesh (localizada na moderna Síria).

Para ler...
Clique aqui

A »Cortina de Ferro« da Antiguidade
Quando uma fenda atravessa a Europa.
Um ótimo artigo que fala sobre a história da muralha de Adriano
e dos Limes do Danúbio e do Reno.

Como é o dia-a-dia dos legionários, as cidades e aldeias fronteiriças,
o comércio, o patrulhamento das Legiões Romanas nas regiões,
como lidavam com as tribos germanas nos limes e muito mais...

Para ler...
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Tenha um ótimo domingo!

Um grande abraço!!!

Valter Pitta
www.universodahistoria.blogspot.com
Claudio Estevam Comentário de Claudio Estevam em 4 novembro 2009 às 15:31
CICLO DE PALESTRAS.
MARIGHELLA VIVE
UMA HOMENAGEM A ESTE GRANDE BRASILEIRO.
DEBATES E LANÇAMENTO DE LIVROS.
DIAS 11, 12 E 13 DE NOVEMBRO.
LOCAL: ASSOCIAÇÃO SHOLEM ALEICHEM (ASA) RUA São Clemente, 155 – BOTAFOGO -(próximo à estação do metrô BOTAFOGO) - RIO DE JANEIRO.
HORÁRIO: DAS 19h00min até 21h00min h.
INSCRIÇÕES GRATUITAS PELO EMAIL: cemobafluminense@terra.com.br
Ou na ASA, duas horas antes da abertura (dia 11/11 das 17h00min até 18h45minh). VAGAS LIMITADAS.

PROGRAMAÇÃO
11/11/09 - Quarta-feira – ESTADO, AUTORITARISMO E VIOLÊNCIA
JOÃO BATISTA DAMASCENO (MEMBRO DA ASSOCIAÇÃO JUIZES PARA A DEMOCRACIA).
12/11/09 – Quinta-feira – O ATO INSTITUCIONAL Nº 5 e a REPRESSÃO - Professor RUBIN S. LEÃO DE AQUINO (AUTOR DE LIVROS DE HISTÓRIA).
13/11/09 – Sexta-feira – “CARLOS, A FACE OCULTA DE MARIGHELLA” - EDSON TEIXEIRA – PROFESSOR E ESCRITOR e “MARIGHELLA E A ALN”
CARLOS EUGÊNIO PAZ – ESCRITOR, MILITANTE E DIRIGENTE DA ALN.

VENHA E PARTICIPE!
Para se inscrever envie: Nome, endereço, profissão, endereço de e-mail. E aguarde a confirmação da sua inscrição.
Visite nosso site: www.cemobafluminense.com.br
Apoio: Associação Sholem Aleichem.
Filipe Sales de Oliveira Comentário de Filipe Sales de Oliveira em 31 outubro 2009 às 9:55
Bem, na apresentção do grupo tem muitas falas interessantes, do ponto de vista teórico-metodológico, mas algo me incômoda. Bem, por mais que pareça que a História seja o estudo do passado isso não é feito de maneira concreta. Em outras palavras, tudo que estudamos são estudos de teoria e metodologia. Porque o que estudamos não é o passado tal como ele existiu, mas sim as concepções dos primeiros historiadores daquele período até a historiografia mais recente sobre tal. Por exemplo, o estudo sobre o o período holandês, ele começa com as leituras dos cronistas daquela época para chegar até a historiografia dos institutos históricos doséculo XIX e a mais recente as obras do Evaldo Cabral de Mello. Então, fica evidenciado que a história se ocupa não do passado, mas da produção do conhecimento sobre o passado. Nesse sentid a frase de Calvino é posta sem medo aqui: "De todas as mudanças de linguagem que o viajante deve enfrentar em terras longíquas, nenhuma se compara à que o espera na cidade de Ipásia, porque a mudança não concerne as palavras , mas às coisas". Para Calvino o passado era as coisas concretas, para o historiador pode se dizer duas palavras: representação e abstração.
Hugo Leonnardo Cassimiro Comentário de Hugo Leonnardo Cassimiro em 11 setembro 2009 às 14:27
Acompanhem a discussão sobre a atualidade do marxismo em http://cafehistoria.ning.com/forum/topics/karl-marx-atualidade?page=1&commentId=1980410:Comment:220235&x=1#1980410Comment220235
Asmodeus Comentário de Asmodeus em 4 agosto 2009 às 14:39
A interdisciplinariedade faz da Nova História um campo fértil de possibilidades de pesquisa; agregar disciplinas alheias, perfaz uma complementação da História. A economia, demografia, linguística, psicologia, antropologia e demais áreas assimiladas pelos historiadores ao longo das gerações dos Annales, são um extenso exemplo de que a historiografia desenvolve (e continua se desenvolvendo) com as ciências sociais, inclusive a História política, tão combatida pela Nova História a um bom tempo.
Diogo Nunes Comentário de Diogo Nunes em 29 julho 2009 às 1:48
Novos grupos:

HISTÓRIA & PSICOLOGIA: http://cafehistoria.ning.com/group/historiaepsi

HISTÓRIA DAS SENSIBILIDADES: http://cafehistoria.ning.com/group/histriadassensibilidades

IMAGINAÇÃO E IMAGINÁRIO SOCIAL:
http://cafehistoria.ning.com/group/imaginaoeimaginriosoc
ADAILTON ANDRADE Comentário de ADAILTON ANDRADE em 16 julho 2009 às 20:21
No século XIX, a aplicação do pensamento formulado por Auguste Comte na área de análise histórica acreditava que os pesquisadores deveriam encontrar o fator que determinasse a verdadeira história: ela seria algo indiscutível e localizada através dos documentos governamentais que jamais estariam errados, com omissões, ou deturpados. De acordo com tal forma de análise, apenas as histórias militares e políticas teriam importância de serem verificadas. Após a localização dos fatos do passado, deveriam ser criadas leis gerais que explicassem todos dados coletados. A quantidade de leis deveria ser a mínima possível, até se alcançar uma lei única e universal.
Peter Burke, conhecido historiador inglês, busca os elos entre historiadores e cientistas sociais, como antropólogos, sociolingüistas, psicólogos sociais e especialistas em comunicações e geografia. Suas conclusões chamam a atenção para a profundidade das conexões entre essas disciplinas e para a necessidade de que tais ligações sejam reconhecidas por seus praticantes.
James Emanuel de Albuquerque Comentário de James Emanuel de Albuquerque em 6 junho 2009 às 5:43
Gaston Bachelard
Em
“Rationalisme”


“Acreditava-se que a ciência era real por seus objetos e hipotética pelas ligações estabelecidas entre os objetos.
Ante a mínima contradição, ante a mínima dificuldade experimental, abandonavam-se essas hipóteses de ligação que se rotulavam de convencionais, como se uma convenção científica tivesse outro meio de ser objetiva além do caráter racional!”.



“Agora os objetos é que são representados por metáforas; é sua organização que representa o papel de realidade.
Em outras palavras, o hipotético agora é o nosso fenômeno; porque nosso contato imediato com o real só vale como dado confuso, provisório, convencional e esse contato fenomenológico exige inventário e classificação.
Por outro lado, a reflexão é que dará novo sentido ao fenômeno inicial, ao sugerir uma seqüência orgânica de pesquisas, uma perspectiva racional de experiências.
A priori, não podemos ter qualquer confiança na instrução que o dado imediato pretende nos fornecer.
Nem é juiz, nem testemunha; é um acusado, réu que cedo ou tarde se convence de mentira.
O conhecimento científico é sempre a reforma de uma ilusão”.






BACHELARD, Gaston. Epistemologia. Trechos escolhidos por Dominique Lecourt. Tradução de Nathanael C. Carneiro. Rio de Janeiro: Zahar Editores, 1977.

Sobre o Bachelard clique AQUI!
Asmodeus Comentário de Asmodeus em 5 junho 2009 às 15:21
hm^_^q bom Maria!
Agradeço sua participação aqui na Teoria da História; não é todos os dias que uma doutoranda passa por aqui!
Um abraço^_^
Maria Thereza Amaral Comentário de Maria Thereza Amaral em 5 junho 2009 às 15:13
Asmodeus,

Agradeço demais sua atenção.
Dois destes livros já li há algum tempo, o de Foucault e o de Bloch, eu perguntei por algo mais específico em teoria da história.
E concordo com a grande maioria de seus apontamentos, embora não se aplique ao que faço.
Em tempo, sou doutoranda em História da Ciência na PUC-SP.
De novo agradeço sua atenção e esclarecimentos.
 

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BESOURO

Bahia, década de 20. No interior os negros continuavam sendo tratados como escravos, apesar da abolição da escravatura ter ocorrido décadas antes.

Entre eles está Manoel (Aílton Carmo), que quando criança foi apresentado à capoeira pelo Mestre Alípio (Macalé). O tutor tentou ensiná-lo não apenas os golpes da capoeira, mas também as virtudes da concentração e da justiça. A escolha pelo nome Besouro foi devido à identificação que Manuel teve com o inseto, que segundo suas características não deveria voar. Ao crescer Besouro recebe a função de defender seu povo, combatendo a opressão e o preconceito existentes.

O filme Besouro é um épico em que fantasia e registro histórico se misturam no cenário deslumbrante do Recôncavo Baiano dos anos 20.Inspirado em fatos reais, Besouro combina aventura, paixão, misticismo e coragem sobre este um personagem que se tornou no contexto da capoeira. De certa forma, o filme aproxima-se de outros filmes que abordam lutas, como os chineses contemporâneos Herói e O Tigre e o Dragão.

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  • miriam rodrigues de miranda
  • Carlos Fabricio Vilard Gomes
  • Luciano Everton Costa Teles
  • Yone Ramos Maques de Oliveira
  • Daniel Freitas de Oliveira
  • Ana Leila Borjas
  • Áurea Carla Vasconelos
  • Carioca Educado Cativante
  • deise dos santos passos
  • Sergius Augustus Prince Gladier
  • rodrigo  macapa
  • Marcia Elisa Vizú
  • Juan Carlos Hernandez Garcia
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