Deixo aqui disponível esse grupo para que as pessoas disponibilizem datas, cursos e outras oportunidades que acharem interessante. Também acho interessante que se ponham dúvidas sobre a programação de cursos ou palestras e outras oportunidades.
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Iniciado por Fabio Antonio Costa. Última resposta de Bruno Leal 10 Mar, 2012. 1 Resposta 1 Curtiu isto
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Comentário de João Roberto Laque em 18 abril 2013 às 23:09 UM LIVRO DE HISTÓRIA IMPRESCINDÍVEL PARA VOCÊ,
AMIGO DO CAFÉ HISTÓRIA.
MAS É SÓ ATÉ AMANHÃ
PARA CONHECER MELHOR A OBRA ACESSE
www.osanosdechumbo.blogspot.com.br
ABRAÇÃO.
Os interessados em publicar no dossiê Imprensa e Mídias da edição número 11 da revista devem enviar seus textos até o dia 30 de agosto.
Fique atento aos próximos dossiês e prazos:
-Patrimônio Cultural, envio de artigos até 15 de março de 2013.
-Processos, Metodologias, Linguagens Artísticas e Contemporaneidade, envio de artigos até 15 de julho de 2013.
Ver normas editoriais em www.revistacontemporaneos.com.br
email para revistacontemporaneos@gmail.com
Já está disponível on line a edição número 10 da Contemporâneos - Revista de Artes e Humanidades com o seguinte conteúdo:
-Dossiê Minorias e suas Representações II:
O Único Filme Hippie Brasileiro (Felipe Augusto de Moraes/USP)
Arte Revolucionária em Rede de Sociabilidades: a construção de um p... (Patrícia Ferreira Moreno/UFF)
A Historiografia da "Música Gauchesca": apontamentos para uma história (Francisco Cougo Júnior/UFRS)
Subjetividade Antropofágica e Construção do Feminino na Pulp Fiction de Patrícia Galvão (Lúcia Helena da Silva Joviano/UFJF)
Iaiá, Valéria e Estrela: as personagens femininas em Iaiá Garcia, de Machado de Assis (Rodrigo Machado & Thaís Fernanda da Silva/UFV)
Africanidades em Questão: o desenvolvimento dos estudos africanos e.... (Priscila Maria Weber/PUC-RS)
Nos Rastros da Comuna: uma educação escolar laica, emancipadora e d... (Kalhil Gibran Melo de Lucena & Maria Ângela de Faria Grillo/UFRPE)
Poetas da Benzeção: ramos, santos, velas e benzimentos na criação c... (Bianca Bazzo Rodrigues/UFRN)
-Artigos:
A Auto-imagem na Produção Videográfica em Tempos de Web 2.0 (Francielly Rocha Dossin/UFSC)
História das Ciências e das Tecnologias e o Campo, Tecnologia e Soc... (Graciela de Souza Oliver/UFABC)
Esportes e Propaganda Política na Década de 1930 (Alfredo Oscar Salun/UNIABC)
-Resenha:
Minorias: apontamentos e reflexões no campo científico Sobre a obra Comunicação e Cultura das Minorias de R. Paiva & A. Barbalho. (Ana Paula Gomes Nunes/USP)
-Entrevistas:
Com Djalma Thürler sobre Teatro (Por Ana Paula Nunes)
Com Felipe Greco sobre Literatura Homoerética (Por Lúcia Helena da Silva Joviano)
Acesse o site para mais informações:
Prezados amigos,
Convido-os para o lançamento do livro de minha autoria, Nazismo Tropical? O Partido Nazista no Brasil, resultado de minha tese de doutorado e prefácio do Prof. Renato Dotta.
lançamentos:
SANTO ANDRÉ
Casa da Palavra
Praça do Carmo s/n
24/08/2012 às 20h
CAMPINAS
ANPUH SP – XXI Encontro Regional de História
UNICAMP – Campinas –SP
5/9/2012 às 19h30
Vendas com autora. R$35,00 + frete. Escrever para anadietrich1@gmail.com
Comentário de Moreno Pacheco em 19 junho 2012 às 11:18
História da América texto esperando comentrarios
Leif Ericson (islandês antigo: Leifr Eiríksson) foi um explorador popularmente conhecido como o primeiro europeu a descobrir a América do Norte e, mais especificamente, a região que se tornaria o Canadá. Era o filho de Eric, o Vermelho (Eiríkr rauði), um fora-da-lei norueguês, que por sua vez era o filho de um outro fora-da-lei, Þorvaldr Ásvaldsson. Sua mãe era Þjoðhildr. Seu pai fundou duas colônias nórdicas, a Colônia do Oeste e a Colônia do Leste, na Groenlândia, cujo nome foi de sua autoria. Leif tinha boas noções de navegação e, por volta do ano 1000, acreditando em uma história de que havia terras além da Groenlândia, partiu daí para o sul para encontrar terras onde o frio fosse menos intenso. Rumando para o sul, encontrou terras bastante arborizadas, e mais tarde sinais de povoamento, onde ele desembarcou para fazer contato com os habitantes nativos (os índios americanos). Leif chamou aquela terra de Vinland (para atrair mais nórdicos àquela terra, sendo que significa terra das vinhas) os habitantes locais de Skraelings, que quer dizer feios, já que os nórdicos eram loiros e ruivos de pele branca e os índios muito diferentes do que eles estavam acostumados. A convivência com os indígenas foi pacífica durante os meses de acampamento, onde trocaram-se peles e couro por tecidos nórdicos. Leif fundou ali a cidade de L'Anse aux Meadows que tinha a população de cerca de trinta pessoas, e voltou à sua terra para buscar mais pessoas para aquela maravilhosa terra, porém soube que seu pai havia morrido e teve que assumir a vila Brattahlid em seu lugar. Mesmo assim pessoas continuaram a ir para a nova cidadezinha até o ano de 1012, quando a população indígena invadiu e destruiu todas as casas (algumas sobreviveram e foram encontradas, junto com resquícios de cerâmicas Vikings, em escavações realizadas em 1962, o que provou de fato a existência de Vinland). Em 1964, o presidente norte-americano Lyndon B. Johnson proclamou 9 de Outubro como Dia Leif Eriksson de forma a comemorar a chegada do primeiro europeu à América do Norte. Mas os historiadores consideram Cristovão Colombo como o real descobridor da América. Até porque a atribuição do descobrimento das Américas a Eric é só uma teoria não comprovada. Na viagem de regresso, Leif Ericson resgatou um náufrago islandês chamado Þórir e a sua tripulação, um incidente que lhe viria a valer a alcunha de Leif, o sortudo (em Nórdico antigo: Leifr hinn heppni). Acredita-se que Leif Eriksson tenha vivido entre os anos de 970 a 1020 da era cristã.
Israel.Marques
Com prazer divulgamos e convidamos alunos, professores e interessados para o Seminário Internacional Histórias do Pós-Abolição no Mundo Atlântico. O Seminário realizar-se-á no Departamento de História da UFF, entre os dias 14 e 16 de maio de 2012, e reunirá trabalhos sobre experiências de ex-escravos e seus descendentes entre a abolição e os dias de hoje. Nosso objetivo é colocar em diálogo estudos recentes sobre os processos de racialização, práticas discriminatórias e racistas, estratégias de sobrevivência, formas de resistência e organização, nos campos econômico, político e cultural em países marcados pela diáspora ou escravidão africana.
Em fevereiro próximo teremos a programação completa.
Até o momento podemos adiantar a realização de mesas redondas na parte da manhã e tarde e duas conferências. Já estão confirmados: George Reid Andrews (University of Pittsburgh, EUA), Myriam Cottias (Centre International de Recherches sur les Esclavages, EHESS, CNRS, Université des Antilles-Guyane), Kim D. Butler (Rutgers University, EUA), Lea Geler (CONICET e Universidad de Buenos Aires), Maria Helena P. T. Machado (USP), Lilia Schwarcz (USP) e Wlamyra Albuquerque (UFBA).
Organização: Hebe Mattos (UFF), Martha Abreu (UFF), Beatriz Loner (UFPel) e Karl Monsma (UFRGS).
Comentário de João Roberto Laque em 13 dezembro 2011 às 15:53 Pessoal,
sou autor de um livro sobre os Anos de Chumbo no Brasil a partir da ótica da guerrilha.
Coma instalação da Comissão da Verdade este é um tema que deve borbulhar na mídia e na mão dos historiadores nos próximos dois anos.
A propósito, tenho um lote pra queimar com os amigos do Café História até o Natal.
Faça um tour pelo conteúdo do livro e veja a promoção clicando em
Comentário de Douglas de Almeida Silva em 4 outubro 2011 às 11:17
BOAS VINDAS AOS CONGRESSISTAS - PALAVRA DA DIRETORABem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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