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Permalink Responder até Horley Rodrigues Nascimento em 26 agosto 2012 at 11:55
Olá amigo Luiz,
Há quanto tempo hein?? Confesso que gosto de seus comentários, e me parece que falar de Deus e das
religiões é seu tema favorito!!
Eu vou ser breve em meu comentário. Imagino que você sabe que a idéia de aniquilar Deus e as religiões
da história da humanidade já foi tentada sem êxito em algumas sociedades, como alguns países do antigo
bloco comunista liderados pela Rússia. No campo da filosofia, tanto pensadores clássicos como modernos
e contemporâneos expuseram seus estudos e análises sobre o assunto, e apesar de militarem pela causa,
fracassaram em seus propósitos. O ateísmo militante e crescente que se observa em alguns países, não traz
nada de novo, mas apenas fazem uma releitura de obras e autores já consagrados e ultrapassados como
Marx e Nietzsche. E quem foi que disse que a crença em Deus está limitada a pessoas ignorantes e incautas,e países subdesenvolvidos? É bom lembrar que países como os EUA são extremamente conservadores, tem sua base alicerçada na cultura judaico-cristã e é um pais que sempre se manteve na vanguarda do desenvolvimento científico, o que contradiz com as argumentações propostas por alguns defensores do ateísmo.
Crê em Deus e ter uma religião não faz de um pessoa, nação ou cultura, mais ou menos desenvolvida que
outras que não creem em nada (ou creem somente na ciência ou em si mesmas), isso é muito relativo.
Ademais, o número de ateus cresce e decresce conforme a situação, tem sido assim desde sempre!!
Voltaremos a nos falar.
Abraços!!
Pergunte aos judeus que sofreram tantas invasões na sua cultura e isso é desde antes de Cristo e até hoje eles permanecem crendo em Deus e não abrem mão do seu Deus, pergunte e pesquise se Israel é um país subdesenvolvido
Permalink Responder até Mateus Cruz em 19 outubro 2012 at 18:22
Acredito nessa tendencia, o mundo já foi politeista, até o monoteismo crescer e virar maioria, e agora o n° de ateus cresce AINDA mais. Perguntar aos judeus? Amigo, que ideia incoerente, claro que não vou perguntar a um judeu, é como perguntar a um sapo se ele é um sapo. Ao invés de perguntar a um que ainda acredite, que tal analisar a quantidade de ateus e religiosos pelas épocas?
Concordo pórem, que desenvolvimento do pais não tem muito a ver com a religião do seu povo, nos E.U.A por exemplo, 30 ou 40% do seu povo NÃO votaria num ateu.
Ah, amigo, Nietzsche não estará ultrapassado enquanto o cristianismo ainda existir. E é muito (muito) dificil que ele seja um dia.
Permalink Responder até Souza Tzur em 2 novembro 2012 at 13:19
Pergunta a um Judeu quem é Jeovah! kkkk essa eu ri feio me desculpa Sr. Paulo!!!!! Dominar o Oriente medio? você acha que ter um pedaço de terra do tamanho de Sergipe é dominar o oriente médio?!!! que ser perseguido durante tempos e tempos não é motivo para se proteger em um mundo que só pensa em dinheiro, tendo o minimo para proteger suas famílias e sua nação, como você certamente protege a sua? E nenhuma nação faz armas e guerras como proteção de seus bens nacionais?. Certamente não sabes que pelos EUA queria adentrar na Cisjordania armados até os dentes, e Benjamin Netanyahu mandou que recua-se, Israel ja deixou de ser expasionisa a muito tempo.
Permalink Responder até Souza Tzur em 2 novembro 2012 at 13:20
A questão do desenvolvimento de determinadas nações, nada tem haver com Acreditar em Deus, e sim acreditar em si mesmo. Parece que quanto mais de fala de religião mais essa palavra se confunde com religiosidade, por isso muitos tentam relacionar seu sucesso com de sua ligação com Deus, onde na realidade é sua forma de Vida "religiosidade" é o fator determinante no desenvolvimento humano.
A respeito da Probabilidade, tudo que afeta os seres vivos dentro de todo um ecossistema seja esse, um fator natural de predador pressa, ou intervenção antropica, a todos esses aspectos naturais o homem tem capacidade de burlar, nenhum calculo de variancia que existe na natureza de diferenças de "2para mais ou 2 para menos" condiz com a realidade humana pela sua capacidade racional. Essa racionalidade por sua vez permite ao ser humano não se arriscar em permanecer em algo que poe em risco sua vida. Determinados momentos historicos impoe a diversas sociedades uma forma de vida, nas quais se não a seguissem morreriam , e essa racionalidade correu atras da sobrevivencia, esta ai porque as religiões do "Conceito ligação com deus e as igrejas" não desapareceram nesses 2 mil anos.
Olá Luiz.
Quanto tempo sem conversarmos. Espero que acesses por estes dias e possamos voltar a manter contato. Somente hoje tive conhecimento deste teu tópico e o considerei muito interessante. Mas, se permitires, gostaria de contrapor à tua pergunta, uma que considero complementar: Se a não existência de Deus é uma probabilidade, a tendência das religiões e Igrejas será fortificar-se?
Amigo, falar hoje de religiões é complicado,pois grande parte das pessoas não consegue distinguir grupos pseudo-filosóficos e grupos de interesse usando o divino, do que realmente significa "religião". Agora, quanto às Igrejas e aqui creio que estejas te referindo quase que exclusivamente às Cristãs, em meu modesto modo de pensar, creio que elas chegarão a um momento de esgotamento e, retornarão a um único Princípio, onde a Mensagem seja mais importante do que a Instituição e das hierarquias.
Abraços.
Olá Luiz.
Que alegria receber de pronto resposta tua. Concordo com tua proposta de título.
Nestes últimos dias lembrei-me muito de ti e até comentei com minha esposa, ao ouvirmos em algumas missas e em nosso apto da praia uma família peruana que conhecemos a anos, tocando aquela música sobre a Família .......
Ontem mesmo, na missa que participamos na capela a qual pertencemos na praia: Centro Paz e Bem (que fica num luxuoso prédio à Beira-Mar), celebrada por um missionário que passou muitos anos no interior do Ceará, senti aquele lado diferente de "ser Igreja": o lado da preocupação com a pessoa, do entender a diferença entre ser pobre e rico, quando o padre falou que há pobres com coração de rico e ricos com coração de pobre, ou seja, não é a riqueza ou a pobreza que determinam o caráter da pessoa, mas sim sua postura perante à sociedade. Vivemos numa sociedade do consumo, mas, precisamos lembrar que aceitamos que esta sociedade do consumo crie riquezas.
Entendo tuas posições e concordo em parte com grande parte delas. A única diferença é que eu não me afastei do convívio da Igreja, mas, resolvi integrar-me e, fazer a minha parte para mostrar que não é somente louvando (Louvor é bom, mas sem fanatismo), não é somente "cumprindo" determinações institucionais para a salvação da alma, mas, muito mais, ser coerente com a pregação, entender que não adianta "adorar" Cristo no Sacramento da Eucaristia num templo, se na rua ignoro as pessoas, se no trabalho eu fraudo, se não respeito os direitos e assim por diante.
Em meu simples, mas profundos estudos, entendo que Deus em nenhum momento é ameaçador e terrível, quem é ameaçador e terrível é aquele, ou aqueles que querem viver do medo ....
Amigo Luiz, por gentileza, poderias me ajudar em uma questão? No ano passado ou em 2011, lembro de termos falado em algum grupo sobre uma palestra sobre o tema: o medo leva mais pessoas às Igrejas do que o amor (creio que tenha sido esta a proposta). Preciso saber quem proferiu a palestra, pois quero discutir isto em um dos encontros dos pais dos jovens da catequese de nossa Paróquia.
Amigo, desejo a ti e tua família um ano de 2013 repleto de realizações, que todos tenham saúde e que a alegria seja constante.
Abraços.
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Era uma vez na Anatólia
A novela pode ter acabado, mas a Turquia continua em cena no Brasil. Acaba de chegar aos cinemas do país o filme "Era uma vez na Anatília", co-produção Bósnia-Turquia.
Nas planícies da Anatólia, na Turquia, um grupo composto de um policial, um médico legista e um advogado conduz dois prisioneiros em busca do local onde enterraram sua vítima. Já é tarde da noite e, em meio à escuridão, eles não conseguem mais encontrar o local exato onde foi colocado o cadáver. Entre as divagações e os deslocamentos, o advogado e o médico começam a se conhecer melhor, percebendo que eles têm pontos de vista muito diferentes sobre a vida.
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