Foto: "Arbeit Macht Frei - O Trabalho Liberta". Inscrição no Portal de Entrada do Konzentrationslager Auschwitz-Birkenau. Oswiecim, Polska.
Depois de assistir ao vídeo postado por nossa companheira Amanda Schmidt - onde se especula sobre a fuga de Hitler e Eva Braun para a Patagônia a bordo de um submarino numa operação ultrassecreta - decidi pronunciar-me.
Nunca ouvi falar em Abel Basti, autor de "O Exílio de Hitler". Ignoro sua importância no cenário do jornalismo argentino. Também não tive acesso ao livro.
Quanto à sua argumentação em prol de uma conspiração do silêncio internacional para salvar a pele do Führer e de outros tantos - numa suposta e mirabolante fuga para a Argentina para serem usados como trunfos no combate ao comunismo - parece-me inverossímil.
Apesar da Argentina ter-se transformado no reduto de tantos nazistas do segundo escalão do III Reich, acolhidos por Juan Domingo Perón.
Pois bem, à falta de provas, vou atirar no escuro. Contudo, minha reflexão apóia-se em fatos históricos.
Local: Rio de Janeiro
Membros: 37
Última atividade: 3 horas atrás
A União Soviética perdeu mais de 20 milhões de cidadãos - entre civis e militares - durante a “Grande Guerra Pátria”, como denominam a II Guerra Mundial. Existe farta documentação sobre as atrocidades cometidas pelos nazistas depois da invasão da URSS pela Wehrmacht alemã.
A cifra de 20 milhões de mortos corresponde a perda superior às de todos os outros países conflagrados juntos, isto é, Inglaterra, França e EUA.
Por conseguinte, os povos soviéticos tinham razões de sobra para odiar os nazistas. Vide a tomada de Berlim pelo Exército Vermelho. Não ficou pedra sobre pedra. Lembrem-se: a guerra já estava ganha. Idem para o bombardeio aliado à cidade de Dresden, uma das mais belas do mundo, capital da Saxônia. Arrasaram-na por puro ódio.
Felizmente, para nós, foi inteiramente recuperada em seus traços originais. Décadas de trabalho. A restauração da Catedral, por exemplo, só foi concluída depois de 65 anos do término da guerra.
Pergunto: seriam os soviéticos tão ingênuos e incapazes de perceber as articulações dos Serviços Secretos Aliados?
Graças ao heroísmo do Exército Soviético a guerra contra a Alemanha Hitlerista foi ganha.
Ora, é inadmissível que Joseph Goebbels, a figura mais importante do III Reich, depois do Führer, cometesse suicídio junto com a mulher Magda Goebbels - que ainda envenenou os cinco filhos do casal - ficasse fora dos planos de resgate para a Argentina.
Todos os nazistas do primeiro escalão que não se suicidaram foram levados a julgamento em Nürnberg (Nurembergue), exceto Martin Bormann que conseguiu fugir, e a quase totalidade condenada à morte, inclusive Borman, condenado à revelia. Segundo Doris Bulau, “foram eles: o ex-marechal Hermann Göring; o ex-ministro do Exterior Joachim von Ribbentrop; o chefe do Alto Comando das Forças Armadas (OKW), Wilhelm Keitel; o ex-chefe do Serviço Central de Segurança (RSHA), Ernst Kaltenbrunner; Alfred Rosenberg, teórico nazista e assessor direto de Hitler; Hans Frank, ex-administrador da Polônia ocupada; Willhem Frick, ex-ministro do Interior e ex-governador da Tcheco-Eslováquia ocupada; Julius Streicher, diretor do jornal nazista Der Stürmer; Fritz Sauckel, ex-chefe do recrutamento de trabalhadores nos territórios ocupados; Alfred Jodl, ex-chefe de operações do OKW; e Arthur Seyss-Inquart, ex-chefe dos serviços administrativos da Holanda ocupada.
Os demais acusados obtiveram penas de prisão perpétua (caso de Rudolf Hess) ou prisão por tempos variáveis. Três deles – Hjalmar Schacht, Franz von Papen e Hans Fritzche – acabaram sendo absolvidos. Ao longo do processo, de 20 de novembro de 1945 a 1º de outubro de 1946, houve 403 sessões públicas”.
A absolvição de Schacht, von Papen e Fritzche gerou fortes protestos dos membros soviéticos que compunham o Tribunal.
Além disso, a URSS fez grande pressão para condenar à prisão perpétua Rudolf Hess, vice-lider do Partido Nacional-Socialista dos Trabalhadores Alemães e secretário particular do Führer.
Em 31.08.1946, ao ouvir a sentença que o condenava, Hess declarou:
“Não me defendo de meus acusadores, aos quais nego o direito de me acusarem, a mim e aos meus compatriotas.
Não me defendo das acusações que competem aos assuntos internos da Alemanha, e que nada importam aos estrangeiros.
Não protesto contra as declarações que afetam a minha honra e a honra de todo povo alemão. Durante longos anos de minha vida me foi concedido viver ao lado do homem mais poderoso produzido por seu povo em sua história milenar. Mesmo se pudesse, não desejaria apagar esse tempo de minha existência.
Eu me sinto feliz por haver cumprido com o meu dever como alemão, como nacional-socialista e como fiel do Führer.
Não me arrependo de coisa alguma. Se tivesse de começar tudo de novo, trabalharia da mesma forma, mesmo sabendo que ao final me aguardaria uma fogueira para a minha morte. Pouco importa o que podem fazer os homens. Comparecerei diante do Todo-Poderoso. A Ele prestarei minhas contas, e sei que me absolverá".
Figura proeminente na alta hierarquia do III Reich em discurso proferido durante o Congresso do Partido Nazista em Nürnberg, em 1934, disparou: “Deutschland ist Hitler; Hitler ist Deutschland – A Alemanha é Hitler; Hitler, a Alemanha”. Sem dúvida, a frase resume o espírito de uma época.
(Para os que desejam ter uma idéia daqueles tempos, recomendo o documentário de Leni Riefenstahl, “Triumph des Willens – O Triunfo da Vontade”. Ao lado de “Olympia: Fest der Völker – Olimpíadas: Festa dos Povos” e “Olympia: Fest der Schönheit – Olimpíadas: Festa da Beleza”, ambos da mesma cineasta, são considerados os melhores documentários de toda a História do Cinema pela crítica internacional especializada.Todos três encontram-se disponíveis em DVD).
A partir de 1966, Rudolf Hess tornou-se o único prisioneiro de Spandau, prisão administrada pelo Exército Soviético em West Berlin – Berlim Ocidental onde o dirigente nazista passou os últimos 41 anos de sua longa existência.
Sua morte em 1987, aos 93 anos, despertou controvérsias. As autoridades queriam sepultá-lo em local desconhecido. Um ano depois, seu filho Wolf Hess conseguiu enterrá-lo no cemitério da família, em Wunsiedel. A cidade transformou-se em lugar de peregrinação dos neo-nazistas, que promovem anualmente Marchas da Memória no dia 17 de agosto, data de sua morte. Os manifestantes sempre ostentam muitos cartazes com a foto de Hess e faixas onde se lê: “Märtyrer sterben nie! – Mártires jamais morrem!”
Passemos, agora, ao caso Eichmann.
Adolf Eichmann, SS Obersturmbannführer – Tenente-Coronel das SS (Die Schutz-Staffel der Nationalsozialistische Deutsche Arbeiterpartei - NSDAP ou Esquadrão de Defesa do NSDAP), cujo lema “Mein Ehre heißt Treue" - “Minha honra é a lealdade”, já diz a que veio.
No Campo de Concentração de Dachau distinguiu-se aos olhos de Reinhard Heydrich, SS Obergruppenführer – Coronel-General das SS, conhecido como “Carniceiro de Praga”, por sua extrema crueldade.
Em 1942, após a Conferência de Wansee, recebe a patente de Tenente-Coronel das SS e passa a chefiar o famigerado Departamento IV B 4 da Gestapo (Geheime Staatspolizei – Polícia Secreta do Estado), responsável pela logística e execução da Solução Final – Endlösung, isto é, a política de extermínio dos judeus.
Terminada a guerra, é capturado pelo exército norte-americano e confinado a um campo de prisioneiros de guerra do qual consegue escapar e obter passaporte da Cruz Vermelha Internacional, refugiando-se na Argentina, em 1950, onde adotou o nome de Ricardo Klement. Conseguiu, depois dessa proeza, mais uma: trazer a família para sua companhia.
Em 11 de maio de 1960, é espetacularmente sequestrado por agentes do Mossad – Serviço Secreto de Israel e levado a julgamento em Tel Aviv. O julgamento foi transmitido ao vivo para o mundo inteiro. Acusado de 15 crimes - incluídos crimes contra a Humanidade e o povo judeu - foi condenado a morrer na forca, em 1 de junho de 1962.
Já o médico Josef Mengele, “der Todesengel – O Anjo da Morte”, SS Hauptsturmführer – Capitão das SS, apesar de toda a carnificina que realizou com as próprias mãos em Auschwitz - em experiências pseudo-científicas, cujas principais vítimas eram crianças e gêmeos - só foi descoberto após a morte.
Causa estranheza o fato de nunca ter sido arrolado como criminoso de guerra em Nürnberg. Pouco antes do término da guerra, pressentiu que a Alemanha seria derrotada. Abandonou Auschwitz dez dias antes do exército norte-americano chegar e fugiu para a Argentina. Depois da prisão de Eichmann foi para o Paraguai, tendo como destino final o Brasil, onde viveu em diversas cidades e morreu afogado em Bertioga, no litoral paulista, em 1979.
Mais estranho ainda, o fato de nunca o Mossad - Serviço Secreto de Israel nem o Centro Simon Wiesentahl conseguirem localizá-lo, apesar do filho Rolf ter-se encontrado com ele pelo menos duas vezes e trocado correspondência com o pai.
Simon Wiesenthal (1908-2005), o “Caçador de Nazistas”, dedicou sua vida à perseguição de criminosos de guerra alemães.
Conseguiu localizar Eichmann na Argentina. Sabe-se hoje que trabalhou para o Mossad – Serviço Secreto de Israel.
Em seu livro de memórias, publicado em 1989, declarou: “os nazistas não escaparão sem punição pelo assassinato de milhões de seres humanos”.
Diante deste panorama, recuso-me a acreditar na veracidade do que afirma o jornalista argentino Abel Basti.
Seu depoimento parece voltado para a assim denominada “Teoria da Conspiração, tão a gosto de mentes imaginativas e/ou paranóicas.
Os episódios históricos arrolados dimensionam que a URSS e os demais protagonistas que viveram estes tempos jamais dariam cobertura à fuga do Führer. Por outro lado, capturá-los seria o maior prêmio que poderiam conquistar perante a opinião pública mundial.
A Guerra Fria foi a continuação da Guerra Quente. Para quem não sabe, os Acordos de Potsdam e de Yalta estabeleceram a divisão da Alemanha em quatro setores para serem administrados pelas potências vencedoras.
Coube à administração soviética a parte essencialmente agrária, a mais atrasada do país. E aos países ocidentais, a parte das indústrias do Ruhr. Segundo a Wikipédia, “o Vale do Ruhr (em alemão,Ruhrgebiet, coloquialmente, Ruhrpott) é a região metropolitana mais populosa da Alemanha e também a maior região industrial da Europa. Está situada no centro do estado da Renânia do Norte-Vestfália, ao longo do leito do rio Ruhr”.
A divisão de Berlim foi algo grotesco e dantesco. A viagem de trem que partia de Frankfurt am Main, na Alemanha Ocidental, para Berlim Ocidental, transitava o tempo todo pelo território da RDA, Alemanha Oriental. As pessoas desembarcavam em West Berlin – Berlim Ocidental e o trem seguia para a estação terminal, em Ost Berlin – Berlim Oriental, capital da República Democrática Alemã - Alemanha Oriental. Fiz este percurso. Somente eu e meu amigo brasileiro que foi estudar comigo na RDA permanecemos no trem. Os alemães ocidentais, reprimidíssimos, olhavam-nos de soslaio e não diziam nada.
A divisão da Alemanha nasceu aí, nos Acordos de Potsdam e de Yalta. Tal como fariam na Coréia e posteriormente no Viet-nam, dividindo-os, os norte-americanos - nesta oportunidade, com a ajuda dos exércitos aliados ingleses e franceses - criaram focos de tensão internacional permanente na Alemanha subjugada. Eis as raízes da assim denominada Guerra Fria.
Der Mauer, isto é, “O Muro”, só fez aprofundar a divisão do mundo em zonas de influência.
{Apêndices Extraídos da Deutsche Welle}
Biblioteca da Faculdade de Direito da Universidade de Harvard: Os Julgamentos de Nürnberg & seus Documentos Digitalizados
http://nuremberg.law.harvard.edu/php/docs_swi.php?DI=1&text=ove...
Museu Mostra “Medicina Mortal” dos Nazistas
http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,2203502,00.html
Exposição Aborda Programas Nazistas de Eutanásia e Esterilização
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4059302,00.html
Historiadores Investigam Destino das Vítimas da Eutanásia Nazista
http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,3842066,00.html
Perón y los Nazis: Una Fraternal Relación
http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,2541762,00.html
Photos of Off-Duty Nazis Give Rare Insight into Auschwitz Life
http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,2791468,00.html
Von der verschmähten Ruine zum Dokumentationszentrum
http://www.dw-world.de/dw/article/0,2144,2071406,00.html
Theresienstadt e Auschwitz: Música sob o signo do Holocausto
http://www.dw-world.de/dw/article/0,1564,1468875,00.html
Tribunal de Julgamentos Nazistas vira Museu em Nurembergue
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6257888,00.html
1945: Início dos Julgamentos de Nurembergue
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,331419,00.html
Criminoso Nazista Morre na Alemanha antes de ir a Julgamento
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,6256191,00.html
Os Criminosos Nazistas mais Procurados
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4558145,00.html
Criminoso Nazista de 90 Anos é Condenado à Prisão Perpétua
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4557836,00.html
"Julgamento de Demjanjuk vai entrar para história", diz sobrevivente de Sobibor
http://www.dw-world.de/dw/article/0,,4247955,00.html
Túmulo de Rudolf Hess é destruído para pôr fim à peregrinação neonazista
Großansicht des Bildes mit der Bildunterschrift:

Hess em 1934, durante uma parada nazista em Königsberg.
Restos mortais de um dos principais aliados de Hitler foram incinerados e serão lançados ao mar. Cidade alemã espera agora que acabem as marchas de neonazistas ao local.
O túmulo de Rudolf Hess em Wunsiedel, no sul da Alemanha, foi destruído depois de os restos mortais do líder nazista terem sido exumados, confirmaram nesta quinta-feira (21/07) representantes da igreja evangélica local. A informação havia sido publicada pelo jornal Süddeutsche Zeitung.
Os restos mortais de Hess, que na condição de representante de Hitler foi o número dois na hierarquia nazista, foram exumados no início da manhã desta quarta-feira. Eles foram incinerados logo em seguida e serão lançados ao mar, atendendo a pedido dos descendentes do líder nazista.
A comunidade evangélica de Wunsiedel decidiu negar à família a prorrogação do arrendamento do túmulo, vencido desde 2007. A neta de Hess chegou a entrar na Justiça contra a decisão, mas acabou cedendo e concordando com a remoção da sepultura.
O túmulo de Hess foi durante mais de duas décadas local de peregrinação de grupos neonazistas. Com a remoção da sepultura, a comunidade espera que as marchas neonazistas na cidade tenham fim.
Condenado em Nurembergue
Hess foi condenado à prisão perpétua nos Julgamentos de Nurembergue, ao final da Segunda Guerra Mundial. Ele cometeu suicídio em 17 de agosto de 1987 na sua cela na prisão berlinense de Spandau, aos 93 anos.
Os restos mortais foram sepultados em Wunsiedel, atendendo a desejo do próprio Hess. Desde então, o túmulo se converteu em local de peregrinação para a extrema direita alemã. Principalmente nos dias 17 de agosto, quando centenas de neonazistas se dirigiam à pequena cidade de 10 mil habitantes. Na cena neonazista alemã, Hess era considerado um mártir.
Nos últimos anos, os desfiles neonazistas em Wunsiedel tinham sido sistematicamente proibidos pelas autoridades, mas a extrema direita obtinha a autorização nos tribunais, invocando o direito à liberdade de manifestação, constitucionalmente protegido. Os tribunais alemães impunham como condição, no entanto, que não houvesse quaisquer referências a Hess.
Este grupo ainda não possui nenhum tópico.
Comentar
Comentário de Ingrid Schmidt em 13 abril 2013 às 8:15 Hitler não morreu! Era o amante de Evita Perón e Eva Braun era amante de Perón! kkk
antes ele deu uma passadinha no Rio Grande do Sul visitar seus compatriotas alemães...
Esscribo algo que desde el primer momento que pase a formar parte del grupo tendria que haberlo hecho ,me siento muy honrado por pertenecer a este grupo por que esta parte de la historia me apasiona y estoy dispuesto a compartir con ustedes todos lo que tengo sobre este tema deesde ya un saludo extensivo a todo el grupo y espero que sigamos trabajando en pos de algo tan hermoso como es la historia
Todas y cada una de las especulacciones que se hacen de la muerte de Adolf Hitler,son como se dice eso especulaciones si bien se pretenden hacer por hechos historicos cuando llega el momento de demostrar la verdad hay una gran contradicion.Creo que desde el momento de la muerte de hitler en su bunker en abril de 1945 comenzaron toda suerte de habladurias y planteos hasta rayar a la fantasia.
Uno de los primeros en lanzar esas ideas fue el periodista Ladislao Szabo en su libro "Hitler esta Vivo" donde plantea una supuesta baseen la Antartida del mismo y sus colaboraddores,lo cual a llevado una sucesion de libros sobre este tema uno de ellos es ,el de Patrick Burnside "El Escape de Hitler",lo digo porque es un tema para tratarlo de forma racional ,madura y con un gran criterio para llegar mediamente a un conscenso.Existe hasta un grupo de neonazis chilenos que buscaban en la decada de los noventa y principio de este siglo que buscaban la tumba de hitler en la Patagonia,tambien otro libro llamado "Operacion Patagonia" el cual relata la supuesta vida del mismo alli en forma novelada el autor es un hombre que usa el seudonimo de Capitan Monasterio,como dije debemos ser cautos al manejar libros ,doumentos y hechos pero no podemos negar que el supuesto escape de hitler despierta hasta el dia de hoy cierto resquemor y curiosidad.
La existencia de hitler en la patagonia es algo que se ha comentado con mucha fuerza ,un periodista y apasionado por la historia ,se llama Abel Basti .
Dos libros puntuales como es ,EL EXILIO DE HITLER Y LOS SECRETOS DE HITLER marcan de manera puntual los pasos que llevo a cabo el lider nazi para exiliarse en ese pais.Una serie de fotos y una casa en Bariloche que es la copia de Berghof son la prueba mas fehaciente de la existencia de la cabeza del tercer reich en este pais.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por


Você precisa ser um membro de O Exílio de Hitler para adicionar comentários!