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Inquisição

Destinado a trocar ideias referentes à instituição Inquisição e sua atividade, tanto durante a Idade Média, quanto na Época Moderna, através das Inquisições Ibéricas e da Inquisição papal. Discursos racistas ou preconceituosos devem ser evitados.

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Última atividade: 1 Nov, 2012

site oficial da Inquisição

O tópico parece brincadeira, mas não é não. A Inquisição, órgão de controle da Igreja de Roma fundada pelo papa Paulo III em 1542, inicialmente com temor a uma posição conciliarista do concílio de Trento, prestes a se reunir e discutir reformas na Igreja (que, através do conciliarismo, poderia decretar a autoridade do concílio, isto é de todos os cardeais reunidos como sendo superior a do Papa), através do tempo e dos séculos tornou-se um eficiente órgão de enquadramento doutrinal e disciplinário dos fiéis católicos.

Acompanhou, como a Igreja, o tempo e suas transformações. Modernizou-se. Mudou a razão social para "Gongregação para doutrina da fé", e atualmente age no âmbito do enquadramento e disciplinarização do clero desviante. Vide sua presença constante nos noticiários recentemente, devido aos casos de abusos sexuais por parte do clero católico. Como marco da modernidade, o endereço, sempre atualizado, do site da Congregação é

http://www.vatican.va/roman_curia/congregations/cfaith/index_po.htm

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Deixe anexado aqui o seu trabalho.Continuar

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Comentário de Rogério Fernandes da Silva em 9 abril 2012 às 16:36

Olá.

Alguém tem informações ou livros que falam dos métodos de tortura da Inquisição?

Grato por qualquer informação.

Comentário de Sara Tussini em 10 dezembro 2011 às 19:12

Olá Michelle. É isso aí o que nosso amigo Sérgio Mota mencionou. Primeiro você precisa saber qual será sua abordagem.  Eu, por exemplo, fiz a minha monografia de pós-graduação sobre o degredo em terras d'além-mar, uma forma de punição muito utilizada por quase os trezentos anos em que a Inquisição se fez presente em Portugal.  Para compor meu trabalho usei vasta bibliografia de historiadores que pesquisam sobre a Inquisição, por exemplo, Anita Novinsky, Geraldo Pieroni, Ronaldo Vainfas, Daniela Calainho, dentre outros.  Mas, lembre-se, antes de qualquer coisa, você precisa decidir sobre o que vai pesquisar.  Boa sorte!

 

Comentário de Sergio Mota em 10 dezembro 2011 às 18:26
Prezada Michelle eu não fiz monografia mas sou pesquisador do tema. Você encontra muitos textos no site da USP onde no Brasil melhor se estuda a Inquisição. Tem uma página onde estão as teses e trabalhos referentes a Inquisição ali você vai encontrar fato material para fazer sua monografia.Mas se você vai escrever sobre a Inquisição em geral desde a Inquisição Italiana, a dos heréticos franceses etc aí vais ter que ir à Biblioteca da USP ou de outra Universidade caso você não resida em São Paulo ou ir a uma boa livraria e adquirir algum livro que trate do assunto. Sugiro por ex: História das Inquisições, de Francisco Bittencourt ou História das Origens da Inquisição em Portugal, de Alexandre Herculano ou ainda no caso espanhol, A Inquisição na Espanha de Henry Kamen. Abibliografia é extensa e de bons autores mas tens que saber qual será sua abordagem sobre o assunto. Se precisar de mais informações me escreva: tsurel@hotmail.com
Comentário de Michelle Fabianne costa frías em 10 dezembro 2011 às 15:38

olá gente pretendo fazer a minha monografia sobre a inquisição se alguém tiver feito e puder me enviar para eu poder fazer análises me ajudaria bastante , meu e-mail é michelle_fabianne@hotmail.com, agradeço desde já quem puder me ajudar

Comentário de Silvaniza Maria Vieira Ferrer em 26 setembro 2011 às 7:44
E não há como olhar para o passado histórico e perceber que a história é feita de homens que longe de serem heróis, estão muito mais propensos à guerra, aos próprios interesses e à ambição desmedida. As formas de se escrever história muito patrocinaram equívocos de interpretação que tomados como "verdadeiros" chegou até nós dessa forma. É possível chegaar a uma história verdadeira? Mas aqui não é teoria da História e sim Inquisições. Só prá reflexão.
Comentário de Horley Rodrigues Nascimento em 25 setembro 2011 às 19:08

Valeu Luciano!!

 

Muito bom comentário!!

Comentário de Luciano Gomes em 24 setembro 2011 às 0:55
Por fim amigos, não há como separar a Inquisição do contexto político e social de seu tempo.
Comentário de Luciano Gomes em 24 setembro 2011 às 0:52
No entanto , tanto Elizabeth I quanto Catarina de Médicis fizeram uso da perseguição religiosa como forma de manter o poder. Se a Igreja Católica expandia seus tenebrosos Tribunais Inquisitoriais pelos países cujos governantes se lhe mantinham fiéis, os governantes protestantes usavam normas e religiosas para criminalizar comportamentos que lhes desegradavam. Calvino foi um autêntico tirano na Suiça , quando governou Genebra, destruiu templos católicos, persiguiu e matou humanistas como o médico espanhol Miguel Servet , condenado a fogueira pelos protestantes que imitaram o rito católico, e chegou a criminalizar coisas banais como dançar , ir ao teatro ou jogar cartas.
Comentário de Luciano Gomes em 24 setembro 2011 às 0:43

Elizabeth I governou a Inglaterra de 1558 a 1603 e acabou por promover um grande crescimento cultural em seu país. As conquistas territoriais não forma tão grandes, concentrando -se em algumas pequenas colônias no norte da América, junto ao Atlântico e tampouco foram tão eficazes os ataques de corsários ingleses aos navios cargueiros espanhóis. Alguns doccumentos que li na disciplina História Moderna I falam que somente 10% dos comboios espanhóis e portugueses forma atacados por piratas ou corsários durante os séculos XVI e XVII e destes , somente 3% foram efetivamente capturados. A maior parte dos metais preciosos retirados da América foi mal empregada mesmo pelas monarquias ibéricas. Apesar dos números modestos, os corsários de Elizabeth I ganharam fama. mas a rainha recorria a outros expedientes para economizar. Um deles era transferir sua corte constantemente para longas temporadas em propriedades de seus súditos abastados, economizando assim o erário real.

Para mulheres como Elizabeth I e Catarina de Medicis a religião nadam ais era do que um meio de dominar o povo crédulo. Segundo as biografis que li, ambas tinham fortes características do ateísmo. Elizabeth tornou -se a grande defonsora dos protestantes só porque a Igreja católica nuna a reconhecera como rainha , já que o Papado não anulara o casamento de seu pai Henrique VIII com Catarina de Aragão e portanto a considerava bastarda. para os católicos de toda a Europa , inclusive da Inglaterra, após a morte de Maria Tudor, o trono inglês deveria ser entregue a Maria Stuart, a prima católica de Elizabeth.

Comentário de Luciano Gomes em 24 setembro 2011 às 0:20
Houve 8 guerras de religão na França , que eram também guerras políticas ( como todas as guerras). Para por fim a última guerra de religião, Henrique de Navarra, que herdou o trono francês de seu cunhado Henri III, teve de converter -se ao catolicismo para poder entrar em Paris. A população francesa em sua maioria, manteve -se essencialmente católica , a ponto de Paris ter trancado as portas ao novo rei que era protestante. Apesar de Henri IV ter outorgado aos protestanes o Edito de Nantes , que lhes concedia liberdade de culto e várias praças forte no sul da França, seus súditos e descentes nunca abandonaram a fé de Carlos Magno. No governo de Louis XIII, filho de Henri IV, os protestantes perderam suas fortalezas e acabaram encurralados pelas tropas do cardeal Richilieu em La Rochelle (1629). No reinado de Louis XIV, le roi soleil, o Edito de Nates foi revogado (1685).
 

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