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Imigração Chinesa

Grupo voltado à pesquisa da imigração chinesa iniciada aprox. em 1811 com a vinda de D. João VI. Entre pós e contras, a "importação de trabalhadores chins" se tornou uma das mais polêmicas questões durante todo o século XIX.

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Comentário de alexandre silva volk em 4 maio 2010 às 6:57
O grupo que faltava! Se esquecem da imigração chinesa valorizam a japonesa esquecem da chinesa!
Comentário de Peter AponteMar Poeta Paraguayo em 3 maio 2010 às 17:19
gracias Nathalia,por su indicación.

besos.
Comentário de Nathalia Topini Lucas em 2 maio 2010 às 23:52
Obrigada!
Comentário de Bruno Leal em 2 maio 2010 às 12:30
Ótimo grupo!!

Sucesso!
Comentário de Nathalia Topini Lucas em 24 abril 2010 às 16:31
O amigo Carlos Ponce de Leon Paiva nos envia esse postal de autoria de Perrotta, que mostra uma bela panorâmica da Vista Chinesa, tirada aparentemente nos anos 50, pelo volume de construções altas na Enseada de Botafogo, que vemos lá embaixo.

Mais uma das obras de Passos, o pavilhão do mirante, erguido numa das curvas da Estada D. Castorina, ancestral via de ligação entre o Horto Real e o Alto da Boa Vista, que sofria obras de melhorias no governo do grande prefeito, visava honeagear a presença chinesa no Brasil, pouco lembrada, mas marcante em episódios históricos da cidade e do país, e curiosamente muito concentrada nessa região da cidade.

Consta que a primeira leva de imigrantes chineses foi trazida ao Brasil ainda no período de D. João VI, para a introdução do chá no Brasil. Contam historiadores que os chineses não se adaptaram, principalmente pois, inicialmente foram trazidos só homens, o que foi consertado depois, com a chegada de mulheres, mas a experiência fracassou. Pelos chineses considerados indolentes ( afinal os brasileiros ainda estavam no periodo escravagista) e pelo chá produzido, de gosto ruim, sendo pouco competitivo ao chá importado pelos ingleses. Alguns voltaram, outros se diluíram na população e outros, foram fazer certos tipos de comércio, como o ópio.

Mas foi nessa região dos fundos do Horto Real, nas fazendas no Vale dos Macacos que o chá brasileiro, mesmo de gosto ruim vingou, com galhardia, o que não aconteceu nos dois outros lugares experimentais, a Fazenda Real de Santa Cruz e na Ilha do Governador

Uma segunda leva foi trazida, 28 anos depois, desta vez para se fomentar a cultura do arroz. Curiosamente nesta área e novamente o desastre, os “hábeis” agricultores, pouco entendiam do assunto, sendo péssimos agricultores. Acabaram sendo aproveitados como mão de obra não escrava para as primeiras melhorias na antiga trilha, a transformando em uma via carroçavel pelas mãos de Cochrane. Consta que o alojamento dos chineses na obra ficava exatamente neste platô, mas há em mapas antigos registros de duas vivendas, em épocas distintas, de chineses, o Rancho do Chins e a Casa dos Chinas.

Essas duas levas fomentaram o curisoso e pouco conhecido mercado do ópio na cidade do Rio de Janeiro, nos finais do séc XIX, tão bem descritos por Luiz Edmundo, em suas cronicas.

O pavilhão do mirante, lembra um pagode chinês, feito de cimento na forma de bambu, com sinistras gárgulas, oferece uma das mais belas vistas da cidade, num passeio altamente recomendável, a luz do dia.


Fonte: http://www.rioquepassou.com.br/2009/11/18/vista-chinesa-anos-50-2/
Comentário de Nathalia Topini Lucas em 24 abril 2010 às 16:18
"A China no Brasil" Seminário ocorrido em SP com o Prof. Dr. Teixeira Leite, autor de “A China no Brasil”, editora Unicamp.



A imigração chinesa no Brasil está associada ao plantio de chá, com o intuito de estabelecer a cultura no país em meados de 1812 ocorre a primeira tentativa de imigração chinesa.

Rumaram para a cidade do Rio de Janeiro cerca de dois mil indivíduos, vinham em situações de semi-escravos, fato que eles só descobririam ao chegar em terras brasileiras. Descobririam também que sua permanência, de acordo com o contrato por eles assinado ( vale ressaltar que a maioria eram analfabetos!), correspondia a um período de no mínimo oito anos.

Sem perspectivas de retornar para o país de origem por motivos tanto econômicos quanto políticos, já que a China imperial não os aceitava de volta renegando-os por abandonarem sua terra natal, a alternativa encontrada era adaptarem-se aos costumes locais.
Destacaram-se no manejo com peixes e pastéis, tornando-se então principais associações caricatas à figura do chinês no Brasil.
Sem dúvida essa primeira tentativa de imigração foi uma passagem lastimável da história do Brasil.
Felizmente hoje o cenário mudou bastante, atualmente vivem no Brasil cerca de 200 mil chineses e descendentes, dos quais um número superior a 130 mil moram em São Paulo.
Comentário de Prof. Adinalzir em 24 setembro 2009 às 21:18
Oi, Nathalia! Será um prazer fazer parte deste grupo muito interessante.
 

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