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Discussão sobre a regulamentação da profissão de historiador no Brasil.

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PL 3759/2004 4 respostas 

Iniciado por Jefferson. Última resposta de Sherol dos Santos 10 Jun.

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15 Comentários

Renato Brancaglione Cristofi Comentário de Renato Brancaglione Cristofi em 9 outubro 2009 às 11:54
O Senador Paulo Paim apresentou o projeto PLS 368/2009 tratando da regulamentação da profissão de historiador

O projeto pode ser visto no link que segue:
http://legis.senado.gov.br/pls/prodasen/PRODASEN.LAYOUT_MATE_DETALHE.SHOW_MATERIA?P_COD_MAT=92804
Robson Felipe Viegas da Silva Comentário de Robson Felipe Viegas da Silva em 9 julho 2009 às 17:03
Bem vamos lá... eu sou professor de História, pois fiz a Licenciatura, que forma professor. A licenciatura não forma historiador, isso é competência do Bacharelado. Inclusive há diretrizes separadas no CNE. E peraí, historiador não existe....

Fica tudo mesmo jeito, ou seja, na mesma bagunça. ou melhor fica pior, na medida em que ao licenciado vai se dar o diretio de exercício profissional para o qual não foi habilitado.

Se hoje a Licenciatura não forma professor adequadamente, se o PL passar com o texto desse jeito, aí que vai ficar pior mesmo.
JOSÉ ALCIMAR Comentário de JOSÉ ALCIMAR em 9 julho 2009 às 16:24
Só por curiosidade: Robson, vc é historiador?
Sherol dos Santos Comentário de Sherol dos Santos em 9 julho 2009 às 14:47
Oi Robson,

Duas coisas: 1) o licenciado em História não é historiador? Na minha humilde opinião de nada adiantaria um mar de pesquisadores em história se não houvessem professores para divulgar e enriquecer. 2) "continuar do mesmo jeito", mas que jeito?? Lembro que a profissão, incluindo ou não os licenciados, simplesmente não existe, e é esse o grande problema! Nessa conjuntura de "inexistência" nada impedirá que em alguns anos qualquer um dê aulas de história nas escolas. Além do mais, todas as dicsussões sobre patrimônio (material e imaterial) acabam acontecendo sem que a presença de um historiador seja obrigatória, pois essa categoria não existe!

Lembro que a museologia, que enquanto disciplina é beeemmm mais nova que a história, já garantiu seu espaço através da regulamentação da profissão, visto que TODOS os museus brasileiros, por força de lei, precisam de pelo menos um museólogo. Será que não precisam de historiadores também?
Robson Felipe Viegas da Silva Comentário de Robson Felipe Viegas da Silva em 9 julho 2009 às 9:01
O projeto que está em discussão não dá conta de especificar claramente quem pode ser historiador e abre o exercício para os licenciados em História, ou seja, vai continuar do mesmo jeito.
Cristiane Vieira Comentário de Cristiane Vieira em 7 julho 2009 às 21:36
Venho acompanhando a tramitação do projeto desde o início do ano na Câmara dos Deputados. O Proponente que conseguiu reabrir a discussão sobre a regulamentação da profissão de historiador é o deputado Jovair Arantes. Porém, até agora as Comissões de aprovação apenas estão discutindo (e quase decidindo) acerca da criação do dia do Historiador - dia 18 ou 19 de agosto - e infelizmente, nem mesmo os historisdores de renome acham que o que pensamos acerca da regulamentação seria interessante para eles. Andei conversando com alguns e pensam - aqueles que questionei - que o pesquisador ou professor de história não precisam de tal instrumento.
Assim, nós lutamos por algo que é desvalorizado por muitos daqueles que devriam apoiar a luta, pois a regulamentação apenas viria a valorizar os cursos de História pelo Brasil afora.

E está dado o recado! :)
Andréa Queiroz Comentário de Andréa Queiroz em 4 junho 2009 às 12:20
É de extrema importância a nossa regulamentação enquanto profissionais, mas gostaria de deixar registrado que já existem concursos públicos em que as vagas destinam-se exclusivamente para historiadores em que a exigência é a formação em História, não incluindo áreas afins (como o da Biblioteca Nacional ou do Arquivo Nacional em que qualquer pessoa formada em Ciências Humanas poderia fazer). O último concurso da UFRJ já foi diferente.
Luís Carlos da Silva Lins Comentário de Luís Carlos da Silva Lins em 23 fevereiro 2009 às 2:23
Olá, pessoal!
Dêem uma olhada em http://maniadehistoria.wordpress.com
Pode ter utilidade para vocês!

Luís Carlos.
Cabo/PE/Brasil
Jefferson Comentário de Jefferson em 17 novembro 2008 às 15:44
Colegas,
Dêem uma olhada neste artigo de Margarida Maria Dias de Oliveira publicada na revista eletrônica História Hoje da Anpuh, disponibilizada no site http://www.anpuh.org/revistahistoria/view?ID_REVISTA_HISTORIA=5
Abraços
Oazinguito Ferreira da Silveira Filho Comentário de Oazinguito Ferreira da Silveira Filho em 15 novembro 2008 às 12:02
Jefferson,
Que tantos inconvenientes proporcionam aos "poderosos" a presença dos historiadores. Se possível, desejariam que fossem os mesmos exilados, completamente alijados de sua sociedade, pois somente o historiador é a eterna consciência de uma administração, gestão pública ou privada em um Estado. O passado pelos olhos do historiador, se torna o vigia do presente, o guardião do futuro.
Em luta pela regulamentação.
Assinado,
Um pesquisador.
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SYLVIA

A história do filme conta a história de Sylvia Plath (Gwyneth Paltrow), uma das mais famosas novelistas da literatura norte-americana. Nascida em Boston durante a Grande Depressão, Sylvia ainda jovem tentou cometer suicídio, na casa de sua mãe. Ela viaja à Inglaterra para estudar em Cambridge e lá conhece o jovem poeta Ted Hughes (Daniel Craig), por quem se apaixona e vive um longo romance.

O filme, lançado em 2003, não é mais uma daquelas histórias de amor entre dois escritores. É um retrato, um tanto envernizado, de parte da trajetória de uma mulher obcecada pelas palavras e pela morte.

Se fosse preciso destacar uma única razão para assistir a este filme, ficaria com a óbvia: esta é uma das poucas oportunidades que se tem para conhecer melhor a intrigante e controversa personalidade de Sylvia Plath. Uma mulher que marcou cada uma das suas três décadas de vida com encontros com a morte. Uma mulher que se definia como Lady Lazarus, em constante renascimento. Uma mulher que tentava preservar os filhos, mas que não tinha o menor apego à própria vida.

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