Comunidade para discutir questões filosóficas, teóricas e históricas acerca do marxismo e suas relações na historiografia.
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Iniciado por Fernando. Última resposta de Matheus Boni Bittencourt 14 Jul, 2012. 15 Respostas 1 Curtiu isto
Iniciado por Eduardo Lima de Medeiros. Última resposta de Eduardo Lima de Medeiros 6 Mar, 2012. 2 Respostas 1 Curtiu isto
Iniciado por Eduardo Lima de Medeiros 15 Nov, 2011. 0 Respostas 1 Curtiu isto
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Comentário de Luiz Fernando Almeida em 24 outubro 2012 às 18:31 É um grande prazer constatar que, embora, a teoria marxista seja considerada ultrapassada por algumas pessoas, nos deparamos com ela quase que em todas as disciplinas dos cursos de ciências humanas e, com sempre, nos arrebatando e nos levando a uma consciência crítica, através de seus escritos sobre os desdobramentos do mundo e em maior escala as revoluções da Europa, as quais nos deixaram um legado para que pudéssemos criar um estado de emancipação. Ainda que seja difícil essa façanha, devido à perpetuação do capitalismo, ao menos teremos a consciência de poder vomitar, como disse a nossa amiga Sara.
PROLETÁRIOS DE TODOS OS PAÍSES! UNI-VOS!
KARL MARX.
Se hoje posso compreender um pouco mais sobre o sentido de uma sociedade vivenciadora do sistema capitalista e as relações de classes, sem dúvidas devo isso a proximidade criada com a teoria marxista. É duro saber que somos soldados mais é gratificante aprender a vomitar.....Aos que já conhecem a profundidade da visão de Marx dentro da nascente sociedade industrial e que perpetua, ao contrario do que muitos afirmam, até os dias atuais entendem que uma teoria valida é a que não se limita a um contexto histórico mais sim cria as possibilidades para se adentrar a história por seus viés ideológicos. A teoria de Marx é viva...e viva a teoria de Marx!!
Comentário de Valdeir C Salvador Soares em 24 maio 2012 às 16:59 Ola camaradas do grupo, estou recolhendo material para a “construção” de minha monografia que terá o seguinte tema “o marxismo fora do continente europeu” quem puder me mandar algum material ligado a essa temática por favor mande para o e-mail valdeir.s.salvador@gmail.com
Agradeço desde já o apoio
Comentário de Luiz Fernando Almeida em 9 abril 2012 às 21:14 A UTOPIA MAIS DURADOURA E ARREBATADORA QUE EXISTE, IDEALIZADA PELO MAIOR SOCIALISTA QUE JÁ EXISTIU!
Caro Bread Soares, espero conseguir te responder. Você pode encontrar as noções de "natureza", "ser humano", "natureza humana" etc. nos Manuscritos Econômico-Filosóficos de 1844 do Marx. Lá está desenhada aquilo que Lukács definiu como uma "ontologia do ser social", o processo de hominização, a relação do homem com a natureza (que acredito que deve lhe interessar), o que o autor buscou apanhar a partir da metáfora de "metabolismo social". Vale muito também o capítulo XIII do livro I de O capital, que fala do maquinário e da grande indústria, mas uma compreensão precisa deste capítulo demanda uma leitura de todos os capítulos precedentes (é árido, mas vale muito a pena). Outro obrigatório, e mais árido ainda, são os famosos manuscritos de 1857-1858, Grundrisse, recentemente publicado em português por uma co-edição da Boitempo com a editora da UFRJ.
Imperdível é o livro do historiador norte-americano John Bellamy Foster, A Ecologia de Marx: materialismo e natureza, onde a obra deste autor é tomada criticamente. Nesse link tem uma palestra dele http://www.youtube.com/watch?v=eXUO-H--h88
E Marcos Ferro. Esse seu tipo de terrorismo intelectual, esse tipo de patrulha ideológica que você praticou aqui é infelizmente muito comum no ambiente universitário. É, além do mais, uma grande falta de educação. O colega Bread Soares, a partir de uma postura intelectualmente saudável, quis saber dos colegas sobre um autor que, embora você discorde, influenciou e continua influenciando a produção intelectual contemporânea em vastas áreas das Ciências Humanas. A teoria de Marx não pode ser reduzida ao que os seus supostos seguidores fizeram em seu nome no século XX.
Especialmente hoje, quando o mundo capitalista vive mais uma de suas profundas crises, o pensamento marxiano parece ser mais atual que nunca. E o crescente interesse em Marx nos meios universitários brasileiros pode ser medido pela quantidade de personagens que se ocultam nas redes sociais disseminando uma campanha de ódio, pouco baseada em dados, para detratar seu legado.
Comentário de Bread Soares Estevam em 27 fevereiro 2012 às 21:26 Começarei a fazer parte das discussões me apresentando. Meu nome é Bread Soares Estevam, historiador - licenciando em História, especialista em Educação Ambiental - mestrando em Educação Ambiental. A minha colocação inicial é a seguinte: alguém sabe dizer se Marx nas suas obras delimitava um conceito de "ser humano" e de "natureza"? Já que o tripé da sua análise é a dialética materialista, a economia política burguesa e a teoria da revolução proletária. Fica essa questão inicial aos colegas de influência marxistas.
Minhas saudações ecohistóricas!
Comentário de Marcos Ferro em 27 julho 2011 às 15:29 O sonho marxista nunca aconteceu, o que vimos foi na verdade o uso das massas para se tomar o poder em nome de um estado justo. e assim que os chamados libertadores chegaram ao poder a primeira coisa que fizeram foi se afastar do proletariado. Acabaram com os burgueses mais criaram algo semelhante a elite burocratica e se tornaram ditadores contrariando os proprios escritos de Marx; tornando se piores até do que o despotismo que existia, então eu deixo uma pergunta no ar o socialismo existiu ou foi um golpe ideologico para camuflar uma ditadura?
Comentário de Hugo Leonnardo Cassimiro em 23 janeiro 2010 às 8:31
Comentário de Hugo Leonnardo Cassimiro em 23 janeiro 2010 às 8:26 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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