Espaço para debater as contribuições das noções de imaginação e de imaginário para a História. "Os estudos sobre o imaginário abriram uma janela para a recuperação das formas de ver, sentir e expressar o real dos tempos passados" (S. Pesavento)
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Iniciado por Diogo Nunes. Última resposta de Bruno Leal 18 Mar, 2012. 1 Resposta 1 Curtiu isto
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Comentário de Bruno Leal em 18 março 2012 às 10:14 Bom grupo!
Comentário de Diogo Nunes em 19 janeiro 2012 às 21:57 Nessa harmonização de conteúdos das diversas abordagens – das Letras, da Psicologia, da Filosofia, da Antropologia e das Artes –, a subjetividade aparece como ponto fundamental na exegese das formas de interpretar o mundo. Aqui compreendemos que a separação dessas disciplinas em diferentes campos do saber é uma construção meramente acadêmica e, quando esses saberes são reunidos, conseguimos visualizar uma imagem muito mais abrangente da realidade.
Este livro trata da subjetividade, mas também trata de livros, de como os livros descrevem – ou interpretam – o que percebemos e sentimos. Nessa perspectiva, o conjunto também propõe uma excelência na forma: a organizadora fez questão de que as notas acompanhassem a linha do olhar, propiciando uma leitura mais prazerosa do texto. Um cuidado singelo, mas que transmite a determinação de trazer uma nova forma ao conteúdo dos textos, compartilhando com o leitor o prazer que tivemos de fazer este livro.
"Nesta obra reúnem-se 17 estudos que transitam entre História, Letra e Literatura, Antropologia e Sociologia, Psicologia e Psicanálise, Filosofia e Comunicação, traçando uma complexa e delicada trama que consolidará argumentos e temas de muito interesse para o leitor da atualidade. [...]
EWALD, Ariane P. [org.] Subjetividade e Literatura: harmonias e con...
Comentário de Leandro Santos em 25 novembro 2010 às 22:08
Comentário de Diogo Nunes em 14 abril 2010 às 1:26
Comentário de Luciano de Almeida Peruci em 13 abril 2010 às 20:19
Comentário de James Emanuel de Albuquerque em 12 abril 2010 às 14:02
Comentário de Diogo Nunes em 12 abril 2010 às 12:24
Comentário de Luciano de Almeida Peruci em 5 abril 2010 às 23:00 Bem-vindo (a) ao
Cafe Historia
Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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