Cada vez mais se fala em melhoria da educação, que é ela o caminho do futuro. Hoje quase como um enigma, igual à charge que ilustra esse grupo. Então os que quiserem buscar e analisar que mudanças reais podemos contribuir, sejam bem vindos.
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Última atividade: 13 Abr
Iniciado por Luis Marcelo Santos 13 Abr. 0 Respostas 0 Curtiram isto
Como professor, muito que já ouvi de colegas também professores a queixa de que o Estatuto da Criança e Adolescente é uma das grandes causas inclusive do aumento constante da violência escolar, em…Continuar
Iniciado por Luis Marcelo Santos. Última resposta de Luis Marcelo Santos 5 Abr. 5 Respostas 0 Curtiram isto
Populismo é a pratica demagógica de alienação das massas, criando nelas cada vez maior dependencia de uma autoridade que se coloca como a sua protetora e cria com isso um sentimento de incapacidade…Continuar
Iniciado por Luis Marcelo Santos 26 Mar. 0 Respostas 0 Curtiram isto
Num artigo do comentarista Gustavo IOSCHPE, intitulado: Como identificar um bom professor (Revista Veja, 13 de fevereiro de 2013, pg. 80-81. Edição 2308 – ano 46 nº.07. Editora Abril SP) se escreve o…Continuar
Iniciado por Luis Marcelo Santos 3 Nov, 2012. 0 Respostas 0 Curtiram isto
Cada vez mais o discurso sobre a necessidade de se aumentarem os investimentos financeiros dentro da área da educação ganha força. Cada vez mais políticos se projetam com propostas de implementos em…Continuar
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Comentário de Carlos Theobaldo em 14 setembro 2012 às 12:53 Nos primeiros anos está a base, portanto é lá que deve ser solidificada a estrutura. Nosso currículo ainda é fraco em relação aos países da Europa, incluindo Portugal. Deve ser revisto, também.
Comentário de Bruno Leal em 14 setembro 2012 às 12:05 Luis, acho que melhorar bastante se você cortar um pouco o texto acima. aBS!
Comentário de Luis Marcelo Santos em 19 agosto 2012 às 13:26 Mas pouco a pouco você mesmo mostra como devagar vamos descobrindo a dimensão do iceberg. Sua colocação é ótima sobre uma descentralização do material didiático e seria ótima, excelente ser debatida também por outras pessoas (até mesmo porque fala-se tanto na observação de outras realidades, mas os materiais didaticos seguem basicamente um mesmo formato de conteúdos - livros didaticos, apostilas, etc). Simplesmente digo que por menos que pareça que avançamos, estamos dando passos signficiativos no debate.
Comentário de Carlos Theobaldo em 19 agosto 2012 às 12:59 Vi seus tópicos, Luis, e sei que pensa exatamente desse modo. A nossa classe não é unida (exceto os federais em greve, no momento) e há que se sentar com autoridades ou estas (uma ideia apenas) realizarem uma pesquisa de campo para conhecerem melhor a realidade. A apostila usada em São paulo capital não pode ser a mesma utilizada por alunos e professores de pequenas cidades do interior de São Paulo, por exemplo. E isso é só uma amostra, a ponta do iceberg...
Comentário de Luis Marcelo Santos em 19 agosto 2012 às 11:55 Concordo Carlos. Mas esse é o ponto. E por isso que eu insisto na provocação positiva, ou seja, o instigar pela argumentação, pela refelxão, pelas busca de novos pontos de vista ou mesmo argumentos para embasar os velhos pontos de vista.
Os fóruns que propus se encaixam nessa ideia, como sobre a cumplicidade da classe dos professores nessa degradação do ensino, que admitindo ou não, ela continuará exisitindo. Igual exponho que o objetivo não é o de critica a colegas, mas sim o de analise de fatores que de um modo ou de outro, possamos trabalhá-los conforme as limitações naturais nos permitam isso.
Compreender e buscar alternativas, não apenas a critica pela critica, uma vez que esse ano de 2012 diante de todas as mobilizações que vemos, é rico demais em oportunidades para darmos visibilidade a novos discursos com novos olhares.
Sei que o objetivo é dificil, mas acredito em todos nós, sei que todos aqui acreditam na mudança e isso já é o bastante para nos encorajarmos em investir no grande potencial que todos aqui tem e certamente muito ainda tem a nos surpreender em alegrias a nos inspirarem fazer o mesmo.
Comentário de Carlos Theobaldo em 19 agosto 2012 às 11:38 A base está no Ensino Fundamental, Luis, mas parece que nem em ano eleitoral se pensa nisso (não d´´a voto, não aparece como obras públicas). Lá o professor deve incutir o gosto pela leitura, exigir um pouco mais do aluno, etc. Aí entra aquela velha discussão dos salários, dos alunos que não querem nada com educação...Há controvérsias, mas se nunca debaterem estas vão se perpetuar: quem perde é a sociedade, em futuro próximo (a educação fica restrita na mão das elites, que "gera" futuros condutores da sociedade)
Comentário de Luis Marcelo Santos em 19 agosto 2012 às 11:19 Você chegou ao ponto em questão, Carlos, justamente porque fiquei a pensar muito nos resultados do ultimo IDEB em que não vi praticamente pessoas comentarem a contradição entre os números satisfatórios no Ensino Fundamental e os números baixissimos no Ensino médio. Uma vez que o desempenho do Ensino médio é reflexo do aproveitamento das séries finais do Ensino Fundamental (6o ao 9o. ano) que por sua vez são reflexos das séries iniciais. Logo, isso não é algo a se pensar?
Comentário de Carlos Theobaldo em 19 agosto 2012 às 11:03 Há tanto a se dizer e fazer, mas em princípio as autoridades deviam olhar com mais atenção o Ensino Básico, onde brotam as sementes para a sociedade.
Comentário de Luis Marcelo Santos em 29 junho 2010 às 13:32
Comentário de Luis Marcelo Santos em 15 março 2010 às 13:18 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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