Redemocratização e anistia no Brasil

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Redemocratização e anistia no Brasil

O grupo se dispõe a discutir assuntos relacionados ao tema, trocando textos e democratizando informações sobre teses, livros, filmes e outros produtos culturais sobre o assunto

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Comentário de João Roberto Laque em 18 abril 2013 às 23:08

UM LIVRO DE HISTÓRIA IMPRESCINDÍVEL PARA VOCÊ,

AMIGO DO CAFÉ HISTÓRIA.

MAS É SÓ ATÉ AMANHÃ

PARA CONHECER MELHOR A OBRA ACESSE

www.osanosdechumbo.blogspot.com.br

ABRAÇÃO.

Comentário de João Roberto Laque em 13 dezembro 2011 às 15:54

Pessoal,

sou autor de um livro sobre os Anos de Chumbo no Brasil a partir da ótica da guerrilha.

Coma instalação da Comissão da Verdade este é um tema que deve borbulhar na mídia e na mão dos historiadores nos próximos dois anos.

A propósito, tenho um lote pra queimar com os amigos do Café História até o Natal.

Faça um tour pelo conteúdo do livro e veja a promoção clicando em

http://www.promocaoparacafehistoria.blogspot.com/
Comentário de Aurora Gabrielle em 15 setembro 2011 às 18:01
Muito me interesso por Ditadura e nos últimos meses resolvi estudar pra minha monografia sobre Anistia, em especial como essa era/e vista aqui no Piauí, encontrei alguns dados em jornais e outros. Ainda estou lendo sobre o assunto, pois o que sei ainda é muito escasso. Gostei muito das discussões, espero poder também contribuir. Concordo com alguns e discordo de outros. Acho de fato que só um lado da História (no caso os militares) não deve culpado e é justamente por isso que não podemos continuar sem rever/sem tocar num assunto como este. A nossa memória não pode ficar por isso mesmo.
Comentário de Benair Scarletelli Storck em 18 outubro 2010 às 20:00
Há um clima de revanchismo perpetrado por alguns que vêm somente os militares como agressores, e esquecem que os grupos de esquerda também praticaram suas atrocidades e fizeram também suas vítimas entre os civis. Acho que se desejam dar repostas às injustiças praticadas pelos militares, devem também dar aos atos praticados pelos militantes de esquerda.
Comentário de Kátia Borges Barbosa em 22 setembro 2010 às 14:36
A discussão é polêmica e certamente levanta uma serie de discussões a respeito. Minha contribuição é no sentido de que a importancia de revirar o passado em busca de explicações ou reparações, o que seja, é importante para que os membros da sociedade tomem consciencia de que as heranças deixadas pelos anos de ditadura ainda estão presentes em nosso dia-a-dia. É preciso rever a Lei da Anistia, sem sombra de dúvidas, mas também outros pontos importantes como a própria desmilitariazação da polícia, e rever pontos nevrálgicos para a formação dos nossos agentes de segurança. este debate deve embasar outros tão importantes para o fortalecimento da recente democracia brasileira, a fim de que o esquceimento não seja o caminho provável, nem o revanchismo a melhor resposta as injustiças perpetradas pelos governos militares, antes o inesgotável diálogo e a participação de todas as falas, como meio e fim para alcançarmos leis justas para todos.
Comentário de Benair Scarletelli Storck em 7 julho 2010 às 6:54
Considerando todos os comentários de livros, leitores, colunistas que tratam do tema, vejo que não há uma preocupação de ver o período da ditadura no Brasil com a visão histórica dos fatos. Não vejo a intenção de aprofundar na motivação de ordem política, economica e social interna e externa. Vejo apenas o clamor p´publico desejoso de punição para os militares e civis que contribuíram para tantas dores naquele período. Mas não vejo igual tratamento àqueles que sob a imagem de revolucionários também cometeram atrocidades, e que deixaram para trás companheiros que pagaram coma vida e foram morar o exterior somente retornando após a anistia. Não vejo ninguém sair em defesa da população que em sua maioria não estava entendendo nada mas era vítima de ambos os lados. Não estou aqui defendendo a impunidade de ninguém. Mas creio que o revanchismo unilateral não contribuirá para que venhamos a aprender com os erros do passado para construir um futuro melhor. Não vejo a menor possibilidade de corrigirmos estes erros mantendo um discurso apaixonado pois isso só nos deixará cegos. Deixaremos de ver os fatos como realmente foram e quais as circunstâncias e motivações que os envolveram e assim podermos avaliar melhor cada caso. Houveram vítimas de todos os lados: militares, militantes e a população. Indenizações, prisões, execrações públicas, tudo isto não irá causar nenhum impacto positivo na sociedade.
Não se trata de ser um país do esquecimento como cita Wldimir Gomide. è que tratando do assunto na forma como esta sendo abordado, é melhor que esqueçamos mesmo, pois em nada irá contribuir para o presente e muito menos para o futuro. Talvez surja alguém que, sem sofre influência de qualquer um dos lados conflitantes possa, desvestido de qualquer emoção estudar este período contribuindo assim com a história deste País.
Quanto à Anistia, ela beneficiou tanto os agressores quanto aqueles que se intitulam vítimas. Na verdade a maior vítima disto tudo e até hoje é o povo, pois nem os militares e nem os militantes contribuíram no passado e muito menos no presente para que este país se torne uma grande nação. O que se vê é um pequeno grupo, derrubando o outro, mas em nada contribuindo para com o povo, pois ambos os lados só estão visualizando o benefício próprio. O povo, é só uma massa de manobra que se dirige segundo o clientelismo, o favoritismo, o parentismo, a corrupção, a impunidade melhor se aplica. Manter o povo na ignorância, sem capacidade de pensar, questionar e exigir os seus direitos, isto sim é um CRIME que jamais vai ser punido. Não enquanto perdurarem discursos apaixonados de um lado ou de outro.
Comentário de Luís Carlos da Silva Lins em 23 fevereiro 2009 às 2:29
Olá, pessoal!
Dêem uma olhada em http://maniadehistoria.wordpress.com
Pode ter utilidade para vocês!

Luís Carlos.
Cabo/PE/Brasil
Comentário de Adail Pereira em 7 janeiro 2009 às 17:36
Serei muito grato em fazer parte do seu seleto grupo de intelectuais.
Comentário de Graciela Karababikian em 14 agosto 2008 às 12:47
Perdón por escribir en español (y si no es el lugar correcto!!!): yo creo que esta es una discusión que es ética y política. Es ética porque se intenta comprender cuán bueno o malo es para la sociedad brasileña juzgar esos crímenes. Pero entonces hay que preguntarse por su naturaleza y en ese sentido hay que tener dos cosas en cuenta: que son crímenes, pero además, que son crímenes de Estado. Y es un grave error equipararlos a un delito, sea común o político, producido por una persona o grupo de personas. El Estado posee el monopolio de la violencia, cedido por mandato soberano del pueblo, para defender sus derechos.
Si estamos hablando de profundizar la democracia, es necesario que el Estado se responsabilice de estos crímenes. Y acá se trata entonces de una discusión política: considero que es una mentira (para la sociedad en su conjunto, pero sobre todo para las víctimas y sus familiares) que en Brasil hubo una pacificación. Hubo sí, decisión del poder político de “enterrar” el tema y ponerlo en el lugar de “perdonamos a todos, de “ambos” lados”. Sólo el Estado viola los derechos humanos que debe defender. Lo demás son crímenes, y sí, debieran juzgarse como tales, pero no son crímenes de lesa humanidad como todos los tratados internacionales (que por otra parte Brasil suscribe) indican. A partir de eso es posible “revisar”, “modificar”, “derogar” leyes y decretos y de hecho, es lo que el poder político hace. En Argentina, las leyes de impunidad promovidas bajo presión de la corporación militar, fueron derogadas por ley y los responsables de los crímenes vueltos a juzgar. En cuanto a la “conciencia social” de la que se habla acá, es cierto que muchas veces la gente no quiere escuchar hablar de eso, y ahí nos cabe responsabilidad a todos, a la academia entre otros actores sociales. Ninguna democracia puede profundizarse (y creo yo que ni siquiera mantenerse) sobre la base de la irresponsabilidad. Leer las declaraciones de los militares brasileros por estos días, me retrotrae a una época que debería estar en nuestra región absolutamente superada.
Por otra parte es importante que el tema se haya instalado y que hoy tengamos la posibilidad de discutir estos temas. Saludos.
Comentário de Jacqueline Ventapane em 7 agosto 2008 às 19:03
Pessoal, só estou na dúvida se a discussão vai por aqui mesmo ou pelo fórum.
Abs a todos
 

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Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

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