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Marc Bloch e Obra

Marc Bloch fundou em 1929, junto com seu amigo, o historiador Lucien Febvre, a "Annales d'historie économique et sociale", mais conhecida como Revista dos Annales. Este grupo tem como objetivo estudar as obras e a vida de um dos "pais dos Annales".

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Comentário de Igor Ferreira em 29 setembro 2012 às 12:22

Olá! boa tarde pessoas, preciso fazer um conceito sobre o conceito de história e historiografia de Marc Bloch, vocês podem me dar alguma luz sobre? grato.

Comentário de Lana Camila em 7 outubro 2011 às 14:05

Estão abertas as inscrições para II Seminário Nacional Fontes Documentais e Pesquisa Histórica: Sociedade e Cultura, que será realizado pela Universidade Federal de Campina Grande do dia 07 a 10 de novembro de 2011. http://www.ufcg.edu.br/~historia/iisnfdph/

Comentário de Ludmila Pena Fuzzi em 17 outubro 2010 às 11:40
Criei uma página em que trato de assuntos históricos, meu blog é dividido em páginas temáticas: História Social, História da Morte, Histpriografia, Metodologia de Pesquisa (Muito Importante para Universitários e Outros), Artigos e Texto dentre outras coisas... Tem muito material bom, minha contribuição para a história.. EM BREVE irei atualizar minha página referente aos estudos da escravidão, meus Mestrado!

Acessem: http://profludfuzzi.blogspot.com/ Podem fazer pedidos pelo Fale Conosco!
Comentário de Pablo Michel Magalhães em 29 junho 2010 às 18:19
A revista Historien, publicação do Grupo "Sapientia et Virtute" e do Departamento de História da Universidade de Pernambuco, campus de Petrolina, torna pública a sua CHAMADA DE COLABORAÇÕES para o volume 3 referente ao período Junho - Julho - Agosto de 2010.

A revista Historien é um periódico trimestral que tem como objetivo publicar pesquisas inéditas, de reconhecido rigor teórico, relevância intelectual e científica na área de História e Ciências Humanas, abrindo espaço, também, para a colaboração de graduandos. Além da publicação de artigos em torno de um dossiê temático, previamente estabelecido, este periódico dispõe de uma sessão de artigos e de espaço para publicação de resenhas.

A temática desta edição versará sobre história e cultura no vale do São Francisco e no Sertão Nordestino. O título da edição será divulgado mais adiante, no portal e no blog (www.revistahistorien.blogspot.com).

Data limite para colaborações: 31 de julho de 2010.

Os trabalhos deverão ser enviados eletronicamente para o endereço: revista_historien@ig.com.br


Normas para publicação: http://www.4shared.com/file/255145790/3d4481ce/Normas_editoriais.html?
Comentário de junia lima em 3 junho 2010 às 20:10
Sou admiradora de Bloch e Febvrer será um prazer compartilhar conheçimento convosco !como tambem adquirir.
Comentário de Pablo Michel Magalhães em 6 abril 2010 às 11:56
Para todos que se interessam: a Revista Historien, periódico eletrônico da Universidade de Pernambuco, organizada e produzida pelos alunos e professores do Campus de Petrolina, lançou dia 02/04 sua 2ª edição, que traz como temática Jogos de Gênero: discursos, representações, identidades.

Essa segunda edição conta com a participação de diversos historiadores especializados no assunto, como Mary del Priore(USP/IHGB),Iole Macedo Vanin (UFBA) e Fátima Hanaque(UEFS), além da participação, é claro, dos alunos da UPE - Campus Petrolina Cléber Roberto de Carvalho e Alinne Suanne Araújo Torres.

A revista é aberta também para alunos de graduação. O material é fornecido pelo site e pelo blog, totalmente grátis.

links: www.historien1.hd1.com.br
www.revistahistorien.blogspot.com

contatos e envio de trabalhos: revista_historien@ig.com.br
Comentário de Valter Pitta Moreira em 24 janeiro 2010 às 12:06
Por uma história realmente universal
Livro de Jack Goody denuncia os limites de confundir a trajetória da humanidade com a narrativa histórica criada pelo ponto de vista europeu.
O roubo da história tem como objetivo examinar o modo
como a Europa “roubou a história do Oriente”.
Não apenas suas criações artesanais e artísticas, instituições,
invenções científicas e tecnológicas, enfim todas as grandes
contribuições para a humanidade de regiões do chamado Oriente,
mas sua própria história. Isto é, o lugar das sociedades não-européias
na explicação do mundo contemporâneo.
Para ler...
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apoiado no conjunto de leis que marcou a história do direito.

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Nefertiti
Ela se casou com o homem mais poderoso do mundo,
tornou-se sacerdotisa de uma nova religião
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governou sozinha o maior império de seu tempo.

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Um grande abraço!!!

Valter Pitta
www.universodahistoria.blogspot.com

Levando o universo da História a você.
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Comentário de Elisangela Martha em 10 setembro 2009 às 11:04
Bloch enfatiza o não julgamento da história, e sim sua compreensão. O julgamento da história aparece então como o maior erro que possa ser cometido pelo historiador, caracterizando-o como anacrônico. Contudo baseado no comentário de Alvaro Pacheco, se Bloch se negava a definir a História como "ciência do passado" porque "tudo parte do presente e retorna ao presente". Se retornamos ao presente, estariam os historiadores livres do anacronismo?
Já viramos o século, daqui a pouco tempo déspotas como Hitler, mussolini, entre outros estarão protegidos pela barreira do anacronismo. Os historiadores que se atreverem de chamá-los de assassinos de grandes massas populares, estarão antes sim sendo estes acusados de serem anacrônicos. Será que o mundo tem mudado tanto assim durante os tempos? Muitos são os paradoxos, mais uma "verdade" parece se manter durante o tempo, para uma maioria,eu até diria a maioria da maioria, a luta pela sobrevivência é inerente ao ser humano, e aparece em seus momentos de maiores adversidades, como no exemplo da shoah. Ou seja matar é sempre matar, não vejo relato de pessoas durante o tempo, que desejassem serem assassinadas. ou seja o assassinato aparece aí caracterizado como um grande mau a sociedade e ao ser humano.
O Historiador Hobsbawm, me parece mais realista quando descreve que "compreender a história, não significa perdoá-la". concedendo assim uma maior autonomia ao historiador. Autores como Robert Darnton vão ainda mais longe como em seu livro os dentes falsos de George Washington.
"O historiador certamente cria vida. Ele insufla vida no barro que escava dos arquivos. Também julga os mortos. Não pode ser de outro modo. (...) Os fatos não vão desaparecer, mas seu padrão se modifica à medida que os reorganizo, (...). (Darnton, 199).
Comentário de Edmundo Costa em 4 setembro 2009 às 18:30
é mais agora precisamos de Marc Bloch's nas editoras de livros didáticos. Pois para mim é uma vergonha o que nossas crianças estudam.
Comentário de LOURIMAR T. MOREIRA BRANDÃO em 31 agosto 2009 às 13:56
Penso que o Historiador deva ser ao mesmo tempo aquele que lembra o que os outros esquecem e um sujeito em processo construto de saber histórico que com sua produção deve delinear o fazer história dia a dia numa sociedade de dilemas, onde prevalece a forte corrente do imediatismo.
 

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