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Buscando reduzir as desigualdades sociais entre negros e brancos, o governo brasileiro tem incentivado a política de cotas nas universidades públicas.

Será esta a medida acertada ou mais um paliativo?

Mesmo que não se considerem as cotas como algo suficiente, pode-se dizer que a medida é capaz de produzir efeitos positivos e significativos em favor dos afrodescendentes?

A sociedade brasileira tende a aceitar a política de cotas?

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Respostas a este tópico

Olá, Miriam,

Eu diria que além da longa escravidão neste país, deve-se considerar ainda as décadas posteriores da primeira metade do século XX (e os 12 anos restantes do século XIX) que dificultaram a inserção social dos negros após a abolição em 1888.

Mesmo após a promulgação da Constituição de 1988 (100 anos depois da abolição), até os anos 90, lia-se na parte de classificados dos jornais anúncios discriminatórios em que os empregadores exigiam pessoas de "boa aparência", até que o Ministério Público e entidades da sociedade civil começaram a "pegar pesado".

Eu diria que hoje noto uma sensível mudança que talvez requeiram outros 500 anos de políticas afirmativas até que não mais venhamos a precisar delas.

Como bem lembrou, tratar desiguais como iguais seria uma desigualdade e, sem dúvida, não se pode exigir os mesmos critérios de avaliação e concorrência para um aluno que com muita dificuldade passou pela escola pública, onde o ensino é precário (salas super lotadas e professores mau pagos).

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A política de cotas para negros é um ato sim de discriminação, pois supõe q eles são inferiores aos brancos, visto que a chamada capacidade não está na cor da pele e sim na educação que a pessoa recebe. Sou a favor das cotas para alunos oriundos de escolas públicas, visto que nessas condições se percebe a inferioridade da qualidade recebida (com muitas vezes, infraestrutura precária e professores mal pagos e desmotivados) em relação as escolas privadas. É preciso investir na qualificação e melhoramento dos professores de escolas públicas como maneira de combater a desigualdade social para todos e não em ações imediatistas..

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Discordo de vc, pois as cotas são uma forma de ação afirmativa onde visa a integração social de quem se encontra excluido, naum se discuti as cotas em relação aos deficientes, pois também estão exclusos da sociedade, veem como algo bom, mas pq em relação ao negro é discriminação???? É uma forma de integrá-los a sociedade abrindo portas sempre fechadas, a do ensino superior.

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o sistema de cotas é inconstitucional. a constitituiçao federal dia que todos são iguais
perante a lei indepedente de raça. alem disso no brasil nao existem brancos.98 % dos brasileiros são mestiços,1% é negro, 0,5 % éindio e 0,5 % é japones.portanto os brancos atualmente ocupam 0 % das vagas nas universidades publicas.confunde-se brancos com pessoas de pele menos escura. estas pessaoas de pele menos escuras sao 50% das pessoas pobres e com as cotas para "negros" ficarão impedidas de entrar na universidade. um favelado de pele menos escura quase branca que acerte 100 % das perguntas não entra e um "negro" milionario que erre 100% entra.

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Quantos negros milinários você conhece além dos conhecidos nacionalmente? Cuidado que você estar cometendo um erro nas suas afirmações. Você conhece os critérios de avalição do sistemas de cotas? Quando falamos de negros não estamos falandoa apenas de pessos com a cor de pele muito escura, estamos nos referindo aos descendentes de africanos que foram escravizados no Brasil. Esses descendentes hoje, t~em vária tonalidades de cor de pele devido a mestiçagem que houve no brasil, mas o que faz essas pessoas de várias cores desde o moreno cor de jambo ao oreno cor de telha, é a comprovada ascendência africana, é pelas práticas das tradições culturais e religiosas. Não podemos ignorar a falta de oportunidade que os negros tiveram e têm após a ABOLIÇÃO. O sistema de cotas faz parte das lutas do Movimento Social Negro, que pensa o negro como uma categoria social e enquanto categoria histórica, tem sim o direito e dever de lutar pela igualdades de oportunidades, mesmo que nesse momenmtos seja essas benditas cotas na Universidade. Isso ainda é muito pouco diante do que sofreram para contruir uma naçãp como é o Brasil. Só nã ver queem não quer ver o seu valor. Tá certo que poderia ser de putra forma, mas é o que temos e vamos aproveitar.

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É inconstitucional também a prática do racismo, assim com a discriminação e o preconceito racial. Inclusive é punido por lei.

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o sistema de cotas fracassou nos estados unidos porque o nivel dos formandos caiu.
o problema foi solucionado com a importaçao dos melhores profissionais de nivel universitario de todas as partes do mundo. hoje os melhores professores universitarios norte americanos nasceram em outros paises e não estudaram em universidades americanas. com a adoçao das cotas o nivel do ensino no brasil que já
é muito baixo vai cair ainda mais. teremos medicos que não sabem escrever uma recita, advogados que não sabem fazer uma petiçao e engenheiros que não sabem
trigonometria alem de professores que não sabem portugues. em breve estaremos
no mesmo nivel da somalia.

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não é vertade que os negros sao pobres. existem negros pobres, existe, negros de classe media e existem negros ricos. existem negros empresarios,
negros jogadores de futebol, negros artistas de tv, pagodeiros, sambista,
funkeiros, pastores evangelicos, padres catolicos, juizes de direito, fiscais da
receita federal, fazendeiros, delegadaos de policia federal, procuradores de justiça, desembargadores, promotores de justiça,medicos,dentistas,genheiros, advogados, arquitetos, pscologos, banqueiros, politicos. os negros fazem partem da elite e alguns sao corruptos como celso pita. entao cotas sao desnecessarias.

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gostaria que falassem sobre o holocausto dos brancos ingleses no zimbabwe.que foi iguai ao holocausto dos judeus feitos pelos nazistas na 2a guerra mundial.toda a populaçao branca do zimbabwe,200 mil pessoas foi assassinada pelos negros do zimbabwe por ordem de robert mugabe.nao houve tenhum sobrevivente. todos os homens brancos foram mortos, todas as crianças brancas foram mortas, todas asmulheres e meninas entre tres e noventa anos foram estupradas centenas de vezes e depois foram mortas.mugabe é igual a hitler e osnegros do zimbabwe são iguais aos nazistas da ss.o mesmo vai se repetir na rsa.

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como consertar o brasil.1. pena de morte para homicidio doloso, latrocinio, sequestro, sequestro relampago, estupro, pedofilia, e narcotrafico. prisao perpetua para todos os outros crimes. multiplicação por dez do numero de policiais. multiplicaçao por vinte do numero de vagas nas penitenciarias que deverão ser todas de segurança maxima. reduçao da maioridade penal para 10 anos.
fim do habeas corpus, fim da liberdade condicional, fim das penas alternativas, fim do regime prisional semi-aberto.

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como consertar o brasil continuaçao.
controle da natalidade rigoroso nas favelas, porte de arma de uso restrito para todos os cidadaos que tenham curso universitario completo e nao tenham antecdentes criminais. fim dos direitos humanos, desamarrar as maos da policia para que ela possa matar os bandidos sem dar explicaçoes. volta do esquadrao da morte, proibiçao de reeleiçao para todos os cargos publicos.
autorizaçao para a policia torturar criminosos.

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eu acho um absurdo o sistema de cotas!
essa é uma forma explícita de racismo, pois coloca os negros numa posição inferior, como se eles não tivessem capacidade de passar numa prova sem uma "ajuda especial", como se não fossem inteligentes o bastante...
a cor da pele não tem o poder de determinar se uma pessoa é capaz ou não!!!!
todos somos inteligentes e capazes! onde está a igualdade???
não dá pra entender.....

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ABRAÇO PARTIDO

Ariel (Daniel Hendler) é um jovem de vinte e poucos anos, que largou a faculdade e ainda vive às custas da mãe (Adriana Aizemberg). Sua vida gira basicamente em torno de dois locais: a loja de lingeries de sua mãe e o cybercafe local, onde costuma encontrar sua namorada.

Ariel sempre estranhou o fato de nem sua mãe nem seu irmão falarem sobre seu pai, que nos anos 70 partiu para lutar na Guerra do Yom Kippur, em Israel, e nunca mais retornou. Com a crise econômica instalada na Argentina, que força o fechamento de várias lojas tradicionais no bairro onde está a loja de sua mãe, os amigos de Ariel sonham em conseguir a cidadania européia e partir do país em busca de emprego. Ariel também tem este sonho, mas cada vez mais alimenta o desejo de conhecer seu pai e também a verdade sobre seu afastamento da família.

"El Abrazo Partido", filme argentino de 2004 fez bastante sucesso aqui no Brasil. No fundo, sua trama gira em torno de Ariel, que não consegue aceitar o fato do pai tê-lo abandonado para ir lutar na guerra do Yom-Kippur. Essa rejeição à figura paterna também fica explícita no pouco conhecimento que Ariel tem do judaísmo. Face à crise que se abate sobre a economia de seu país, Ariel decide batalhar pelo passaporte polonês (seus avós eram poloneses) e, dessa forma, ter a possibilidade de entrar na Europa e viver com um seguro-desemprego.

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