Salve, Pessoas!
Além de ator e arte-educador, sou analista cultural da Secretaria da Identidade e Diversidade Cultural do Ministério da Cultura. Coordeno as pastas, Culturas Ciganas, Cultura dos Pescadores Artesanais e Cultura na Infância, entre outras ações e representações institucionais.
Então, por me considerar um iniciado no Café, lanço o novo tópico "Culturas Ciganas - organicidade e políticas públicas", na espectativa de contruibuir e ser contribuido rumo aos primeiros passos para a tentativa de se reparar uma dívida secular devida aos povos Ciganos. Uma etnia que - apesar e não obstante a cruel invisibilidade da qual padece - são depósitários de riquissimas tradições que compõem a nossa diversidade de expressões e muito contribuem para a construção identidade cultural brasileira.
No que se refere às políticas públicas, deixo arquivos e tags.
há braços,
Gê Vitor
Tags: Ciganos, Diversidade, GT, calons, ciganas, ciganos, cultural, culturas, dia, direito, Mais...dos, nacional, prêmio, selo
Gê querido, como esquecer uma pessoa tão especial.
Como andam as pesquisas sobre os ciganos.
Eu estou "a mil" com a minha dissertação, já está quase pronta, pretendo defendê-la em agosto, se tudo der certo.
Tenho ido aos acampamentos e lido muito....muito sobre os ciganos. Queria muito conversar novamente contigo, as tuas experiências com eles são bárbaras.
Me escreva para falarmos mais e trocarmos informações (deborakarpowicz@gmail.com)
Um carinhoso abraço,
Debrinha
Permalink Responder até Bruno Leal em 6 março 2012 at 10:24
Olá, Gê!
Parabéns pelo tópico ele é muito interessante.
Você desenvolve alguma pesquisa acadêmica sobre o tema dos ciganos?
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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