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Segunda Guerra Mundial

Fórum de debates de assuntos relacionados à 2ª Guerra Mundial.

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Comentário de Erica Gomes Daniel Monteiro em 27 agosto 2014 às 19:22

Amantes da 2 Guerra Mundial, acaba de ser divulgado no instagram do café da História meu livro Quando a Guerra é um Negócio: FD Roosevelt, Iniciativa Privada e relações interamericanas na 2 Guerra Mundial. Quem se interessar pela compra é só enviar deixar uma mensagem que envio pelos correios. abraços 

Comentário de Reinaldo Seriacopi em 3 junho 2014 às 17:28

Professores, tomo a liberdade para deixar a sugestão de dois endereços na internet inteiramente voltados ao professor de História do ensino básico.

Um deles é o site www.historiaeimagem.com. br e o outro é a fanpage do FB www.facebook.com/historiaeimagem.

Em ambos os endereços, existem muitas dicas e sugestões que podem ajudar o professor em seu dia a dia na sala de aula.

Comentário de Cesar Augusto Diniz Costa Junior em 27 março 2014 às 14:18

Sim foi verdade! Inclusive o nome da operação!

Comentário de Rodrigo Ferreira Lima em 27 março 2014 às 12:34

Alguém sabe explicar se a tentativa de assassinar Hitler tem alguma coisa a ver com o Filme estrelado pelo Tom Cruise "Operação Valquiria"??

Comentário de ISRAEL SÉRGIO em 23 novembro 2013 às 16:28

O primeiro campo de extermínio foi Chelmno, inaugurado em Warthegau (parte da Polônia anexada à Alemanha) em dezembro de 1941.  Os mortos eram principalmente judeus que juntamente com ciganos roma foram mortos por envenenamento em furgões de gás. Em 1942, no Generalgouvernement, um território no interior da Polônia ocupada, os nazistas inauguraram os campos de extermínio de Belzec, Sobibor e Treblinka, conhecidos coletivamente como “Campos da Operação Reinhard”, com o objetivo de assassinar sistematicamente os judeus poloneses. Nos campos de extermínio da Operação Reinhard, as SS e seus colaboradores mataram aproximadamente 1.526.500 judeus, entre março de 1942 e novembro de 1943.

Praticamente todos os deportados que chegavam a estes campos eram imediatamente enviados para a morte nas câmaras de gás, à exceção de alguns poucos que eram escolhidos para trabalhar nas equipes de trabalho conhecidas como Sonderkommandos, compostas por judeus que tinham por obrigação dispor dos corpos dos israelitas após os nazistas os haverem assassinado.  O maior campo de extermínio foi Auschwitz-Birkenau, que no começo de 1943 já possuía quatro câmaras de gás que operavam com o gás venenoso Zyklon B. No auge das deportações, mais de 6.000 judeus eram asfixiados por dia com este gás, em Auschwitz-Birkenau, Polônia. Até novembro de 1944, mais de um milhão de judeus e milhares de ciganos roma, poloneses, e prisioneiros de guerra soviéticos lá foram mortos.

Embora muitos estudiosos considerem o campo de Majdanek como um sexto campo de extermínio, pesquisas recentes comprovam que o campo Lublin/Majdanek era utilizado para outras funções e operações. Dentro da estrutura da Operação Reinhard, Majdanek servia principalmente como ponto de concentração de judeus que os alemães poupavam no momento para serem usados como trabalhadores escravos, embora ocasionalmente funcionasse também como local de extermínio para vítimas que, por razões diversas, não podiam ser mortas nos campos de extermínio da Operação Reinhard: Belzec, Sobibor e Treblinka II.  O campo também possuía um depósito para armazenagem de bens e objetos de valor tomados dos judeus nos campos de extermínio. As SS consideravam os campos de extermínio como ultra-secretos. Para destruir todos os rastros das operações de genocídio, unidades especiais de prisioneiros denominadas,  Sonderkommandos, compostas por judeus, eram forçadas a remover os corpos das câmaras de gás e a cremá-los. As dependências de alguns campos de extermínio foram reestruturadas ou camufladas de modo a mascarar o assassinato de milhões de seres humanos que ali se processava.

Israel sergio

Comentário de ISRAEL SÉRGIO em 23 novembro 2013 às 16:20

Esta online uma exposição de Aristides de sousa Mendes retrata uma historia de um diplomata Banido pelo governo português Visitem será uma surpresa.

Israel Sergio

Comentário de Renato Zanardelli em 22 novembro 2013 às 14:37

pessoal instala no celular um app chamado zello é como se fosse radio amador vcs conversa em varias salas no brasil e no mundo, e tenho uma sala chamada fanáticos pela segunda guerra mundial ae debatemos sobre filmes ,guerras tudo sobre a segunda guerra mundial esse aplicativo é para android iphone e windows basta instalar cadastrar e falar com o mundo, e visita minha sala ( fanáticos da segunda guerra mundial.) é muito bom fazer amizades e minha sala já está no ar na foto do perfil tem o primeiro ministro britânico winston churchill.

Comentário de Dima Madureira em 14 outubro 2013 às 17:56

Última entrevista com Erich Priebke

Faleceu a 11 de outubro de 2013, o mais antigo prisioneiro da Segunda Guerra Mundial, o alemão Erich Priebke. Perseguido implacavelmente por aquela comunidade movida a um ódio insano, Priebke nunca se retratou por aquilo que foi acusado ou amenizou sua participação no regime nacional-socialista. Uma fortaleza de retidão e honra na defesa dos valores de seu povo.

Sr. Priebke, há alguns anos você disse que não iria negar seu passado. Aos 100 anos, você ainda pensa desta forma?

Sim.

O que você quer dizer exatamente com isso?

Eu decidi ser fiel a mim mesmo.

Então você se sente ainda hoje como um nacional-socialista?

A lealdade ao seu próprio passado é algo que tem a ver com nossas convicções. É o meu jeito de ver o mundo, meu ideal, aquilo que foi a cosmovisão para nós, alemães, e que ainda está ligado ao amor próprio e ao sentimento de honra. A política é uma outra coisa. O Nacional-Socialismo caiu com a derrota e hoje não tem para ele qualquer perspectiva de se estabelecer.

Essa cosmovisão, a qual você se refere, compreende também o antissemitismo?

Se você quiser realmente reconhecer a verdade com sua pergunta, é necessário abrir mão de alguns clichês próprios e preconceitos: criticar não significa que você queira destruir alguém. Desde o início do século XX, na Alemanha, o comportamento dos judeus era criticado abertamente. O fato dos judeus terem angariado para si um enorme e crescente poder econômico e, consequentemente, o poder político, enquanto perfaziam apenas uma pequena parcela da população mundial, foi considerado uma grande injustiça. Ainda hoje é um fato que, se tomarmos as mil pessoas mais ricas e poderosas do mundo, nós teremos que reconhecer que uma significativa parcela delas são judeus, banqueiros ou acionários de multinacionais. Principalmente após a derrota na Primeira Guerra Mundial e sob o julgo do Tratado de Versalhes, a imigração judaica proveniente do leste europeu levou a uma situação catastrófica na Alemanha, precipitada por um enorme acúmulo de capital dentro de poucos anos, enquanto neste mesmo período, na República de Weimar, a grande maioria dos alemães vivia na penúria. Neste ambiente, os agiotas multiplicaram seu patrimônio e cresceu o sentimento de frustração contra os judeus.

É uma velha história, segundo a qual é permitido aos judeus a prática da usura, enquanto esta é proibida aos cristãos. Qual é verdade para você?

Certamente não é minha ideia. Basta ler Shakespeare ou Dostoievski para reconhecer que de fato havia um problema semelhante com os judeus dentro da perspectiva histórica, de Veneza até São Petersburgo. Isso não significa que naquela época os judeus eram os únicos agiotas. Eu compartilho uma citação do poeta Ezra Pound: “Eu não vejo qualquer diferença entre um agiota judeu e um agiota ariano.”

Por causa de tudo isso você acha justificável o antissemitismo?

.... Veja o resto em Inacreditável

Comentário de Durval Lourenço Pereira Junior em 20 setembro 2013 às 12:56

Que tal o Café História publicar uma entrevista/homenagem a um dos mais dignos representantes da história do Brasil na II GM, o Capitão Ary Roberto de Abreu, pracinha da FEB?

http://olapaazul.com/2013/09/19/o-homem-de-ferro-mineiro/

Comentário de ISRAEL SÉRGIO em 2 julho 2013 às 11:52

Mais vesitem o sitio da aristides de sousa mendes  exposiçao e testemunhos

Israel sergio

 

 

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Cine História

A Oeste do fim do mundo

Está em cartaz nos cinemas brasileiros a co-produção Brasil-Aregentina, "A Oeste do fim do fo mundo", de Paulo Nascimento.

Sinopse: Leon (César Troncoso) é um homem introspectivo que vive em um velho posto de gasolina, perdido na imensidão da estrada transcontinental entre a Argentina e o Chile. Seu único amigo é Silas (Nelson Diniz), um brasileiro que volta e meia o visita para trazer peças para consertar a moto dele. Um dia, a paz de Leon é abalada com a chegada de Ana (Fernanda Moro), uma mulher que escapou da tentativa de abuso sexual de um caminhoneiro com quem tinha pego carona. Sem ter para onde ir e no meio do deserto, Ana recebe abrigo de Leon inicialmente para apenas um dia. Só que o tempo passa e ela não consegue sair do local.

café história acadêmico

Felipe II: confira na íntegra a tese de doutorado do historiador José Carlos Vilardaga: "São Paulo na órbita do Império dos Felipes: conexões castelhanas de uma vila da América Portuguesa durante a União Ibérica (1580-1640)". O trabalho foi defendido em 2011 na Universidade de São Paulo.

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