Julho de 1918. Nicolau II, sua esposa e filhos foram assassinados na cave da sua casa.
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Iniciado por Isabel Santos 22 Fev. 0 Respostas 0 Curtiram isto
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Comentário de Irene Silveira de Oliveira em 10 maio 2011 às 14:57 A Russia manteve um sistema feudal ate a queda de Nicolau II. Isto a pesar da era industrial trazer novos desenvolvimentos noutros paises como a Alemanha e a Inglaterra. Era um pais fechado em si proprio e mesmo o Czar vivia numa redoma sem imaginar a realidade e miseria que o povo vivia.
A I Grande Guerra veio demonstrar a fragilidade da Russia e consequente queda da monarquia. Ajudou tambem o fato de o Czar ser visto como fraco e a Czarina (de ascendencia alema) como a grande forca por de tras de Nicolau II. Somando a influencia de Rasputin sobre a Czarina logo a nobreza que era o verdadeiro poder na Russia sentiu-se ameacada pelo Rasputin.
O assassinato da familia real poderia ter sido evitado. Quando da queda da monarquia, o novo poder na Russia procurou um pais onde podesse enviar a familia real. Inglaterra foi um dos paises escolhidos onde o primo de Nicolau II, rei de Inglaterra rejeitou receber os seus primos e sobrinhos, logo tendo em conta a ameaca que a familia real representava mantedo-se na Russia foram entao assassinados.
Hoje a familia real tem estatuto de santos na Igreja Ortodoxa pelo seu contributo e defesa da igreja.
Comentário de Lucas Silva Nangi dos Santos em 3 outubro 2010 às 19:12
Comentário de Lucas Silva Nangi dos Santos em 3 outubro 2010 às 19:02
Comentário de Carolina F. do Nascimento em 3 outubro 2010 às 17:58
Comentário de Regis Dias em 1 outubro 2010 às 18:18
Comentário de Carolina F. do Nascimento em 28 setembro 2010 às 18:37 Bem-vindo (a) ao
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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