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Nordeste Brasileiro

Pretende debater os aspectos sobre a História do Nordeste, sua formação e sua reinvenção.

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Comentário de Jaime Magalhães Morais em 13 novembro 2012 às 7:56

Olá Antonio de Melo e amigos do Nordeste Brasileiro,

Gostaria que conferissem na Web um artigo de minha autoria de nome Origens do tabaréu. Confiram.

Comentário de Jaime Magalhães Morais em 31 agosto 2012 às 22:31

Oi Naara Oliveira,

Acho bastante interessante o comentário que você fez. Porque no período colonial o autóctone (evidentemente que não eram todos) tinha a crença que as mulheres eram apenas saco de criar os filhos (possivelmente você leu sobre isso). Os pais eram os verdadeiros responsáveis pela geração, e os tios pela criação que se portavam como se pais fossem. E a geração os chamavam como pai.

Comentário de Jaime Magalhães Morais em 29 julho 2012 às 5:09

É que o Nordeste sertanejo mais necessariamente, é pouco estudado. E pode revelar uma História que a poucos interessa. Euclides da Cunha arranhou detalhes, o que lhe valeu grande reconhecimento. Imaginemos se formos analisar a imensidão do atual território brasileiro que não compreende a costa, onde se concentra a História Colonial. Busque na net um mapa de 1704 e vai verificar detalhes bastante intrigantes como o território bárbaro.

Comentário de ANTONIO DE MELO TORRES em 28 julho 2012 às 17:14

Estou gostado do teor do debate que está se formando, espero que mais membros participem deste dialogo sobre o Nordeste. Porém, nem sempre é possível existir a concordância plena de ideias, o que torna o debate riquíssimo. Assim é o Nordeste, multifacetado, multicultural, de encantar e desencantar, dependendo do olhar que quem o Vê. Assim a Formação do Nordeste é complexo, e de diversas vertentes, sejam culturais, políticas, econômicas, onde as mesmas se encontram formando assim uma cocha de retalhos, que apesar da beleza, nem sempre as partes que juntam-se demonstram uma concordância. Assim é que é a história, simplesmente uma cocha de retalhos e nós, historiadores procuramos costurar.

Comentário de Jaime Magalhães Morais em 27 julho 2012 às 13:43

Mapas são aprovados por instituições oficiais. Portanto, quando são emitidos passam por uma peneira que decidem se são politicamente interessantes ou não. Se ferem aos interesses de determinado grupo que politicamente é dominante, não são admitidos. Ou não éramos os que comandavam a economia brasileira? Apenas para os interesses portugueses, as minas estavam além de todos os propósitos de exploração porque sempre foi o intuito não só dos portugueses e muito mais dos que o financiavam, após uma crise sem precedentes, acumular riquezas que lhes garantissem suportar novas conquistas sem que houvessem tanto desgastes perante a opinião pública que já reagia internamente exigindo maiores benefícios distribuídos com maior equitatividade. Se aos portugueses e anexos financiadores, isto era mais interessante, explica-se porque desde o início da colonização os portugueses buscavam o ouro. Num primeiro momento, o açúcar por ter características de um produto nobre, satisfez a exploração colonial. Mas o ouro cuja maior exploração e propaganda se fez no Centro Sul do país, atendeu inicialmente as expectativas portuguesas. Até porque não existia esta imensidão territorial brasileira que se restringia até o final do século XVII ao litoral.

Comentário de ANTONIO DE MELO TORRES em 27 julho 2012 às 7:56

Caro Magalhães,  podemos analisar a História do Nordeste Brasileiro, sem anacronismos, vemos que o mesmo teve sua importância no cenário econômico brasileiro até a decadência da  cultura da cana de açúcar, e a mudança do eixo econômico para o centro - sul.Porem a criação do chamado Nordeste Brasileiro, acredito, que seja devido a uma necessidade de transferir recursos do centro-sul para o nordeste, mas sim por uma questão politica. Pois o próprio Nordeste pode ser auto suficiente. Por uma questão política surgiu a necessidade de denominação desta  região, basta levarmos em conta a mudança nos mapas e a época em que esse mapa foi construído, já que muitos alguns estados não faziam parte do nordeste até o momento em que o governo federal passou a enviar recursos para essa região.

Comentário de Jaime Magalhães Morais em 26 julho 2012 às 22:26

Desculpe Melo, mas esta é a mais importante vertente. Na verdade não interessa a nenhum dos que comandam o Brasil, carrear recursos para se resolverem os problemas do Nordeste. Muito mais interessou retirar da área o comando que perdurou até que a Família Real migrou para o Brasil. Se não se importa, pesquiso o que digo com muito maior profundidade que as afirmações positivistas ora publicadas neste comentário. Brasil não era nem Norte nem Nordeste. E sim, Centro Sul.

Comentário de ANTONIO DE MELO TORRES em 26 julho 2012 às 7:47

Legal!, realmente não podemos esquecer os antecedentes da Invenção do Nordeste brasileiro, já que é essencial que debatemos o Nordeste por inteiro. A sua versão em relação a tentativa de esquecimento da raiz colonial da área geográfica que compreende o nordeste, o seu crescimento devido ao latifúndio monocultor da cana de açúcar, entre outras características do período colonial, faz sentido, porém não podemos esquecer que está é mais uma vertente que explica a invenção do Nordeste, cuja temática é riquíssima, cabendo longos debates em relação ao mesmo.    

Comentário de Jaime Magalhães Morais em 26 julho 2012 às 6:55

Olá pessoal,

Gostei do tema e creio que podemos também questionar o período que antecede a invenção do Nordeste. Será que a invenção do Nordeste tem realmente esta intenção de determinar esta área geográfica como forma de carrear recursos para a Região? Não seria uma forma de apagar a História colonial?

Comentário de Geraldo Neto em 24 julho 2012 às 22:35

Olá a todos, acabei de criar um grupo sobre literatura de cordel, acho que vcs podem se interessar. Segue abaixo o link do grupo:

http://cafehistoria.ning.com/groups/1980410:Group:1052203?xg_source...
 

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