Dê sua opinião e participe!
Permalink Responder até Anderson Montagner em 17 agosto 2010 at 8:45
Permalink Responder até José Sampaio T. Coelho em 24 agosto 2011 at 13:01
Permalink Responder até Bruno Leal em 17 agosto 2010 at 16:18
Permalink Responder até lucia cerrone em 18 agosto 2010 at 12:54
Permalink Responder até Bruno Leal em 18 agosto 2010 at 16:03
Permalink Responder até Luiz Carlos em 18 agosto 2010 at 12:46
Permalink Responder até Wallace Ribeiro Ramos em 18 agosto 2010 at 12:51
Permalink Responder até Anderson Montagner em 18 agosto 2010 at 13:22
Permalink Responder até Bruno Leal em 23 março 2012 at 10:25
Bela lembrança, Anderson.
abs!
Permalink Responder até Aline de Alvarenga Zouvi em 6 dezembro 2010 at 8:03
Fico com Os Incompreendidos.
Jeanne Moreau, a Grande Dama da Nouvelle Vague
Escrever sobre Jeanne Moreau é prestar tributo ao seu talento, cultura, sensibilidade e beleza radiante.
A juventude é bela. Sobretudo na presença de tais atributos.
Meu encontro com a Nouvelle Vague, quando contava apenas 20 anos de idade, ou menos, foi de total deslumbramento.
Não sei ao certo qual o primeiro filme que assisti. Se Les Amants (1958), de Louis Malle, com Jeanne Moreau no papel principal, ou se L´Année Dernière à Marienbad (1961), de Alain Resnais, com Delphine Seyrig, dona de um belíssimo rosto tão enigmático quando o de Jeanne Moreau, mais os cenários e diálogos concebidos pelo "Papa" do Nouveau Roman Français, Alain Robbe-Grillet. Obra-prima, conquistou o Leão de Ouro do Festival de Veneza de 1961.
Les Amants mostrou-me que a sexualidade podia e deveria ser assumida totalmente. Esta mensagem, num momento histórico em que as garotas brasileiras preservavam a virgindade, passaporte para o casamento.
Lembro-me da incredulidade de meu melhor amigo na Alemanha, o búlgaro Bóris Parashkévov, quando lhe contei sobre nossos costumes. Comparou-os aos dos turcos, também retrógrados, cujas marcas ficaram visíveis no ser e o modo da Bulgária, depois de 500 anos de dominação otomana.
“L´Année Dernière à Marienbad” foi uma das maiores emoções de minha vida. Em companhia de duas amigas, uma da mesma idade, outra mais velha e vivida, brilhantemente inteligente, culta e sensível - de família rica e famosa, uma “socialite” baiana - assisti “Ano Passado em Marienbad” numa sala de cinema improvisada para filmes de arte, no andar superior do Magazin Mesbla, que não existe mais. O prédio continua no mesmo lugar. Hoje, Lojas Americanas. Que decadência!
Saímos todos da projeção com o “rabo entre as pernas”, isto é, fascinados. Jamais experimentei algo semelhante. Flutuávamos em divagações carregadas de emoção e de poesia, pelos labirintos barrocos das imagens e dos diálogos daquele filme antológico.

Puxa vida! Os meus 20 anos prometiam. E foram muito além das expectativas.
Que saudade.
“Sodade, meu bem, sodade.
Sodade do meu amor”.
(Vanja Orico in “O Cangaceiro”)
Era um menino muito tímido. Minha amiga Celeste, a “socialite baiana”, “ovelha negra” de família quatrocentona, foi a que primeiro me sacou: “Wladimir fala com os olhos”!
Foi um longo percurso. Dos olhos para a palavra.
Daqui em diante, passamos a inserir material de fontes diversas colhidos na Internet sobre a Vida e a Obra da Grande Dama da Nouvelle Vague.
Síntese Biográfica em Português
http://www.memorialdafama.com/artistas/JeanneMoreau.html#38
Síntese Biográfica em Espanhol
http://www.biografiasyvidas.com/biografia/m/moreau_jeanne.htm
Galeria de Fotos
http://miltonribeiro.opsblog.org/2008/10/11/porque-hoje-e-sabado-je...
Jeanne Moreau e Agnès Varda Falam de seus Cinemas
http://oglobo.globo.com/cultura/festivaldoRio2009/mat/2009/09/25/am...
"Le Tourbillon de la Vie"- Canção Interpretada por Jeanne Moreau em Jules et Jim
http://www.youtube.com/watch?v=dcVcwwo8QFE
Elle avait des bagues chaque doigt,
Des tas de bracelets autour des poignets,
Et puis elle chantait avec une voix
Qui, sitot, m'enjola.
Elle avait des yeux, des yeux d'opale,
Qui me fascinaient, qui me fascinaient.
Y avait l'ovale de son visage ple
De femme fatale qui m'fut fatale [2x].
On s'est connus, on s'est reconnus,
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus d'vue
On s'est retrouvs, on s'est rchauffs,
Puis on s'est spars.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie
Je l'ai revue un soir, hie, hie, hie
a fait dj un fameux bail [2x].
Au son des banjos je l'ai reconnue.
Ce curieux sourire qui m'avait tant plu.
Sa voix si fatale, son beau visage ple
M'murent plus que jamais.
Je me suis sol en l'coutant.
L'alcool fait oublier le temps.
Je me suis rveill en sentant
Des baisers sur mon front brlant [2x].
On s'est connus, on s'est reconnus.
On s'est perdus de vue, on s'est r'perdus de vue
On s'est retrouvs, on s'est spars.
Dans le tourbillon de la vie.
On a continu toumer
Tous les deux enlacs
Tous les deux enlacs.
Puis on s'est rchauffs.
Chacun pour soi est reparti.
Dans l'tourbillon de la vie.
Je l'ai revue un soir ah l l
Elle est retombe dans mes bras.
Quand on s'est connus,
Quand on s'est reconnus,
Pourquoi se perdre de vue,
Se reperdre de vue ?
Quand on s'est retrouvs,
Quand on s'est rchauffs,
Pourquoi se sparer ?
Alors tous deux on est repartis
Dans le tourbillon de la vie
On continu tourner
Tous les deux enlacs
Tous les deux enlacs.
Cena de Les Amants
http://www.youtube.com/watch?v=Mtnf1dWh3Us
"A Igreja tem medo do cinema porque atuar é criar vida"
Tiago Melo
Uma das maiores representantes do cinema francês, a atriz e diretora Jeanne Moreau, declarou que a Igreja Católica teme o cinema porque "atuar é criar vida", algo que seria reservado apenas ao divino. "Com os anos, entendi a rejeição da Igreja Católica a ceder termos religiosos ao mundo do cinema, já que os atores têm pretensão de dar vida", afirmou Moreau em uma conversa com estudantes de cinema no Festival do Rio. Em plena atividade aos 81 anos, a atriz lembrou que, em sua juventude, os diretores buscavam nela sua beleza, "não olhavam" para seu "interior”. O Festival do Rio deste ano homenageia a carreira de Jeanne Moreau. Durante as duas semanas de evento, serão exibidos dois filmes com a diva: "Le Temps qui Reste" (2005), de François Ozon e "Plus tard, tu comprendras" (2008), de Amos Gitai.
Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
Ativado por

