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José Carlos Peixoto Júnior

Imprensa corporativa e autoritarismo

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Imprensa corporativa e autoritarismo

Grupo de discussão que se debruça na questão do autoritarismo na mídia corporativa

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Última atividade: 12 Nov

A imprensa nazista na Bahia

O tópico que se pretende discutir baseia-se num estudo de caso referente à trajetória do jornal Diário de Notícias da Bahia entre os anos de 1935-1941. Ao longo desse período, o vespertino da Cidade do Salvador desenvolveu ampla campanha favorável à Alemanha Nazista. O jornal esteve envolvido numa rede de comunicação social implantada pelo Partido Nazista no Brasil, que contou com a colaboração de rádios e órgãos de imprensa dos Estados do Rio de Janeiro (Guanabara à época), São Paulo, Bahia e Pernambuco.


O trabalho em questão buscou analisar esse episódio contemplando variáveis de cunho histórico, político e econômico que o nortearam. O Diário de Notícias, jornal pertencente a figuras de destaque das elites políticas da Bahia, é avaliado como um órgão de imprensa enquadrado no modo de produção capitalista, suscetível às investidas dos diversos agentes que se interpuseram à sua trajetória nesse período.


A Bahia, por sua vez, era um Estado com forte presença do capital alemão, principalmente no setor fumageiro agroexportador, ao passo que a Alemanha era o segundo parceiro comercial do Brasil. Do ponto de vista político, os projetos de Getúlio Vargas e Adolf Hitler apresentavam muitos pontos de intersecção até o início da década de 40. O país vivia uma experiência criptofascistizante.


Esta pesquisa que desenvolvi como dissertação de mestrado na UFBA pretende resgatar estes fatos que, até então, passaram despercebidos da atenção acadêmica ao longo dos últimos setenta anos. Trata-se também de um estudo voltado à compreensão do desenvolvimento histórico da imprensa da Bahia e do Brasil.

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José Carlos Peixoto Júnior
 
 

Cinehistória

ADEUS, MENINOS

França, inverno de 1944. Julien Quentin (Gaspard Manesse) é um garoto de 12 anos que freqüenta o colégio Sr. Jean-de-la-Croix, que enfrenta grandes dificuldades devido a 2ª Guerra Mundial.

Lá ele se torna o melhor amigo de Jean Bonnett (Raphael Fejto), um introvertido colega de classe que Julien posteriormente descobre ser judeu. A tragédia chega à escola quando a Gestapo invade o local, prendendo Jean, outros dois alunos e ainda o padre responsável pelo colégio.

O filme explora um situação limite sob a ótica da universo a criança, como fizeram outros ótimos filmes, como os recentes "A Culpa é do Fidel" e "Machuca". Com uma direção segura de Louis Malle, o fracês "Adeus, Meninos" (Au Revoir les Enfants, 1987) é um filme antes de tudo humanista, que mostra o drama de uma populção civil que sofreu os males de uma guerra mundial implacável, sobretudo, dentro do contexto das amizades e da família.

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