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Permalink Responder até Caio Paz em 29 julho 2008 at 17:21
Permalink Responder até Shirlei Romano em 21 agosto 2008 at 15:41
Permalink Responder até Marcelo Torres em 4 setembro 2008 at 23:25
Permalink Responder até Angelica Marcondes em 17 outubro 2010 at 17:33
Permalink Responder até Lúcio Emílio do Espírito Santo em 6 setembro 2012 at 11:35
É verdade. Para Foucault, não se deve tomar o estado burguês, porque não resolveria nada. Ele termina sendo um tipo sofisticado de reformista do capitalismo.
Permalink Responder até Lucas Alves de Oliveira Matos em 4 fevereiro 2011 at 9:05
Permalink Responder até Douglas Angeli em 11 abril 2011 at 13:30
Caros colegas,
No meu entendimento, há duas divergências principais entre o pensamento de Foucault e o marxismo.
1) Para Foucault, o poder é algo que circula, só existe em ato, só funciona em cadeia. Portanto, o poder não se dá, não se troca, tampouco se exerce em termos de dominação de um indíviduo sobre o outro, ou de uma classe para outra. Assim, a luta de classes marxista e as relações de poder de Foucault seriam incompatíveis.
2) A questão da ideologia, no marxismo, pressupõe a existência de um discurso que distorce a realidade face a uma verdade. Para Foucault, a verdade é sempre uma construção mundana, e o discurso deve ser compreendido como um elemento a mais no jogo da história.
Permalink Responder até Guilherme Galvão Lopes em 25 abril 2012 at 14:13
Permalink Responder até Lúcio Emílio do Espírito Santo em 6 setembro 2012 at 11:33
Foucault é contra Lênin, diretamente. Essa é a maior crítica. O marxismo do século XX é o leninismo.
Permalink Responder até Professor Americanista! em 25 novembro 2012 at 7:03
Cite exemplos Guilherme!!
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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