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História da moeda.

A numismática é a ciência que estuda, identifica e analisa cronologicamente e geograficamente a história da moeda e o seu contesto histórico.

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Com o desenvolvimento da tecnologia a moeda, o dinheiro vem se alterando e mudando sua face, suas caras, se tornando obsoleto.O dinheiro eletrônico deixa de passar cultura a sociedade observadora?

Iniciado por Alessandro Vitturi Cilião. Última resposta de Carlos Roosevelt 28 Jun, 2011. 4 Respostas

 O dinheiro move todos os interesses do mundo, se alterou devido ao tempo, está em todos os lugares e em lugar algum, pois se multiplica e se move a partir da decisão de um clic.Continuar

Propaganda política através de uma moeda, e possível?

Iniciado por Jorge Figueira. Última resposta de Carlos Roosevelt 23 Fev, 2011. 7 Respostas

Nas décadas de 30 e 40 a Acção Integralista Brasileira, maior movimento político de sua época, foi duramente perseguida por seus opositores que não mediram esforços para extinguir de todos os modos a…Continuar

O dinheiro não traz felicidade?

Iniciado por Alessandro Vitturi Cilião 18 Out, 2010. 0 Respostas

Depende do ponto de vista, para quase tudo precisamos dele, para nascer...para crescer e infelizmente para morrer!!! Ele compra muitas vezes a felicidade...ameniza a dor de doentes...mata a fome! o…Continuar

Sendo o dinheiro objeto de interesse global, qual seria a importância da utilização da numismática como instrumento no ensino de História?

Iniciado por Sandra Maria Pimentel de Souza. Última resposta de Alessandro Vitturi Cilião 25 Set, 2010. 1 Resposta

Na minha experiência como professora das séries iniciais do Ensino Fundamental, utilizei a numismática como centro de interesse para a elaboração de linhas de tempo, situando assim os fatos…Continuar

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Comentário de Alessandro Vitturi Cilião em 25 março 2011 às 6:59

Com o avanço das tecnologias digitais nos últimos anos, é necessário dotar as cédulas de recursos gráficos e elementos anti-falsificação mais modernos, capazes de continuar garantindo a segurança do dinheiro brasileiro nos próximos anos.
A maior novidade é a faixa holográfica, composta por desenhos descontínuos que, ao serem movimentados, apresentam efeitos de alternância de cores e formas. Este é um dos mais sofisticados elementos anti-falsificação hoje existentes. Outros elementos de segurança de fácil verificação são: a marca d’água, que apresenta o valor da nota e a imagem do animal; e o número escondido, que aparece quando a nota é colocada na posição horizontal, na altura dos olhos.

 

 O principal motivo é garantir a acessibilidade dos deficientes visuais ao dinheiro brasileiro, oferecendo um recurso confiável para reconhecimento e diferenciação das cédulas. Além disso, a adoção de tamanhos diferenciados inibe a tentativa de falsificação por lavagem química. Além dos tamanhos diferentes, os deficientes visuais também poderão contar com outro recurso para identificar os valores das notas, as marca táteis, que são barras em alto-relevo localizadas no canto direito inferior das notas.

dimensões das novas notas:

    100 reais – 15,6cm x 7,0cm;
    50 reais – 14,9cm x 7,0cm;
    20 reais – 14,2cm x 6,5cm;
    10 reais – 13,5cm x 6,5cm;
    5 reais – 12,8cm x 6,5cm;
    2 reais – 12,1cm x 6,5cm.

Imagem com a cedula
Comentário de luiz cézar em 16 março 2011 às 18:19
Gostaria de saber sobre as novas cedulas que irao circular no Brasil muito em breve.
Comentário de Alessandro Vitturi Cilião em 25 setembro 2010 às 19:39
O inicio das primeiras moedas cunhadas, de acordo com autores é datada de 550ac, e quem deu origem ao processo de cunhagem foi Creso, rei da Lídia. Essas moedas chamavam Estateres, que significa padrão. Era o nome dado originalmente a mistura natural de ouro e prata.
Comentário de Alessandro Vitturi Cilião em 18 setembro 2010 às 14:20
Muito interessante Sandra, meu TCC foi o tema A história do dinheiro no Brasil, um tema pouco explorado nas escolas, acho muito legal saber que alguns profissionais estão utilizando esta fonte de pesquisa tão rica em vários campos do saber.
Aristóteles, certamente um homem de grandíssima e maravilhosa inteligência, no livro V da Ética, no capitulo V, em que expôs muitas e belas considerações, pensou assim a respeito da natureza da moeda:
“A moeda foi instituída por convenção, e por esse motivo ela é chamada de nómisma, sendo assim pela lei, porque justamente tem valor por lei e não por natureza, e porque está em nosso poder modificá-la e torná-la sem valor”
O dinheiro adquire valor não pela própria natureza, mas pela decisão do governo, e pode, portanto, por decreto desse mesmo ser destituído desse valor, isso significa sem dúvida alguma que se estima não tanto o valor material do metal, ouro prata que seja, quanto, pelo contrário, a moeda enquanto tal, porque se fosse o material do metal a ser tão estimado, teria o seu valor não por lei, mas por natureza.
Comentário de Sandra Maria Pimentel de Souza em 18 setembro 2010 às 8:50
A criação do dinheiro resolveu o problema das pessoas que precisavam livrar-se do que tinham em excesso e adquirir o que não tinham, pois nem sempre era possível a troca de mercadorias. Hoje, o dinheiro impulsiona o desenvolvimento dos povos para o futuro e, ao mesmo tempo, nos revela histórias do passado. Meu pai deixou ao falecer alguns exemplares de moedas antigas que colecionava e, a partir daí, interessei-me pelo assunto e venho acrescentando outras moedas e cédulas, formando assim uma pequena coleção, não pelo valor financeiro mas pelo valor histórico. Para mim, não importa se elas são MBC, S ou FE (siglas do catálogo Amato), mas sim a viagem ao passado que faço ao segurar uma moeda do império e imaginar por quais mãos ela passou. Acho que participar deste grupo vai ser bastante interessante.
Comentário de Alessandro Vitturi Cilião em 5 setembro 2010 às 20:14
Como seria a nossa sociedade hoje sem a criação do dinheiro? O mundo atual com tanta tecnologia e desenvolvimento sem o que todos aprendemos desde criança a usar, a aprender a ganhar...
 

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