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Nos últimos dois séculos a sociedade passou por uma transformação muito grande. O movimento homossexual nasceu e ganhou visibilidade no apogeu do movimento feminista e começou a ganhar força. A homossexualidade sempre foi duramente perseguida na Idade Média e ainda hoje, em nome de uma falsa moralidade, em nome da religião. Na Inglaterra vitoriana, o autor do livro 'O Retrato de Dorian Gray', Oscar Wilde, foi para a cadeia por sempre defender ‘o amor que não ousa dizer o nome’, definição dele sobre a homossexualidade, como forma de mais perfeita afeição e amor. Felizmente a humanidade conseguiu superar tais abusos. Tivemos retrocessos e também avanços. As pessoas estão compreendendo que a homossexualidade não é uma opção e sim uma orientação sexual, que é comum em todos os seres da natureza, e as instituições já começaram a refletir as nossas reivindicações, afinal, todos são iguais perante a lei. Fatos e homossexuais como Leonardo Da Vinci, Tchaikovsky, Frida Kahlo, Marguerita Yourcenar, Eleanor Roosevelt, Mário de Andrade, Elisabeth Bishop, Maria Carlota de Macedo, entre tantos outros registram marcos importantes na história gay, no Brasil e no mundo.
Iniciado por Jonathan Hirano "Japa". Última resposta de Fabricio da Silva Fernandes 18 Nov, 2011. 5 Respostas 0 Curtiram isto
Oi Pessoal, essa duvida é importante, pois provavelmente é esse espaço na qual vamos atuar, tanto quanto Educadores e como Historiadores, e como abordar esse tema tão "Delicado"? quais abordagens…Continuar
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A Memória que me contam - 2013
Entrou em cartaz o novo filme da diretora brasileira, Lúcia Murat, o drama "A Memória que me contam".
A ex-guerrilhera Ana (Simone Spoladore), ícone do movimento de esquerda, é o último elo entre um grupo de amigos que resistiu à ditadura militar no Brasil. Com a iminente morte da amiga, eles se reencontram na sala de espera de um hospital. Entre eles está Irene (Irene Ravache), uma diretora de cinema que sente-se perdida diante da iminente morte da amiga e que precisa ainda lidar com a inesperada prisão de Paolo (Franco Nero), seu marido, acusado de ter matado duas pessoas em um atentado terrorista ocorrido décadas atrás na Itália.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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