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Permalink Responder até Hugo Leonnardo Cassimiro em 16 janeiro 2010 at 7:58
Permalink Responder até Luiz Fernando Almeida em 9 abril 2012 at 21:22
PODEMOS AFIRMAR QUE NA SOCIOLOGIA ENQUANTO DISCIPLINA: HÁ UMA GRANDE PREDOMINÂNCIA, OU SEJA, UM GRANDE APELO PÚBLICO PRINCIPALMENTE ENTRE OS ACADÊMICOS EM RELAÇÃO AO MARXISMO.
Permalink Responder até Matheus Boni Bittencourt em 14 julho 2012 at 20:03
O marxismo é uma das três matrizes das ciências sociais, ao lado do positivismo e do historicismo. Sendo assim, há sim uma grande influência do marxismo sobre a sociologia, mas dizer que as duas coisas se confundem há ir longe demais, pois há pelo menos duas outras correntes que influenciaram o pensamento sociológico. Além disso, o marxismo foi excluído do debate acadêmico durante várias décadas, durante as quais o positivismo teve um domínio quase incontestado dentro da sociologia acadêmica. Na França, p.ex., o marxismo só foi aceito no debate acadêmico a partir de meados dos anos 1950. Aqui no Brasil, p.ex., a inclusão do marxismo nas ciências sociais acadêmicas sofreu bastante com o golpe de 1964, quando vários marxistas brasileiros foram parar na cadeia ou no exílio.
Permalink Responder até Fernando em 7 agosto 2008 at 22:42
Permalink Responder até Antonio Luiz Souza de Oliveira em 7 março 2012 at 21:03
Concordo que Origem da família da propriedade privada e do estado é o livro sobre o assunto em discussão.
Nele Engels aborda três estágios culturais de desenvolvimento da humanidade: a selvageria, a barbárie e a civilização.
As sociedade agrária americanas anteriores ao domínio colonial europeu, encontravam-se no estágio cultural da barbárie. Apesar dos aspectos coletivistas dessas sociedades, oque é perfeitamente justificável pela ausencia da propriedade privada, penso que é um erro caracterizá-las como socialistas, posto que para Marx e Engels o socialismo é uma formação economico-social que só pode surgir das forças produtivas geradas pelo capitalismo.
O socialismo só pode ser entendido como avanço material e espiritual humano, a partir da substituição da propriedade privada capitalista pela propriedade social dos meios de produção de toda a riqueza social. Portanto, o socialismo significa o progesso da civilização e não retorno à barbárie.
Diante de tanta exploração e miséria, a única coisa a ser feita segundo Marx, seria os trabalhadores unirem-se e lutar por seus direitos. E para acabar com os problemas sociais, seria necessário acabar com o capitalismo e começar a construir uma nova sociedade. Respeito a opinião de Marx, embora, considere útopia, observando o apego das pessoa ao consumo e tecnologias.
Permalink Responder até Luiz Fernando Almeida em 9 abril 2012 at 21:21
O PROBLEMA SERIA SABER SE A PROPOSTA DA NOVA DOUTRINA SERIA DE FATO EXERCIDA FIELMENTE PELO NOVO REGIME.
TEMOS A EXEMPLO A REVOLUÇÃO FRANCESA, ONDE O BURGUESIA TOMOU O PODER DO REI, PORÉM OS PROBLEMAS CONTINUARAM, UMA VEZ QUE A GRANDE MASSA OS TRABALHADORES, CONTINUARAM SENDO EXPLORADOS.
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
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