Salve, Pessoas!
Além de ator e arte-educador, sou analista cultural da Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura. Coordeno as pastas, Culturas Ciganas, Cultura dos Pescadores Artesanais e Cultura na Infância, entre outras ações e representações institucionais.
Então, por me considerar um iniciado no Café, lanço o novo tópico "Culturas Ciganas - organicidade e políticas públicas", na espectativa de contruibuir e ser contribuido rumo aos primeiros passos para a tentativa de se reparar uma dívida secular devida aos povos Ciganos. Uma etnia que - apesar e não obstante a cruel invisibilidade da qual padece - são depósitários de riquissimas tradições que compõem a nossa diversidade de expressões e muito contribuem para a construção identidade cultural brasileira.
No que se refere às políticas públicas, deixo arquivos e tags.
há braços,
Gê Vitor
Tags: Ciganos, Diversidade, GT, calons, ciganas, ciganos, cultural, culturas, dia, direito, Mais...dos, nacional, prêmio, selo
Gê querido, como esquecer uma pessoa tão especial.
Como andam as pesquisas sobre os ciganos.
Eu estou "a mil" com a minha dissertação, já está quase pronta, pretendo defendê-la em agosto, se tudo der certo.
Tenho ido aos acampamentos e lido muito....muito sobre os ciganos. Queria muito conversar novamente contigo, as tuas experiências com eles são bárbaras.
Me escreva para falarmos mais e trocarmos informações (deborakarpowicz@gmail.com)
Um carinhoso abraço,
Debrinha
Permalink Responder até Bruno Leal em 6 março 2012 at 10:24
Olá, Gê!
Parabéns pelo tópico ele é muito interessante.
Você desenvolve alguma pesquisa acadêmica sobre o tema dos ciganos?
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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