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Mitos e Mitologias

Comunidade para o debate das relações entre mito, rito e história, estudo e troca de informações sobre as mitologias e os folclores de todos os tempos e culturas.

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Comentário de Thiago Pach em 9 outubro 2015 às 0:32
Olá, galera!!!

Tô com um novo trabalho influenciado pelo batuque das rodas de samba e pela diversidade dos ritmos brasileiros. Estou em um processo de comunicação musical me preparando para o meu mais novo álbum intitulado 'Canto de Aruanda'. Me visitem no www.thiagopach.com e se cadastrem lá!

Um super abraço!
Comentário de Reinaldo Seriacopi em 3 junho 2014 às 17:05

Professores, tomo a liberdade para deixar a sugestão de dois endereços na internet inteiramente voltados ao professor de História do ensino básico.

Um deles é o site www.historiaeimagem.com. br e o outro é a fanpage do FB www.facebook.com/historiaeimagem.

Em ambos os endereços, existem muitas dicas e sugestões que podem ajudar o professor em seu dia a dia na sala de aula.

Comentário de joaquim schieder da silva em 25 março 2014 às 5:52

Bom dia,caros leitores

Continuacao

Do Porto de Pirèus partem diàriamente muitos navios em direcao a Creta e outras ilhas gregas.

Durante os dois meses que là estive,fui cozinheiro num veleiro e iamos ao fim de semana para uma pequena ilha pròximo de Buliagmeni.

Os apòstolos viajaram muito por estas paragens e organizaram igrejas em Tessalonica,Corinto,locais por onde passei tambem.

A Grècia nao tem o mesmo valor espìritual de Israel,mas vale apena visitar pela sua Història e monumentos que ainda hoje prevalecem apesar de um dia estarem muito anos sob o domìnio Turco que queriam destruir o Partenon para lhe retirar o chumbo que se encontra dentro das pedras de màrmore sustentando-as.

Em 84 muitas destas pedras estavam no chao e havia escavacoes por todo o lado.

No regresso a casa fui de navio para Brindisi(Porto italiano),mas antes passamos pela ilha de Corfu,que è a segunda maior ilha grega.

Estas rotas foram em princìpio tambem percorridas pelos apòstolos.

O Apòstolo Paulo tambem nao foi excepecao e foi mais tarde degredado a ficar na ilha de Patmos e là escreveu o ùltimo Livro do Novo Testamento=Habrit Hadasha,o Livro do Apòcalipse=Revelacao.

O Apòstolo Paulo nao morreu ,mas foi transladado(nao passou pela morte,este processo foi aplicado a uns poucos seguidores de Jesus Cristo)

Cumprimentos

Comentário de joaquim schieder da silva em 25 março 2014 às 4:39

Bom dia,caros leitores

Em 84 inìciei um aviagem do Porto atè Atenas de comboio,ao longo de cinco dias,sempre de comboio atravès da Espanha,Franca,Italia,Monaco,Sèrvia,Bòsnia e finalmente a Grècia.

Visitei o Partenon o Areòpago,onde Paulo pregou aos atenienses sobre o Deus desconhecido,pois eles tinham muitos deuses e os adoravam ,mas nao tinham qualquer conhecimento sobre o Deus verdadeiro,mas tinham tambem uma estàtua para ele.

Visitei outros locais històricos onde os apòstolos Tomas e Andrè estiveram,eles sao os padroeiros da Igreja Ortodoxa Grega,eles organizarem este igreja là.

Continua

Comentário de fabio lino de freitas em 24 março 2014 às 12:03

Aquele que necessita provar -se sempre suas afirmações acabam por si ludibriados com suas falacias e se distancia de forma anacrônica ou dicotômica de uma visão mais real.

O princípio conhecido como ‘da verdade real’ e não ‘da descoberta da verdade real’,  significa que em um processo deve-se buscar a verdade dos fatos e que as provas, testemunhos etc servem como meio para buscar essa verdade. Disso, duas consequências: quem alega deve provar sua alegação através dessas evidências e não apenas ‘no grito’ e, se houver tensão entre a verdade formal (aquela que se deriva dos atos de um processo) e a real, dá se preferência à segunda. Em outras palavras, o processo serve para buscar a verdade dos fatos e não simplesmente para ser seguido cegamente. 

Comentário de joaquim schieder da silva em 24 março 2014 às 8:52

Exatamente caro colega

Tanack=

Tora=5 Livros de Moisès=Lei Mosaica=Pentateuco.

Nevim=8 Livros

Ketuvim=11 Livros

= 24 Livros

Os Livros do Velho Testamento sao cerca de 40,mas o seu conteùdo è igual sò que os Livros do Tanack estao organizados de outra forma.

Comentário de Leonardo Stuepp em 24 março 2014 às 8:28

Bom dia amigos.

Façamos a correção de modo acertado.

A TANAK é a abreviatura da coletânea de escritos judaicos que é composta das Leis (Torá), os Profetas e os Escritos. 

Cordialmente,

Leonardo

Comentário de joaquim schieder da silva em 24 março 2014 às 4:48

Bom dia,Fàbio

A Tora è o Velho Testamento=Tanack.

Se tambem tens formacao religiosa,mostra em vez de criticares.

Abrs.

Comentário de Leonardo Stuepp em 23 março 2014 às 19:17

Olá amigos.

A proposta do grupo é o estudo e debate sobre mito, rito e história, mas por considerações apresentadas por um dos membros, acabou transportado para a religião e no caso específico o cristianismo e a Bíblia.

Posto um pequeno comentário sobre o Gênesis, considerando que o mesmo trata meio que tangencialmente nas questões propostas.

O Gênesis

Um dos grandes problemas que temos para encontrar sentido no livro do Gênesis está na vasta distância entre o mundo que compôs o Gênesis – um mundo oriental pré científico – e o nosso mundo, caracterizado por uma abordagem ocidental e científica da realidade. Para entender o Livro do gênesis, precisamos entrar em seu mundo, determinar o que ele significava em seu tempo e, só então, ousar dizer o que significa agora para o nosso mundo.

O Livro do Gênesis é a narrativa da pré história de Israel.

No decorrer da História do povo de Israel, que tornou-se nação apenas quando passou a ocupar e governar a terra de Canaã, fato ocorrido após o Êxodo. Então, Israel começou a ver sua história no contexto da história universal e juntou à narrativa de suas origens a narrativa dos primórdios do universo e da história da humanidade no período primitivo. É importante reconhecer que esse processo levou séculos. As histórias eram contadas e recontadas, adaptadas e reinterpretadas. Receberam novo contexto e adquiriram novo significado. Cresceram e se desenvolveram além do relato original, até entrarem na narrativa maior das relações de Israel com Deus. O Livro do gênesis dá testemunho desse longo processo de crescimento.

Os biblistas continuam a discutir sobre a presença do mito no Livro do Gênesis. O fato de encontrarem ou não o mito no Gênesis depende da definição que deem ao mito. A definição comum de mito como narrativa sobre deuses e deusas o exclui da Bíblia, porque Israel aceita apenas YHWH como seu Deus. Mas não é preciso definir o mito tão restritamente. O mito é uma forma de pensar sobre a realidade. O que o distingue é o fato de falar sobre a realidade de maneira simbólica em termos de interação dos poderes divinos na era primitiva. Esses poderes continuam a afetar nosso mundo por meio do culto.

Continua

Comentário de Leonardo Stuepp em 23 março 2014 às 19:17

Continuação

A forma de expressão predominante entre os vizinhos de Israel era o mito. Era inevitável que Israel apreciasse os temos mitológicos do antigo Oriente Próximo. Entretanto, Israel não absorveu simplesmente a mitologia das nações que a cercavam; essa mitologia foi mudade e adaptada pra se harmonizar à visão característica que Israel tinha de Deus e do mundo. Encontraremos, principalmente em Gn 1-11, temas mitológicos dos quais Israel se apropriou, mas que transformou. Estes onze primeiros capítulos do Gênesis chamampse “história primeva” porque tratam da história da humanidade, não específicamente da de Israel.

O Gênesis começa com um relato da criação, altamente estruturado e semelhante a um hino. Embora haja semelhanças entre este e o relato babilônicoda criação, o Enuma Elish, no Gênesis há uma reinterpretação e o mesmo foi reescrito para que refletisse a teologia característica de Israel. Em contraste com o Enuma Elish, a criação não resulta de conflito. Não há guerra entre os deuses, nada que se oponha a Deus, Em vez disso, somos informados, em uma sequência cuidadosa organizada, que Deus cria o mundo unicamente pelo poder da palavra divina.

A história do dilúvio no Gênesis tem notável semelhança com os relatos mesopotâmicos do dilúvio, em especial a versão babilônica da epopéia de Guilgamesh. Guilgamesh, o herói dessa epopéia, inicia uma busca da imortalidade que o leva a um ancestral antigo chamado Utnapishtim, que é imortal. Quanto Utnapishtim relata como se tornou imortal, imediatamente reconhecemos paralelos com a narrativa do Dilúvio contida no Gênesis. Eis a narrativa babilônica: o conselho de deuses decide destruir a humanidade. Ea, o deus da sabedoria, aparece a Utnapishtim em um sonho e avisa-o do desatre iminente. Instrui Utnapishtim para que construa um barco e salve a si e sua família. Utnapishtim traz a bordo do barco sua família, animais selvagens e domesticados e artesãos. Os deuses desencadeiam uma tempestade que não demora a ficar fora do controle e os próprios deuses encolhem-se de medo nas esferas superiores do céu. Quando a tempestade acaba, o barco pousa em um monte e Utnapishtim envia pássaros do barco para determinar até onde as águas retrocederam. Ao sair do barco, os sobreviventes da tempestade oferecem um sacrifício agradável aos deuses, que, por sua vez, abençoam Utnapishtim e sua família com a imortalidade.

É evidente que a versão do Gênesis é, em essência, a mesma história, mas há algumas diferenças significativas. No relato do Gênesis não há nenhuma insinuação de politeísmo. Deus, e só Deus, está no comando, o tempo todo; a tempestade jamais fica fora de controle. O Dilúvio não resulta de um capricho; é enviado como castigo pelo pecado. Noé não ganha a imortalidade, mas faz uma aliança com Deus.

Fico por aqui nestas breves considerações, que foram tiradas da obra: Comentário Bíblico, volume 1, Edições Loyola, São Paulo, em terceira Edição setembro de 2001.

Cordialmente,

Leonardo.

 

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