Este grupo destina-se a questionar, estudar e debater o arrasamento total do Morro do Castelo, na década de XX iniciado pelo prefeito Carlos Sampaio.
Local: Rio de Janeiro
Membros: 12
Última atividade: 23 Abr, 2011
Iniciado por david alfredo silva 6 Abr, 2011. 0 Respostas 0 Curtiram isto
Galera,Minha monografia está sendo direcionada no seguinte sentido: Será que a derrubado do morro só foi possível porque àquela época ele estava sendo ocupado pelas camadas populares? E se a elite…Continuar
Iniciado por Alex da Silva Borba 18 Maio, 2010. 0 Respostas 0 Curtiram isto
Como podemos observar, muita coisa mudou na cidade do Rio de Janeiro da década de 1920 em diante. Infelizmente, o que era visto como "antigo", na verdade era uma associação ao velho colonialismo…Continuar
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Leonardo, uma pequena correção se me permite, na verdade, o Castelo não chegou a se transformau em favela, mas sim num local que mais lembrava uma cidade do interior, por exemplo, já em 1918 Malta havia fotografado o Santo Antonio lotado de barracos de madeira, ruas de terra sem calçamento e esgoto a ceu aberto, assim como fotos do morro da Providência que analizei nos arquivos do Museu da Justiça, que na década de 1920, que também se encontrava no mesmo estado, "favelizado".
O Castelo era um lugar pobre, mas não podemos leva-lo ao conceito favela, já que ele era bem urbanizado para aquela época.
A derrubada do Morro foi motivada por uma questão histórica. Queria-se na época destruir tudo que era portuguès, colonial e imperial. Claro, além do fato do Morro do Castelo já ter se transformado em uma favela. Lembro que parte do Morro dava de frente a Avenida Rio Branco, a antiga Central, que era o principal cartão de visitas da cidade. A cidade que os governantes queriam mostrar: bonita, elegante e francesa.
Lembro também que a ideia de arrasar o Morro não é desta época, ela vem deste os tempos de D. Pedro I.

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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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