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Permalink Responder até José Roberto Vasconcelos em 31 março 2010 at 19:07
Permalink Responder até Valquíria Carvalho em 4 junho 2010 at 7:22
Permalink Responder até ANTONIO DE MELO TORRES em 13 maio 2012 at 20:26
acredito que seja a partir dos objetivos do problema que conseguimos construir um trabalho monográfico.
Permalink Responder até Professor Americanista! em 27 novembro 2012 at 5:58
A hipótese serve também para melhorar os objetivos específicos, é um elemento importante para direcionar melhor a pesquisa. O trabalho será científico se esta hipótese for refutada em alguma medida pelo próprio pesquisador. A hipótese inclusive poderá moldar a problemática, que é o direcionamento essencial de uma pesquisa séria. Se tu que estás lendo este breve comentário achar que estou "ensinando padre a rezar missa", peço que leve o que por ora digito como ideias em comum!
Permalink Responder até Bruno Leal em 21 janeiro 2013 at 8:50
João, acho que é fundamental.
A hipótese é aquela "pulga atrás do orelha", aquilo que nos joga em uma primeira direção. No decorrer da pesquisa, podemos nos afastar, nos aproximar, confirmar e até mesmo rechaçar hipóteses do início do trabalho. Finalmente, acho que não estamos tentando provar ou comprovar hipóteses. Estamos testando-as, verificando hipóteses. Há uma grande diferença, não acha?
Acredito que a hipótese, pelo menos do jeito como a formulamos num projeto de pesquisa -- fazemos uma afirmação provisória --, é um resquício da disciplinarização do conhecimento histórico. Concordo que sua necessidade não é absoluta para que a história seja escrita. No entanto, deve-se admitir que sem ela nossa disciplina ficaria muito mais afastada do que se convencionou chamar ciência. Portanto, as hipóteses são convenientes para o ainda em andamento processo de institucionalização da nossa disciplina. Contudo, quem duvida que jamais um historiador escreveu algo sem, antes, formular uma questão e, depois, mesmo provisoriamente, respondê-la na própria cabeça? Esse movimento intelectual precede a escrita da história. Antes de escrever o seu famoso folheto, Rousseau já tinham em mente a resposta capaz de dar conta da pergunta sobre a origem da desigualdade entre os homens. Às vezes o movimento é invertido: parte-se de uma resposta presumível e a vontade de enunciá-la faz com que seja encontrada a pergunta que a justifique. Enfim, João Gabriel, mesmo que você ache a hipótese algo pouco necessário, pelo menos do jeito que a formulamos nos projetos, seria impossível contar qualquer história sem a antecipação hipotética do que você pretende dizer com ela.
Permalink Responder até Bruno Leal em 27 fevereiro 2013 at 10:55
Ótima contribuição, Rafael. Abraço!
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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