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Permalink Responder até José Aparecido em 28 março 2008 at 0:12
Permalink Responder até Bruno Leal em 10 março 2012 at 11:12
Bruno, concordo com você. É uma questão bastante complexa.
Não seu se o nazismo era frágil desde o início. Penso que se fosse assim, ele não teria tido a força que teve.
Mas não tenho dúvidas também: o seu próprio projeto político e ideológico foi o que destruiu ele.
Permalink Responder até Gabriel em 29 agosto 2008 at 7:35
Permalink Responder até cleidivaldo moreira da cruz em 30 outubro 2008 at 10:57
Permalink Responder até Bruno Leal em 21 junho 2012 at 11:09
Eu discordo, Álvaro. Entendo o que você quis dizer. Mas o Pacto de Não-Agressão (que na verdade era um pacto de agressão contra outros países) durou 22 meses. Durante este período, Alemanha e URSS foram aliadas sim. A historiografia soviética tentou por anos negar as cláusulas secretas do pacto, sem sucesso, claro. O que aconteceu aos três Estados Bálticos, a Finlândia e a Polônia foi produto direto deste acordo. Não tem como explicar o que aconteceu a esses cinco países sem passar por um pacto de aliança entre aquelas duas potências.
Permalink Responder até Luiz Gustavo em 20 janeiro 2009 at 15:04
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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