Na escravidão negra brasileira, houve 2 instrumentos de tortura, nos quais
os escravos, eram amarrados para serem açoitados (chicoteados), um era
o pelourinho, uma coluna de pedra, o outro era o tronco, um poste de
madeira, mas eu queria saber, qual a diferença entre eles ??? eu sei que
o tronco era localizado nas fazendas, ja o pelourinho era localizado nas
cidades, ou vilas, mas tipo... porque existia o pelourinho, se ja havia o
tronco la nas fazendas ???
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Permalink Responder até Hélio Sérgio Ferreira Teixeira em 30 abril 2012 at 20:51
Olá Sergio Roberto.
Nas fazendas de café que foram fundadas por concessão de sesmaria, nos municípios de Mar de Espanha e Pequeri MG, os instrumentos de tortura eram obrigatórios, e em algumas existiam os dois como é o caso da fazenda invernada. O tronco de madeira que ficava na sala do castigo ou na senzala, colocado no chão onde o escravo era preso pelos tornozelos e punhos, no pelourinho o escravo ficava em pé e preso pelos punhos, esse era mais usado para um castigo público, normalmente fica numa praça da cidade em local bem visível, mas existia também em algumas fazendas. Os instrumentos de tortura nas fazendas, tinham por objetivo intimidar, os castigos eram evitados ao máximo, pois quando aplicados causavam revolta nos escravos e desordem. No grupo fazendas de café e os escravos tem foto do tronco e do pelourinho, vale a pena conferir! Saudações Hélio Sérgio.
Permalink Responder até Maryna Sousa em 7 maio 2012 at 16:57
Olá amigo!
Segundo algumas leituras que fiz a informação que pude perceber do PELOURINHO é que ele era feito em praça ou lugar público como símbolo de autoridade e de justiça. Ali o dono do escravo ao açoitá-lo em local público mostrava para o povo do lugarejo toda a sua autoridade e dessa forma era respeitado não só pelos escravos como também pelo povo do lugar.( João Ribeiro, História do Brasil).
Olá Sérgio Roberto.
Pelo que eu entendo o tronco era uma das formas utilizadas pelo senhor para castigar o escravo que houvesse cometido uma falta ou erro, as outras formas poderiam ser a máscara de folha de flandres, a palmatória, o cepo, os grilhões, etc. , estes castigos poderiam ser empregados na própria fazenda, especialmente para servir de exemplo para outros escravos. Já o pelourinho era uma expressão de poder, quando um povoado português era elevado a Vila, juntamente com o ato Régio de elevação vinha um Pelourinho, que era fincado na terra ou construído (se fosse como um poste de pedra e ornamentado)em frente à Câmara dos Vereadores, este ato legitimaria o poder administrativo e jurídico de tal vila, o pelourinho não era utilizado exclusivamente para castigar escravos, um homem livre (independente da cor e religião) também poderia receber uma pena de açoite. A importância maior da utilização de um pelourinho era a vergonha pública. Na Europa existiam outros tipos de pelourinhos muito destacados em filmes sobre a Idade Média. Clique nos links abaixo e veja:
http://lescompagnonsdeletoile.e-monsite.com/pages/l-histoire/carcan...
https://www.google.com.br/search?q=pilori&hl=en&prmd=imvns&...
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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