A entrada dos EUA na guerra; O revez na campanha Russa; A campanha na Normandia "O Dia D", são acontecimentos chaves que minaram a Máquina de Guerra Nazista e que culminaram com a derrota da Alemanha na II Guerra Mundial. No entanto, fatos Históricos como: O súbito fim da Campanha da Grã-Betanha (Guerra da Inglaterra) e o início da Campanha Russa, o que possibilitou a recuperação das forças britânicas; O sucesso da Operação Dínamo (dos Britânicos), que resgatou 338.226 soldados aliados, possibilitada pela controvérsa decisão de Hitler de parar o avanço das Divisões Blindadas nas praias de Dunquerque,
(litoral francês) quando estas estavam para dizimar o exército alidado que ainda lutava quando da tomada da França pelos nazista, aliás, decisão esta, muito criticada por vários de seus generais (na surdina é claro); A imprecisão da inteligência Alemã quanto ao local do desembarque das tropas aliadas no Dia D; A indecisão e, posteriormente, a não adoção da extratégia proposta a Hitler pelo Marechal Gerd Von Rundstedt, de repelir os aliados, ainda a beira-mar, impedindo que eles pusessem os pés na praia; A viagem do Marechal Germânico Erwin Rommel, responsável por repelir qualquer tentativa de invasão na Europa, à cidade de Ulm, em seu pais natal, para celebrar o aniversário da esposa, certo de que aquela terça-feira (Dia D) seria apenas mais uma no calendário. E por fim, O lider máximo da "Grande Alemanhã Nazista" se dava ao luxo de dormir até tarde, vejam só. É pessoal, naquele dia decisivo de 06 de junho de 1944, Hitler, só foi acordado por seus generais às 09:00 hs da manhã, quanto que, a operação, já havia começado desde os primeiros minutos daquele dia, são acontecimentos que provam o quanto a adoção de estratégias frágeis, a falta de comando no front e a arrogância, que tendem a subestimar o inimigo, podem, se não decidir, mais mudar os rumos de uma guerra.
Pergunto! O que mais contribuiu para a derrota da Alemanha Nazista: A superioridade aliada em número e organização, as estratégias erroneas ou arrogância de Hitler e de seus generais, que se achavam tão superior aos aliados que os subestimaram em momentos chaves do conflito??

Pessoal! Ótima Fonte para estudos do assunto:
http://veja.abril.com.br/especiais_online/segunda_guerra/

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Respostas a este tópico

a derrota no volga, em stalingrado (coração de stalin), na africa do norte e a não invasão da grã bretanha quando tinha oportunidade, logo após dunquerque!
Acho que ter perdido o foco de tomar Moscou e partir para os campos de petróleo ao sul da URSS foi um erro grande que Hitler cometeu e o impediu de derrotar os soviéticos. O front russo já era muito amplo e combater em várias frentes ali, tendo o inverno como pior inimigo, ficou inviável para o exército alemão.

Do lado dos aliados, acho que a quebra do código Enigma foi essencial para obter vantagem em várias batalhas decisivas contra a Alemanha, sem falar que as informações também eram passadas aos russos.

A análise do Álvaro foi muito boa.
O pacto nazi soviético, quebra deste e a guerra em duas frentes, hitler deveria acabar com a Grã Bretanha enquanto o grosso da força expedicionária estivesse na França e depois partir para uma guerra contra os Estados Unidos!
e a ignorancia de hitler em questões militares....
Na verdade foram evacuados por volta de 120 mil homens em Dunquerque.
Martin Gilbert, no seu livro "A segunda Guerra Mundial", fls. 119, menciona que foram evacuados 338226 homens em sete dias.

O assunto também foi abordado pelo forum de "Leonardo Quartieri", onde escrevi:

O Exército Vermelho efetivamente derrotou Hitler, suportando a quase totalidade da luta contra a Alemanha, de 1941 a 1945.

A contribuição dos aliados ocorreu, inicialmente, no Norte da África, em 1941, contra o afrikakorps de Rommel e seus aliados italianos. Após derrotá-los, em 1943, invadiram a Itália.
A ausência de uma segunda frente de luta foi uma reclamação constante dos Soviéticos, que os Aliados, por falta de preparo, só puderam atender com o desembarque em 6 de junho de 1944, cujo sucesso dependeu, em parte, dos erros dos alemães.
Além disso, os Aliados efetuaram uma campanha de bombardeios estratégicos contra a Alemanha, prejudicando seriamente o esforço de guerra alemão e o seu poderio aéreo.
Outra contribuição dos Aliados foi o envio de suprimentos, através do Programa de Empréstimos e Arrendamentos, compreendendo alimentos, roupas, matérias-primas estratégicas, caminhões, locomotivas, vagões e armamentos em geral. Apesar de depreciada pelos Soviéticos, a importância dessa ajuda foi significativa.
David M Glantz & Jonathan House, no seu livro “Confronto de Titãs – Como o Exército Vermelho deteve Hitler”, 1ª edição, C&R Editorial, 2009, São Paulo, afirmam que:
“Se deixados com seus próprios aparelhos, Stalin e seus comandantes teriam levado de 12 a 18 meses mais para acabar com a Wehrmacht. O resultado final provavelmente teria sido o mesmo, exceto que os soldados soviéticos poderiam ter atravessado as praias até o litoral atlântico francês. Assim, se por um lado o Exército Vermelho sangrou pelos aliados, teria derramado muito mais sangue, por mais tempo, sem sua ajuda.”

A guerra custou pelos menos 29 milhões de baixas militares à União Soviética, enquanto quase 11 milhões de militares alemães caíram ou foram feitos prisioneiros no leste.
Durante muito tempo a informação predominante era a de que os aliados tinham ganhado a Segunda Mundial, ignorando a atuação relevante da União soviética. Tal fato era reforçado pelas histórias divulgadas pelos filmes e pela ausência de literatura sobre a guerra travada na União Soviética.

O principal obstáculo enfrentado por um grande império sempre foi a manutenção da ocupação. Roma mesmo negociava as terras distantes com o povo nativo, beneficiando alguns para manter o controle na região. Isso se dá pela seimples razão de que, para se manter um exército profissional em constante atividade o custo é incalculável (vide americanos nos dias atuais).

Assim sendo, o nazismo ampliou seus domínios além de sua capacidade  de recursos financeiros e humanos (efetivos militares). É claro que estou tratando de forma superficial esse tema que é deveras complexo. Há muitos fatores que vão da articulação dos aliados à resistência dos povos subordinados ao regime nazista; Motivação, ideologia, benefícios e alianças para manter os povos aliados, e tantos outros.

O conjunto desses fatores são determinantes para a manutenção ou queda de um grande império.

Abraço.

Prezados,

 

Guerras, digamos ser uma coisa normal, entre homens e entre suas instituições. Como sabemos, os gregos, na antiguidade clássica, já faziam observações e constatações sobre isso.

 

Não me preocupo tanto com a ascenção e queda da Alemanha, no decorrer da 2ªGM, em si. O que mais me preocupa, me intriga e me mobiliza a estudar a 2ª GM em si, é entender como um povo, como os alemãs, se permitiram ser influenciados por um partido nazista e por Hitler, que até bem pouco tempo da Guerra, eram desconhecidos pela grande maioria dos alemãs. Alguns estudiosos dizem que foi por causa da miséria da época, outros porque Hitler levantou o moral da nação abalado pelo Tratado de Versalhes, outros pelos planos políticos da "Grande Alemanha". Por qualquer que sejam as razões, esse povo o seguiu! Isso me preocupa não só porque até hoje, os alemãs são limitados internacionalmente a exercer determinadas posições em fóruns e organimos mundiais. E ao contrário do que muitas fontes estadunidenses afirmam, o nazismo não é extinto na Europa, ao contrário, está crescendo e se expandindo cada dia mais. Basta acerssarmos nos jornais europeus e nos brasileiros também, semanalmente, numerosos casos de violência e pregações de racismo de diversas naturezas e estes delinquentes, nem sempre tão jovens, com símbolos nazistas em roupas, no corte do cabelo e mesmo tatuados na pele. Durante o Entre Guerras, enquanto o nazismo não afetava a política e a economia internacional, os governos europeus, que sabiam o que estava acontecendo, não se mobilizaram politicamente. Contudo, após, efetivamente, afetar seus interesses político-econômicos, as potências ocidentais resolveram declarar guerra à Alemanha. Inclusive, em 1935, houve a assinatura de um acordo anglo-germânico autorizando a Alemanha a construir 35% dos 45% dos navios da Royal Navy (ou algo semelhante). Isso quer dizer que o Ocidente contribuiu para que Hitler transformasse a Alemanha na potência que foi na 2ª GM.

 

A cultura alemã é riquíssima, seja na arte, na música, na literatura. Eles fundaram a escola que salvou muitos historiadores da imparcialidade rankiana, dizendo que era possível a História ser ciência, podendo o historiador ter parcialidade em suas observações. Os alemãs que seguiram Hitler não foram exclusivamente, pobres sofridos e miseráveis, empresários e militares, mas também cientistas e acadêmicos. Pessoas esclarecidas que que estavam convencidas de que Hitler era um estadista. Tanto após a Guerra quanto nos tempos de hoje, muitos alemãs continuam a afirmar que Hitler foi o salvador da Alemanha e, quando perguntados sobre os campos de concentração nazistas dizem que Hitler foi traído por seus generais, não acreditando que pelas "mãos santas" de Hitler tantas pessoas foram mortas por tantas mãos assassinas hitleristas.    

 

Com certeza, Hitler não teria ascensão política que teve se não fosse pelo trabalho árduo e cego da nação germânica. Até hoje, para muitos alemãs, Htitler foi um herói. Óbvio que isso não é divulgado publicamente, mas as fontes ocidentais sabem disso. Será que, por detrás desse crescimento e expansão de movimentos nazistas na Europa e no mundo, há um suporte político nacional ou internacional? E aí, nessa minha empreitada acadêmica, busco nos Senhores (as) respostas: quais razões motivaram a nação alemã a seguir Hitler na 2ª GM?

 

Abs,

 

Fernanda  

Acredito que o motivo da derrota alemã na Segunda Guerra Mundial foi a impressionante capacidade de reação, de superação do povo russo. Seja pela obrigação, pelo medo de recuar no front e de ser morto pelos proprios conterrâneos, há de se levar em consideração a capacidade de se superar nas condições mais extremas possíveis para um ser humano: tortura, fome, frio, enfim foi com o sangue dos russos que se garantiu a paz na Europa. A grande maioria das forças militares de Hitler, pereceram em território russo. Passavam-se os anos de 1941/42/43 e somente em 1944, que houve uma significativa resposta dos EUA e da Inglaterra perante a agressão nazista, com o que chamamos de dia "D", ou seja, o desembarque na Normandia. Vejam,são três longos anos lutando praticamente sozinhos, pois o auxilio que recebiam é considerado insignificante se compararmos o quanto os aliados podiam oferecer. Churchil reclamava que seus navios eram quase todos abatidos no mar do norte antes de chegar a russia com suprimentos, por sua vez Stalin reclamava da falta de entrega e heroísmo dos seus aliados perante uma causa que era de toda a Europa: A destruição do ideal nazista.

Estudiosos da segunda guerra garantem que se os aliados nao agissem a tempo, os russos libertariam até Paris. A grande maioria dos campos de concentração nazista, foram os russos que libertaram.  A batalha de Stalingrado e as percas na região caucasiana, foi assimilada como um grande prejuizo, seja pela logistica do Exercito alemão, seja pela moral abalada, e isso se comprovou nas batalhas seguinte como em Kursk, maior batalha de tanques da história.

Mesmo empregando a grande maioria de suas forças na frente germano-soviética, Hitler não conseguiu mais êxitos em suas empleitadas. deslocava-se de outras frentes consideráveis contingentes militares mas não mais conseguiram deter a contra ofensiva russa que só veio parar em Berlim.

Cara Fernanda,

 

Também sou interessado em pesquisar sobre as causas da ascensão do nazismo, na Alemanha, sob a liderança de Hitler.

A caminhada de Hitler para o poder começou em maio de 1913, quando fixou residência em Munique. No início da Primeira Guerra Mundial alistou-se no Exército Bávaro, onde ganhou duas condecorações, mas não passou do posto de cabo.

Após o fim da Primeira Guerra Mundial, participou das reuniões do precursor do Partido Nazista, do qual se tornou sócio em 1920 e Presidente em 1921. Buscou o poder pela força, em 1923, com o “Putsch da Cervejaria”, cujo fracasso redundou na sua prisão e julgamento. Durante o período em que esteve preso, durante o ano de 1924, escreveu o livro “Mein Kampf”, com a ajuda de Rudolf Hess.

Em 1926 retomou o controle do Partido, que foi estruturado para aumento do número de associados, oriundos de vários setores da sociedade alemã, com objetivo de obter votos que colocariam seus representantes no Reichstag.

Em 1932 obteve a cidadania alemã e concorreu para a Presidência da Alemanha, sendo derrotado por Hindenburg, por seis milhões de votos. Naquele ano, o Partido Nazista conquistou 160 lugares no Parlamento (de um total de 584 lugares), constituindo o partido com maior representação. Em 30 de janeiro de 1933 foi nomeado Chanceler do Reich, após negociações e manobras políticas.

O plano de controle absoluto do aparelho político e militar da Alemanha foi iniciado pelo Ministro do Interior Hermann Göring, fiel seguidor de Hitler, que passou a controlar a Polícia da Prússia, maior Estado Alemão, com a colocação de membros das forças paramilitares nazistas nos postos mais importantes e tornando a SA uma força policial auxiliar.

Em seguida, os nazistas promoveram a encenação do “incêndio do edifico do Reichstag”, em 27 de fevereiro de 1933, que seria resultado da ação de comunistas contra o “novo governo”. Em conseqüência, os nazistas manobraram no sentido de que o presidente Hindenburg promulgasse um decreto que suspendia as liberdades civis, abolindo a liberdade de expressão, imprensa e reunião. Assim feito, os nazistas prenderam e afugentaram os seus principais opositores comunistas.

Nas eleições de cinco de março daquele ano, os nazistas obtiveram 44% dos votos, vencendo os partidos de oposição. No dia 23 de março, o Reichstag aprovou uma lei orgânica que transferia o poder legislativo para o gabinete de Hitler. O Reichstag deixou de existir e não houve eleições enquanto Hitler esteve no poder.

Em 30 de junho de 1934, sob o pretexto de que estaria em curso um “golpe de estado”, os nazistas promoveram a “Operação Kolibri”, também denominada de "Noite dos Longos Punhais" ou "Noite das Facas Longas".

A operação consistiu no expurgo de opositores de Hitler, inclusive de nazistas, cujo número deve ter excedido mil vítimas. Todos os registros dos assassinatos foram destruídos, por ordens de Göring e Himmler.

A “Operação Kolibri” consolidou a posição de Hitler como líder absoluto do povo alemão.

Paul R. Maracin, no seu livro “A Noite das Facas Longas”, edições texto & grafia, 1ª edição, 2010, Lisboa, Portugal, faz o seguinte comentário:

“A história de Hitler e dos homens que o seguiram é um labirinto de grandes e pequenos complôs, de subterfúgios e traições – que se contados em pormenor – encheriam as prateleiras de uma biblioteca imensa.” (pág.135)

As razões para a ascensão do nazismo, na Alemanha, são várias, dentre quais podemos enumerar:

- instabilidade econômica, social e política da Alemanha, após a primeira guerra mundial;

- liderança de Hitler sobre um partido e grupo de homens que dominaram uma nação;

- o discurso de Hitler, condenando os termos do tratado de Versalhes, culpando os judeus e apregoando a supremacia racial dos alemães;

- Após a tomada do poder, os nazistas proporcionaram uma fase de prosperidade para os alemães e a retomada dos territórios perdidos com a primeira guerra mundial;

- a propaganda foi um instrumento bastante utilizado pelos nazistas para divulgar uma falsa realidade dos acontecimentos.

 

 

 

gostaria de complementar a minha resposta,lendo e relendo as resposta dos nossos companheiros percebi que ninguem associa a derota alema ao fato de esta lutar praticamente sozinha no teatro europeu contra americanos,ingleses e mais um punhado de aliados que se organizaram e souberam tirar proveito da falta de sinergia dos exercitos do eixo,so para citar por exemplo os italianos muito pouco contribuiram para a maquina de guerra do eixo ,ja que ate seu parque industrial era defasado em relaçao aos aliados,a questao dos italianos deve ser olhada porque eles contribuiram muito pouco com o esforço de guerra,os japoneses tambem se tivessem sido mais incisivos em relaçao aos russos dividindo o fronte leste com os alemaes,isso comprometeria o esforço russo e aliviaria a pressao em cima dos alemaes e como ja citado uma serie de decisoes equivocadas fizeram o resto....

 

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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