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Michel Foucault

Grupo voltado para o estudo das obras do francês Michel Foucault, em especial aquelas que estão mais diretamente a História. Seja bem-vindo!

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"Na História estamos preocupados com o que foi e com o que é; na Filosofia, por outro lado, estamos preocupados não com o que pertence exclusivamente ao passado ou mesmo ao futuro, mas com o que é, tanto agora como eternamente - isto é, com a Razão."

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Comentário de Márcio Alexandre Buchholz em 17 março 2009 às 15:24
Por diversas vezes vi algumas referências de alguns autores associando o pensamento de Foucault ao anarquismo. Recentemente tive contato com um texto chamado Foucault ou niislismo de Cátedra, onde o autor (agora não me lembro o nome) pontua no pensamento de Foucault uma espécie de anarquismo pós moderno, caracterizado por um certo anti- humanismo, ou seja, diferente do que era comum nos anarquistas classicos do século XIX. Gostaria portanto, de saber a opinião dos participantes. É possivel - mesmo que em determinados momentos Foucault tenha negado - estabelecer pontos de contato entre o anarquismo enquanto critica do poder e das instituições com o pensamento de Michel Foucault?
Comentário de C. L. Santos em 17 março 2009 às 13:43
Foucault é um simbolo do potencial histórico e filosófico; em sua obra "Microfísica do Poder", a densidade de suas enunciações são deveras complexas, requerendo dos pesquisadores um grau aprimorado das mentalidades, ou seja: problematizar a História, seja través das relações de poder, por meio das instituições, ou pelo estudo do imaginário, do mental, indica o quão os histpriadores podem e devem buscar aprofundamentos necessários para que o mundo social seja explicado, de diversas formas ^_^
Comentário de Maria Renata em 17 março 2009 às 9:20
Olá,

Gostaria de convidá-los a participar do Concursos, vagas e oportunidades de pesquisa, um grupo criado para divulgar as opções profissionais do historiador na atualidade.

Grata,

Maria Renata
Comentário de Maria Renata em 17 março 2009 às 9:19
Olá,

Gostaria de convidá-los a participar do Concursos, vagas e oportunidades de pesquisa, um grupo criado para divulgar as opções profissionais do historiador na atualidade.

Grata,

Maria Renata
Comentário de Gustavo Vilhena em 27 fevereiro 2009 às 15:13
Ler Foucault, como toda escolha teórica, é algo que deve ser praticado. Ele nos ensinou que não existe nada natural, que o mundo é a própria linguagem que o constitui, desnaturalizando os objetos seguros da História. Querendo ou não, temos que admitir a grandiosidade do seu trabalho.
Comentário de getulio miranda barbosa jr em 10 fevereiro 2009 às 7:52
PRA MIM A MAIOR OBRA DE FOUCAULT FOI O LIVRO AS PALAVRAS E AS COISAS DE 1966.MOSTRA QUANDO SURIGE O SUJEITO NA HISTÁORIA.
Comentário de Kell Dacosta em 14 janeiro 2009 às 9:56
Oi gente, agora estou por aqui também...

Saudações Libres a todxs !!!
Comentário de Carla Diranir Ferreira Menezes em 27 novembro 2008 às 19:06
Nào só como filosófo, assim como eu, mas também um curioso da história social. É dessa forma que encontramos a sua beleza.
Comentário de Aline cerqueira em 27 outubro 2008 às 8:06
Estudar os pensamentos de Foucault é analisar as posibilitades de mudança social.
Comentário de Seloé Pacheco em 28 setembro 2008 às 14:12
Caros Amigos
Adorei e achei interessante toda contribuição
Favor fazer comentário sobre minha colocação
Abraço
 

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Não pare na pista

Chega aos cinemas brasileiros o aguardado filme cinebiografia de Paulo Coelho, "Não pare na pista -  a melhor história de Paulo Coelho", dirigido por Daniel Augusto. 

Sinopse: Cinebiografia de Paulo Coelho, o filme se concentra em três momentos distintos da carreira do escritor: a juventude, nos anos 1960 (período em que é vivido pelo ator Ravel Andrade); a idade adulta, nos anos 1980 (Júlio Andrade); e a maturidade, em 2013, quando refaz o Caminho de Santiago (Júlio Andrade, maquiado). Usando como base depoimentos do próprio Paulo Coelho, a história perpassa os momentos mais marcantes da vida do autor, como os traumas, a relação com as drogas e a religião, sexualidade e a parceria com o músico Raul Seixas.

café história acadêmico

Ensino de História: Confira o artigo “A guerra das narrativas: debates e ilusões em torno do ensino de História”, da historiadora Christian Laville, da Universidade Lava, Quebec. Resumo: Em quase todas as partes do mundo, os programas escolares exigem que o ensino da história desenvolva nos alunos a autonomia intelectual e o pensamento crítico. Há muito tempo não se vê mais a missão de incutir nas consciências uma narrativa única glorificando a nação ou a comunidade. No entanto, quando o ensino da história é questionado nos debates públicos, é sempre com referência a esse tipo de narrativa: embora não fazendo mais parte dos programas, esse continua sendo o único objeto dos debates. Este artigo dá inúmeros exemplos atuais de tais debates, antes de concluir que são provavelmente vãos e que as pessoas se iludem sobre os efeitos reais da história ensinada. Alguns exemplos também são dados a esse respeito. Clique aqui para acessar.

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