Através desse grupo estudaremos todas as reliões e procuraremos entender o por que de muitas coisas.
Membros: 623
Última atividade: 20 Abr
Iniciado por Hideraldo Montenegro 20 Abr. 0 Respostas 0 Curtiram isto
Iniciado por Stefano. Última resposta de marcelo olegario ignez 1 Fev. 7 Respostas 0 Curtiram isto
Iniciado por Luiz Bento Pereira. Última resposta de Leonardo Stuepp 6 Jan. 10 Respostas 1 Curtiu isto
Iniciado por SERGIO CABELERA. Última resposta de Silvaniza Maria Vieira Ferrer 12 Nov, 2012. 25 Respostas 0 Curtiram isto
Iniciado por Alexandre Brito de Medeiros. Última resposta de joaquim schieder da silva 20 Out, 2012. 44 Respostas 1 Curtiu isto
Iniciado por Luciene. Última resposta de Luciene 28 Ago, 2012. 7 Respostas 0 Curtiram isto
Iniciado por Hideraldo Montenegro. Última resposta de Luiz Bento Pereira 30 Maio, 2012. 4 Respostas 0 Curtiram isto
Iniciado por Juliana Rocha Serafim. Última resposta de joaquim schieder da silva 28 Maio, 2012. 6 Respostas 0 Curtiram isto
Iniciado por Hideraldo Montenegro. Última resposta de joaquim schieder da silva 15 Maio, 2012. 11 Respostas 0 Curtiram isto
Iniciado por Rogério Fernandes da Silva. Última resposta de Rômulo da Gana Silva Felipe 1 Maio, 2012. 8 Respostas 1 Curtiu isto
Comentar
Comentário de Airton Lima em 16 abril 2011 às 16:55 Jesus nu palco
Jesus, a personagem mais expressada pelas artes (a infância sagrada do menino Jesus é pintada por volta do séc.XII. Até então a arte medieval desconhecia e/ou não buscava representar a infância) terá conhecido o teatro? Terá Ele estudado uma de sua técnicas vocais para uma melhor performance em suas pregações? Ou terá o Teatro aperfeiçoado sua técnica do Enxergar (!) a partir do estudo de alguns mambembes ao observarem a importância do olhar na falação de Jesus aos seus companheiros?
Jesus do Boff, Jesus do Saramago, Jesus do K.Gibran, Jesus do Lucas, Jesus do Ramarís, Jesus desse, Jesus daquele. De que referencias terá se utilizado o arrependido algoz dos cristãos, o judeu São Paulo, para defini-lo?
Não será Marx o Jesus reencarnado?
Se ressuscitado... , hoje, depois de ter cumprido toda a agenda dos cadernos de cultura, a quem daria o troféu de melhor interprete?
Acredito que é necessário haver diferentes religiões, pois as pessoas buscam um grupo social que se identifiquem, e como são muito diversas(as pessoas), logo os grupos são diversos. "Posso ter fé no mesmo Deus que você, mas para chegar em um determinado nível de elevação penso que devo percorrer este caminho,ou este, ou aquele..." é assim que as pessoas pensam sua religião em comparação às outras, até porque ninguém tem certeza absoluta porque fé é um sentimento que não se discuti, religião sim porque consiste numa conduta ética e moral que o indivíduo se apropria.
A religião é boa quando vivida de forma pacífica e justa, consigo mesmo e com os outros. Quando incentiva o indivíduo a respeitar seu próximo em qualquer situação, a respeitar o meio onde vivemos, a relacionar fatos da sua vida com atos passados e consequências para tornar-se mais consiente de suas ações.
Bom, esta é minha humilde opinião, espero ter contribuído.
Bom fim de semana a todos!
O que podemos pensar nesse caso de rivalidade é que cada um é "ateu perante a religião dos outros". Como assim? Não estamos falando da mesma divindade cultuada? Sim. Mas possuem ideologias diferentes, e são essas ideologias que transformam os outros métodos de "adorar" em métodos errôneos ou desviados. Essa é a MINHA opinião. E de acordo com o que eu entendo disso.
Espero ter ajudado novamente,
Abraços e boa páscoa^^
O que nossos membros podem dizer sobre as rivalidades entre espíritas e evangélicos,crentes ... ? Sabe porque sempre se ouve um comentário na rua,do seu amigo,conhecido ... do tipo "isso é coisa do dêmonio" , "ele é o inimigo que se diz amigo irmão" e daí por diante .
Mas é claro que existem escessões , não me entendam mal por favor , conheço algumas pessoas de ambas as religiões que são amigas , se falam, etc. Entretanto , se alguem se interessar , posta aí.
Abraços e feliz páscoa adiantada a todos.
Obrigada Jonathan , esse "pequeno" detalhe faz diferença , "mitologias tbm são religiões " mas ajudou sim.
Abraços , e boa páscoa.
Comentário de Lucas Antonio P.Q. Cambiaghi em 14 abril 2011 às 10:36 Bom, nem todas as religiões pregam esse ideal de bondade. Não devemos esquecer que as mitologias também são religiões e podemos pegar como exemplo a mitologia Nórdica e era assim que a religião era no passado. Odin (pensando grosseiramente) não se importava com a humanidade e não pregava "coisas boas". Contudo era o principal deus dessa mitologia. Essa diferença existiu -existe- pela diferença entre os povos. Cada civilização, em lugares distintos, tiveram diversas maneiras de cultuar suas divindades, e era uma maneira de se "apegar" e tornar suas ações mais concretas, sendo aprovado pelos homens e pelos deuses.
Espero ter ajudado.
Abraços.
Boa noite , entrei hj no grupo , e tenho uma pergunta de reflexão que vcs devem achar intrigante , e até mesmo boba , porém , espero que reflitam nela . Por que de certo modo , ela faz vc pensar no seu "intimo" no preconceito à religião alheia ,Isso é , se vc tiver.
Porque existem várias religiões , se todas elas pregam , chegam no mesmo contexto?de ser bom, amar seu próximo , ser condescendente,não agir por instinto, refletir , ser caridoso , se melhorar com pequenos gestos ...
Se prestarmos atenção aos fatos , nenhuma religião diz: mate,roube , estrupe,semei a discórdia, espanque sua esposa , abuse de seu filho...
Refletindo por esse lado , todas elas sempre dizem para termos amor no coração e amarmos os que nos cercam.
Att, Julia Porto
Comentário de Márcio Rogério da Costa Letona em 5 abril 2011 às 15:45
Comentário de josefa maria da silva em 21 janeiro 2011 às 22:52 gostaria de saber sobre a origem dos testemunhos de jeová.E se tem algum autor que fale sobre os sermões catolicos no periodo colonia,alguem pode mim ajudar?
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por


Você precisa ser um membro de Estudo das Religiões para adicionar comentários!