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Linguas Antigas

Estudo voltado as línguas,Suméria é a língua escrita mais antiga das que se têm testemunhos gráficos. As primeiras inscrições procedem de 3000 a.C. e seu alfabeto é cuneiforme.(f. concha)

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No Brasil, em cinco séculos de ocupação portuguesa, mais de 1.200 línguas indígenas desapareceram juntamente com seus povos. Um extermínio étnico e lingüístico. No entanto, o que se espera para o futuro são perdas parciais, ou seja, os povos serão poupados, mas seus idiomas sucumbirão ao peso da globalização.

O chinês possui dialetos classificados em sete grandes grupos . As diferenças no léxico e na pronúncia são análogas às existentes nas línguas românicas. A maioria dos chineses fala o mesmo dialeto, chamado pelos ocidentais de mandarim. O mandarim constitui a base da atual escrita vernácula, baihua, que, por sua vez, é a base da língua oficial: o putonghua.
O chinês, o birmanês e o tibetano — assim como muitas línguas de pequenas tribos do sudeste asiático — pertencem à família sino-tibetana. Excetuando o léxico e alguns fonemas básicos, o chinês e outras línguas afins mostram traços que as tornam diferentes das ocidentais: são monossilábicas, com escassas flexões tonais.Falada na China por mais de 1 bilhão de pessoas, 95% da população chinesa. As minorias usam idiomas de diferentes famílias lingüísticas: tibetano, mongol, lolo, miao e o tai. O chinês é a língua com maior número de falantes do mundo.

Por se tratar de língua dominante no leste da Ásia, o chinês exerceu influência sobre o léxico e a grafia de idiomas vizinhos, mas pertencentes a outro grupo lingüístico. Entre elas o japonês, o coreano e o vietnamita que pertencem ao conjunto linguístico altaico. Acredita-se que, até o século XVIII, mais da metade dos livros do mundo era publicada em chinês.
indioma indiano :indo iranianas-Até o ano 1000 a.C. a língua indo-iraniana era dividida em duas: o ramo indiano ou indo-ário e o iraní ou persa. O ramo indiano desenvolveu-se no noroeste da Índia. Sua história pode ser dividida em três grandes etapas: o indiano antigo, que inclui o védico e o sânscrito; o indiano médio, com os dialetos vernáculos do sânscrito, chamados prácritos (dos quais procede o páli, língua sagrada dos textos budistas), e o indiano novo ou moderno.

As línguas relevantes são o híndi e o urdu. A primeira, falada pelos hindus (cerca de 180 milhões), tem sua origem no sânscrito. A segunda, de origem persa, é a língua dos muçulmanos.

As outras línguas indianas são o bengali (falada por cerca de 120 milhões de pessoas em Bengala e Bangladesh), o penjabi, o biari, o cingalês (idioma oficial do Sri Lanka) e o romani (língua dos ciganos). Cerca de 150 milhões de pessoas falam 23 línguas dravídicas, principalmente no sul da Índia. Quatro têm condição para serem idiomas oficiais: tamil, télugo, canará e malaio. Estas línguas têm produção literária e escrita autônomas. lingua japonesa :Língua aglutinante falada por mais de 120 milhões de pessoas que vivem no Japão, 200 mil no Havaí, 200 mil nos Estados Unidos e quase 400 mil no Brasil.
Não há relação entre o japonês e outras línguas. Só existem semelhanças no léxico com as línguas do leste da Ásia, como as tibetano-birmanas e as austro-asiáticas.

Do século VIII em diante, apenas os caracteres da língua chinesa passaram a ser utilizados como sinais fonéticos — cada signo representava uma sílaba. Um século depois, esses caracteres foram abreviados e deram lugar à aparição de dois silabários japoneses ou kana ("sinal que representa uma sílaba"): o katakana e o hiragana. Depois da II Guerra Mundial, o número de caracteres caiu para 1.850, subindo em seguida para 2.000, num significativo processo de simplificação da língua escrita Os hieróglifos podem ter começado em tempos pré-históricos como uma escrita por meio de imagens. Embora os egípcios nunca tivessem formado um alfabeto como o conhecemos, estabeleceram símbolos para todas os sons consonantais da sua língua. O sistema mostrou-se notavelmente eficiente. Combinando-se fonogramas, formavam-se versões esquematizadas de palavras. Nem todos os hieróglifos abandonavam a sua função de imagens de palavras para se tornarem símbolos fonéticos. Pelo menos 100 hieróglifos eram usados para representar a palavra que retratavam, sendo usados também como determinativos do significado das palavras.

Durante 3000 anos constituíram a linguagem monumental do Egito. A última inscrição conhecida é do ano de 394 d.C., quando o Egito era uma província romana. Já então, tantos hieróglifos tinham sido propositadamente obscurecido pelos escribas sacerdotais fazendo com que os sinais fossem incompreensíveis para a maioria dos egípcios. Em 1822, um lingüista francês provou que os desenhos podiam formar palavras não relacionadas com a imagem. Só então os homens do Ocidente começaram a compreender que tinham diante de si toda uma linguagem que representava a chave para o que até então tinha sido um povo misterioso.
Torre de Babel - História da Torre de Babel
Segundo o Antigo Testamento (Gênesis 11,1-9), torre construída na Babilônia pelos descendentes de Noé, com a intenção de eternizar seus nomes. A decisão era fazê-la tão alta que alcançasse o céu. Esta soberba provocou a ira de Deus que, para castigá-los, confundiu-lhes as línguas e os espalhou por toda a Terra.

Este mito é, provavelmente, inspirado na torre do templo de Marduk, nome cuja forma em hebraico é Babel ou Bavel e significa "porta de Deus". Hoje, entende-se esta história como uma tentativa dos povos antigos de explicarem a diversidade de idiomas. No entanto, ainda restam no sul da antiga Mesopotâmia, ruínas de torres que se ajustam perfeitamente à torre de Babel descrita pela Bíblia
Os fenícios foram responsáveis pelo alfabeto Árabe, grego, hebraico . Alfabeto latino também foram decorrência dos fenícios. Os fenícios, chamados sidônios no Antigo Testamento e fenícios pelo poeta Homero, eram um povo de língua semítica, ligado aos cananeus da antiga Palestina. Fundaram as primeiras povoações na costa mediterrânea por volta de 2500 a.C. No começo de sua história desenvolveram-se sob a influência das culturas suméria e acádia da vizinha Babilônia. Língua Persa - História da Língua Persa
É a mais significativa do ramo iraniano, subfamília das línguas indo-iranianas, que pertencem ao conjunto indo-europeu. É o idioma do Irã (antes Pérsia), também falado no Afeganistão e, em sua forma arcaica, no Tajiquistão e na região de Pamir. O persa (ou iraniano) moderno emprega o alfabeto árabe e tem uma literatura rica e extensa.

O iraniano antigo está representado pelo avéstico e o persa antigo. O primeiro foi a língua empregada para redigir o livro sagrado dos zoroastristas, o Avessa. Arqueólogos encontraram inscrições, no sudoeste do Irã, escritas em caracteres cuneiformes. O persa moderno apareceu no século XIX e sua grafia é a árabe-persa (uma variante da escrita árabe). Foi sempre a língua oficial e cultural da Pérsia
Linguagem dos Celtas - História da Linguagem dos Celtas -Além de nomes próprios e algumas inscrições curtas grafadas em etrusco, grego ou latim, pouco restou para documentar o idioma céltico. Exemplos importantes do residual linguístico celta — provas da grande expansão geográfica destes povos — são nomes de cidades européias: Londres (Londiniom), Viena (Vindobona), Milão (Mediolanum), Lyon (Lugdunum), Verdun (Virodunum), Kempeten (Cambodunum) e Dublin. No século I d.C, o celta continental, falado na Gália, desapareceu, sobrepujado pelo latim dos invasores romanos. Restaram, apenas, alguns dialetos do celta insular dividos em dois grupos:
Britônico, que compreende o bretão ou armórico, o córnico e o galês , Gaélico ou Goidélico, que compreende o irlandês, o escocês ou "erse" e o manês.Todas as línguas celtas empregam o alfabeto romano. O bretão é falado, hoje, na Bretanha francesa. O período de maior esplendor da língua bretã corresponde à metade do século XVII. Neste período, gramáticas foram escritas e um grande conjunto de obras de teatro, literatura e baladas surgiram.

O córnico, língua da Cornualha, desapareceu no século XVIII, embora tenham sido feitos esforços recentes para reavivá-lo. De documentos escritos na língua córnica restam algumas glosas do século IX, um vocabulário do século XII e dramas religiosos dos séculos XVI e XVII.

O galês — também chamado câmbrico e címbrico por seus próprios falantes — é o dialeto da região de Gales e uma das mais conhecidas variantes da língua Celta. Divide-se em velho, médio e moderno galês (ver Literatura galesa).

O irlandês, também chamado gaélico-irlandês, é o idioma mais antigo do grupo gaélico. Na República da Irlanda, é língua co-oficial (ver Literatura irlandesa).

No século V d.C., os irlandeses invadiram a Escócia e levaram uma variedade do gaélico que substituiu a antiga língua britônica. Durante o século XV, o escocês se constituiu em uma língua diferente do irlandês e ganhou a condição de idioma (ver Literatura escocesa).

Por último, o manês é um dialeto gaélico-escocês, bastante influenciado pelos idiomas escandinavos, falado na ilha de Man, localizada entre a Inglaterra e a Irlanda.
linguas rapa-nui- O idioma rapanui (Vananga rapa nui), é a mais oriental das línguas malaio-polinésias, falada na Ilha de Páscoa (Chile). Atualmente o espanhol e o rapanui são línguas oficiais da ilha (desde a aprovação no Chile nos anos 1990 da Lei Indígena). Morfologicamente, é muito similar ao marquesano, embora sua fonologia seja bem mais parecida à do maori. Atualmente o léxico contém uma enorme quantidade de empréstimos do tahitiano e um tanto do espanhol.

Não existem mais do que 2.500 de falantes do rapanui, 2.000 na própria ilha e o resto no Chile continental e em outras partes do mundo. Era um idioma em franca regressão até há pouco tempo, atualmente existe uma Comissão de Estruturação da Língua Rapanui, que tem elaborado uma gramática e um dicionário etimológico
lingua olmeca-A escrita olmeca não é uma arte no sentido próprio do termo, mas torna-se necessário desenvolver este assunto para compreender a linguagem dos sinais que é uma forma de escrita artística que esconde um pensamento derivado sobretudo do domínio religioso e do campo sociopolítico. Têm existido bastantes especulações sobre o facto de os olmecas terem sido a primeira cultura do continente americano a criar o algarismo zero. O calendário de contagem longa utilizado pelos maias é um sistema de numeração escrita de base vinte utilizado para anotar as datas .lingua germãnica ou Língua Alemã - História da Língua Alemã Alto Alemão
Até 1100, falava-se o antigo alto alemão, conjunto de dialetos sem normas literárias. O alto alemão moderno procede do meio análogo ao que Lutero utilizou para traduzir a Bíblia.

O iídiche, idioma dos judeus asquenazitas, grupo estabelecido no centro e leste europeu, também pertence ao grupo do alto alemão e surgiu a partir do século XIV, início das modernas diásporas judaicas . Baixo Alemão
nclui o baixo frâncico, que deu origem ao holandês e ao flamengo. Atualmente, o holandês é falado na Holanda, África do Sul (com o nome de africâner) e Suriname. O flamengo é uma das línguas faladas na Bélgica.

Como língua escrita, o alemão surgiu no início do século XVI, embora sua forma atual não tenha se consolidado até meados do século XVIII. Em 1901, foi adotado um sistema uniforme de ortografia: a Rechtschreibung der Deustschen Sprache (Ortografia da língua alemã), da qual foram publicadas numerosas edições.

Cem milhões de pessoas falam alemão no mundo: mais de 80 milhões na Alemanha, 7 milhões na Áustria, quase 4 milhões na Suíça setentrional, cerca de 1,5 milhão na Alsácia-Lorena e 300 mil em Luxemburgo. O alemão é a sexta língua mais falada no mundo.
linguas grega-O dialeto mais antigo conhecido do grego é o micênico, que foi reconstruído a partir das tabuletas escritas em Linear , feitas pela civilização micênica, que habitou a Grécia na Idade do Bronze Tardia, durante o fim do segundo milênio a.C.. A distribuição clássica dos dialetos originou-se das migrações ocorridas no início da Idade do Ferro - também conhecida como Idade Grega das Trevas, porque a escrita desapareceu até a adaptação do alfabeto fenício, alguns séculos mais tarde - após o colapso da civilização micênica. Alguns falantes do micênico foram deslocados para Chipre, enquanto outros permaneceram no interior, na Arcádia, dando origem ao dialeto arcado-cipriota. Este é o único dialeto com um precedente conhecido à Idade do Bronze; os outros dialetos seguramente tiveram formas anteriores às conhecidas, porém a sua relação com o micênico ainda está por ser estabelecida. Algumas linguas antigas extintas-Algumas línguas extintas: arapáso
É uma língua extinta brasileira usada pela tribo indígena de são Gabriel( amazônia)

Lingua chicomucelteca: A língua chicomucelteca (ou chicomucelteco, antigamente cotoque) era uma língua maia em tempos falada na região definida pelos municípios mexicanos de Chicomuselo, Mazapa de Madero, e Amatenango de la Fronter em Chiapas,, bem como em algumas áreas vizinhas da Guatemala Tornou-se uma língua extinta algures entre as décadas de 1970 e 1980, existindo vários registos na literatura maianista apontando para a inexistência de falantes nativos. As comunidades constituídas pelos actuais descendentes dos chicomuceltecos contam cerca de 1 500 pessoas no México e 100 na Guatemala actualmente falam o espanhol.

Língua cholti: A língua cholti (ch'olti') é uma língua morta da família das línguas maias que era falada na região Manche na Guatemala oriental. É conhecida a partir de um único manuscrito escrito entre 1685 e 1695 inicialmente estudado por Daniel Garrison Brinton. O cholti pertence ao ramo cholano das línguas maias e está intimamente relacionado com o chontal e em particular com o chorti A língua cholti tornou-se alvo de particular interesse para o estudo dos hieroglifos mais uma vez que parece que a maioria dos textos glíficos se encontram redigidos numa variedade antiga de cholti chamada choltiano clássico pelos epigrafistas e que se crê ter sido um dialecto de prestígio por toda a região maia durante o período clássico.


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Comentário de joaquim schieder da silva em 14 novembro 2012 às 4:26

Bom dia,Israel

Pelos meus estudos,o Aramaico é primeiro do que o Hebreu e o Arabe e que estas duas linguas sao uma derivacao do Aramaico .

Podes ver em Génesis ,Isaías e outras que agora nao posso ,mas mais tarde se estiveres interessado .

Dei um aula sobre este assunto e pelas escrituras e chegamos á conclusao de que o Aramaico é a lingua de Adao ,portanto, a primeira lingua

Um abraco

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 13 novembro 2012 às 19:30

Caros leitores sera que havera discodias do texto anterior

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 13 novembro 2012 às 19:28

São três as línguas originais da Bíblia: HEBREU, ARAMAICO E GREGO. Em Hebraico foi escrito: - a maior parte do Antigo Testamento. O hebraico utilizado na Bíblia não é todo igual. Encontramos em alguns livros o hebraico clássico (por ex. livros de Samuel e Reis), em outros um hebraico mais rudimentar e em outros ainda, nomeadamente os últimos a serem escritos, um hebraico elaborado, com termos novos e influência de outras línguas circunvizinhas. Em Aramaico foram escritos: - Tobías - Judith - Fragmentos de Esdras, Daniel, Jeremias e do Gênesis - o original de São Mateus Em Grego foram escritos: - o livro da Sabedoria - o II Macabeus - o Eclesiástico - partes de Esther e de Daniel - o Novo Testamento, menos o original de São Mateus O grego do Novo Testamento, apesar das diferenças de estilo entre os livros, corresponde ao chamado grego koiné (isto é, o grego “comum” ou “vulgar”, por oposição ao grego clássico), o segundo idioma mais falado no Império Romano. Os primeiros registros da tradução de trechos da Bíblia para o Português remontam ao final do século XIII, por Dom Dinis. Das traduções completas para o português, a mais antiga foi publicada somente em 1653 por João Ferreira de Almeida, missionário católico na Índia, posteriormente convertido ao protestantismo. Baseada no texto grego, quase sempre discordou da Vulgata (primeira Bíblia escrita totamente em latin), embora fosse de orientação católica, mas que não era pastor nem padre.  Aos 16 anos traduziu um resumo dos evangelhos do espanhol para o português, que nunca chegou a ser publicado. Em Malaca traduziu partes do Novo Testamento também do espanhol. Aos 17, traduziu o Novo Testamento do latim, da versão de Theodore Beza, além de ter se apoiado nas versões italiana, francesa e espanhola. Aos 35 anos, iniciou a tradução diretamente dos originais, embora seja um mistério como ele aprendeu os idiomas originais. É certo que ele usou como base o Texto Massorético para o Antigo Testamento, o Textus Receptus, editado em 1633 pelos irmãos Elzevir, e alguma tradução da época, como a Reina-Valera. A tradução do Novo Testamento ficou pronta em 1676. O texto foi enviado para a Holanda para revisão. O processo de revisão durou 5 anos, sendo publicado em 1681, e teve mais de mil erros. A razão é que os revisores holandeses queriam harmonizar a tradução com a versão holandesa publicada em 1637. A Companhia das Índias Orientais ordenou que se recolhesse e destruísse os exemplares defeituosos. De melhor qualidade é a segunda tradução para o português do Antigo e do Novo Testamento, realizada no século XVIII, por Antônio Pereira de Figueiredo. Baseada na Vulgata, teve maior acolhida dos protestantes que dos católicos.             Em 1981 foi publicada a Bíblia de Jerusalém, traduzida dos originais, com introduções e notas traduzidas de La Sainte Bible, publicada em 1973 sob a direção da École Biblique de Jérusalem. Outras boas versões são a Bíblia Sagrada da Editora Ave Maria, traduzida dos originais hebraico, aramaico e grego, mediante a versão francesa dos monges de Maredsou, Bélgica, pelo Centro Bíblico de São Paulo; e a Bíblia do Pão, da Editora Vozes, diretamente dos textos originais, com introduções e notas explicativas e remissivas.       Traduções alemãs. Para o alemão, o Novo Testamento foi traduzido por Martinho Lutero, em 1522. mas esta foi logo suplantada pela tradução do Antigo Testamento por Lutero, em 1534. A Bíblia de Lutero tornou-se de uso comum por todos os protestantes de língua alemã. É o primeiro e talvez o maior documento da literatura alemã moderna, cuja língua foi determinada por essa obra. No século XIX, apareceram traduções para o chinês, o birmanês e o sânscrito, esta última destinada às classes letradas da Índia. No século XX a Bíblia foi traduzida para o árabe (1965) e sobretudo para línguas africanas.

Israel.Marques

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 13 novembro 2012 às 19:12

Joaquim a minha fonte foi 

O site Aramaico Língua do Nosso S-nhor, não é filiado a nenhuma denominação religiosa, instituição ou organização. Aramaico é um site pessoal/religioso, cujo propósito de ser um espaço onde possa aprender, obter informações sobre a cultura e lingua aramaica, e da região da Mesopotâmia e a cerca daquele que é o Único que é digno de todo louvor, adoração e honra - Yishu'a Meshicha / Yeshua HaMashiach (Yeshua O Messias). ܞ ܞ ܞ ܞ ܞ ܞ ܞ Tishbukhta L MarYAH Yishu'a Meshicha

ܞ ܞ ܞ ܞ ܞ ܞ ܞ

Israel.Marques

    

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 13 novembro 2012 às 19:08

Aramaico é uma língua semítica pertencente à família linguística afro-asiática. O nome da língua é baseado no nome de Aram,[1] uma antiga região do centro da Síria. Dentro dessa família, o aramaico pertence ao subgrupo semítico, e mais especificadamente, faz parte das línguas semíticas do noroeste, que também inclui as línguas canaanitas assim como o hebraico e o fenício. A escrita aramaica foi amplamente adotada por outras línguas, sendo assim, ancestral do alfabeto árabe e hebraico moderno.

Foi a língua administrativa e religiosa de diversos impérios da Antiguidade, além de ser o idioma original de muitas partes dos livros bíblicos de Daniel e Esdras, assim como do Talmude.

O aramaico foi, possivelmente, a língua falada por Jesus e ainda hoje é a língua materna de algumas pequenas comunidades no Oriente Médio, especialmente no interior da Síria; e sua longevidade se deve ao fato de ser escrito e falado pelos aldeões cristãos que durante milênios habitavam as cidades ao norte de Damasco, capital da Síria, entre elas reconhecidamente os vilarejos de Maalula e Yabrud, esse último "onde Jesus Cristo hospedou-se por 3 dias" além dessas outras aldeias da Mesopotâmia reconhecidamente católicas por onde Cristo passou, como Tur'Abdin ao sul da Turquia, fizeram com que o aramaico chegasse intacto até os dias de hoje.

No início do século passado, devido a perseguições políticas e religiosas, milhares desses cristãos fugiram para o ocidente onde ainda hoje restam poucas centenas, vivendo nos Estados Unidos da América, na Europa e na América do Sul e que curiosamente falam e escrevem fluentemente o idioma falado por Jesus Cristo.

Israel.Marques

Comentário de joaquim schieder da silva em 13 novembro 2012 às 7:06

Bom dia,Israel

Muito bom o artigo ,e sobre o Aramaico?

Um abraco

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 12 novembro 2012 às 19:52

Qual a origem da língua mirandesa?

A língua mirandesa tem a sua origem num dos romances que se formaram na Península Ibérica a partir do latim, o romance que deu origem à família de línguas astur-leonesas – onde a língua mirandesa se integra - , que se formaram a partir dos séculos VI-VIII. Essa era a língua do reino de Leão, com excepção da zona galaico-portuguesa. Nessa altura era a língua da corte e dos mosteiros, escrita em milhares de documentos até aos séculos XIII-XIV. Desde a sua fundação, a fronteira política de Portugal não coincide com a fronteira linguística. Sempre se falou outra língua em Portugal, além do português, a língua mirandesa. Esta é, portanto, a justo título, uma língua de Portugal, elemento essencial da sua história, da sua cultura e da sua identidade.

Alguns autores procuraram demonstrar que o mirandês não era originário da terra de Miranda, mas se devia a colonização leonesa nos séculos XIII e XIV, quer pelos frades do Mosteiro de Moreruela quer por outros colonos leoneses. Porém, sabemos hoje que: essa colonização foi muito pouco profunda e se limitou a algumas aldeias da terra de Miranda; em documentos do século XII, relativos à terra de Miranda, já encontramos topónimos escritos numa língua com as características da língua mirandesa, como é o caso da doação do reguengo de Palaçoulo por D. Afonso Henriques, em 1172, a Pedro Mendes, L Tiu; que houve continuidade de povoamento da terra de Miranda desde antes da fixação dos romanos nesta região, habitada por uma específica tribo astur, os zoelas ou zelas.

A partir da criação da vila de Miranda, em 1289, mas sobretudo a partir do século XVI com a elevação de Miranda do Douro a cidade e a criação do bispado (1545), a língua mirandesa enveredou por caminhos que lhe fizeram ganhar características próprias no conjunto das línguas astur-leonesas, embora sem pôr em causa a sua pertença a essa família de línguas. As características próprias que o mirandês veio a ganhar exigem a sua consideração como língua, e não como mera expressão dialectal de alguma outra língua astur-leonesa.

Tal como a língua mirandesa, também outras línguas astur-leonesas ganharam algumas características próprias, de que é exemplo o asturiano, falado no principado das Astúrias e reconhecido como língua por estatuto do principado. Apesar das diferenças, essas várias línguas nunca perderam o ar de família que as continua a unir, quer em termos estruturais quer em termos históricos. É nessa base de reconhecimento dos laços históricos comuns, mas de aceitação das diferenças que os ventos da história lhe fizeram ganhar, que é possível restabelecer e desenvolver laços seguros entre as várias línguas leonesas, sem menorizar quem quer que seja. Esse é um processo delicado, necessariamente lento, e que vai exigir ainda muito trabalho.

Israel.Marques

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 12 novembro 2012 às 19:50

 

Joaquim um pouco mais de a Historia do mirandês.

Tendo a língua mirandesa uma forte tradição oral, passando de pais para filhos ao longo dos tempos, só em 1882, por José Leite de Vasconcelos, filólogo, arqueólogo e etnógrafo português, começou a ser investigada e fixada em escrita. Ele abre a História literária mirandesa publicando, na obra Flores Mirandesas, poesias suas e de Camões, e contos, histórias, lendas, fábulas, provérbios, adivinhas, cantigas de amor, de humor, de devoção, etc., das aldeias de Miranda; escreveu ainda o ensaio "O Dialecto Mirandês", com o qual ganhou um prémio da Sociedade das Línguas Românicas de Montpellier (França), e os Studos de Filologie Mirandesa, volumes I e II, 1901.

Entre outros, seguiram os passos de José Leite de Vasconcelos, estando agora a escrita a florescer:

Manuel Sardinha (tradutor de poesias de Antero de Quental)

Bernardo Fernandes Monteiro (tradutor dos quatro Evangelhos, quase totalmente inéditos, tendo Trindade Coelho publicado excertos nos jornal "O Repórter", em 1896, e Gonçalves Viana outros na "Revista de Educação e Ensino" com texto por ele revisto; escreveu ainda textos vários em prosa no jornal "O Mirandez")António Maria Mourinho (autor dos livros: Nossa Alma e Nossa Terra, poesia, 1961, Scoba Frolida An agosto/Lhiênda de Nôssa Senhora de l Monte de Dues Eigreijas, 1979; Ditos Dezideiros, 1995)

Manuel Preto (Bersos Mirandeses, 1993)

Moisés Pires (Pequeinho Bocabulário Mirandês-Pertuês, 2004)

Em 2008 foi estabelecida uma convenção ortográfica, patrocinada pela Câmara Municipal de Miranda do Douro e levada a cabo por um grupo de entendidos linguistas, com vista estabelecer regras claras para escrever, ler e ensinar o mirandês bem como estabelecer uma escrita o mais unitária possível e consagrar o mirandês como língua minoritária de Portugal.

Israel.Marques

Comentário de ISRAEL SÉRGIO Marques em 12 novembro 2012 às 18:17

 

Joaquim um pouco mais sobre o MIRANDÊS 

A língua mirandesa, ou mirandês, é um idioma pertencente ao grupo asturo-leonês, com estatuto de segunda língua oficial em Portugal, reconhecida oficialmente e assim protegida. É falada por menos de quinze mil pessoas no concelho de Miranda do Douro e em três aldeias do concelho de Vimioso, num espaço de 484 km², estendendo-se a sua influência por outras aldeias dos concelhos de Vimioso, Mogadouro, Macedo de Cavaleiros e Bragança.

O mirandês tem três sub-dialetos (central ou normal, setentrional ou raiano, meridional ou sendinês); os seus falantes são em maior parte bilingues ou trilingues, pois falam o mirandês e o português, e por vezes o castelhano.

Os textos recolhidos em mirandês mostram a envolvência de traços fonéticos, sintácticos ou vocabulares das diferentes línguas; o português é mais cantado pelos mirandenses, porque é considerado língua culta, fidalga, importante.

Israel.Marques

Comentário de joaquim schieder da silva em 8 novembro 2012 às 5:06

Bom dia,Augusto

Na tua longa exposicao das linguas nao foi focado o Aramaico que é citado várias vezes na Bíblia e que eu após um estudo sobre este assunto nao vi que alguma lingua seja mais antiga que o Aramaico,que é a base do Hebreu,Árabe,Sírio,etc.

Cheguei á conclusao de que Adao falava Aramaico,e claro o Senhor Jesus Cristo.

Abrs.

 

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