O proprietário do Café História, Bruno Leal Pastor de Carvalho, apagou todos os foruns nesse grupo sobre discussão do holocausto.
Neles haviam centenas de mensagens e informações ricas de usuários do Café que tinham interesse de decifrar este alegado evento.
Esse ato de Bruno Leal deve ser questionado: É o Café um forum aberto onde as pessoas podem livre e civilizadamente discutir a história? Ou é um sítio de simples divulgação de uma versão comformista da história?
Se for o primeiro caso então o ato de Bruno Leal foi de censura tirânica onde ele obstrui o caminho da história, se for o segundo então é entendível tal destruição porém a sua atitude deveria ser clara: É proibido falar do holocausto se não for para concordar com os proponentes dele. O que me faz perguntar: A história tem dôno? Por ser dôno do site, o Bruno tem direito de condenar a hitória a um sentido?
O que voces acham:
É CORRETO O CAFÉ HISTÓRIA CENSURAR O DEBATE DO HOLOCAUSTO?
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Permalink Responder até Tiago Dalponte em 19 março 2012 at 7:26
Bem, na página inicial há a seguinte orientação:
"O Café História respeita a opinião de todos nos mais diversos espaços da rede. Reserva-se, no entanto, o direito de suspender textos de teor ofensivo, agressivo ou que sustente preconceitos de qualquer ordem, que promovam a violência ou que estejam em desacordo com o bom senso e as leis brasileiras. Da mesma forma, o Café História poderá suspender membros que publiquem este tipo de conteúdo. Se identificar algum conteúdo ofensivo ou comportamentos inadequados, por favor notifique-nos: cafehistoria@gmail.com"
Creio que se alguma parte do tópico desrespeitar as normas estabelecidas pelo site, o mesmo tem o direito de apagar, até porque nos cadastramos tendo conhecimento das regras do fórum.
Caso não tenha sido desrespeitada em nenhum momento tais regras, sugiro uma conversa direta com o Bruno para averiguar o motivo da exclusão e qual a opinião do mesmo, e que tais opiniões sejam expostas aos outros usuários do Café História, até para sabermos se podemos ou não nos expressar ou qual foi o real motivo da exclusão dos tópicos.
Permalink Responder até Dima Madureira em 19 março 2012 at 19:33
Ola Tiago,
Se algum conteudo for ofensivo realmente tem der lidado de acordo.
Porem as pessoas estão conversando civilizadamente, debatendo uma versão da história. Isso é suadável, construtivo e necessário. Ninguem pode ofender alguem por praticar o papel de historiador, alias o que todo historiador deveria estar fazendo.
O que acontece no Café é que se alguem questionar a versão oficial do alegado holocausto, o Bruno cai em cima, usa de termos baixos tal como "negacionista" e tenta discreditar os interlocutores. Ele não fala do assunto, mas sim de pessoas, tal com oum professor da UFRJ .
Não existe conversas com o Bruno, ele nao consegue - ele ameaça primeiro, e deleta depois. u mesmo já tive ameaças dele, posso te encaminhar.
Porem vendo o lattus dele e notar quem o apóia aqui (veja na primeira página), e a série de matérias que ele pública sempre coma versão oficial do holocausto e contra a Alemanha , pode levar alguem a questionar quais são as reais intenções do Bruno com o Café.
Abraços
Permalink Responder até Ильич em 11 junho 2012 at 12:39
Bem... Dima é um dos fascistas que povoam o Café História. Na verdade, não só acho que Bruno fez certo em retirar o tópico (e olha que existem diversas postagens de fato respeitosas e esclarecedoras do assunto) como expulsar nazi-fascistas como você do Café História. Não dá para vocês utilizarem o discurso de democracia para oprimir, quando, como pano de fundo, vocês defendem uma sociedade ditatorial guiada pelos seus famigerados líderes carismáticos e facínoras. Não se deve confundir liberdade de expressão com liberdade de opressão... Enfim...
Permalink Responder até Dima Madureira em 28 junho 2012 at 18:19
facista, facista, facista, nazista, nazista, nazista, .... alias alguem aqui sabe oque nazista ou facista significam?
Quando será o tempo de se falar apenas dos fatos ao invés de tentar difamr o próximo. Na história, como na ciência,são fatos que interessam - ataques pessoais apenas tumultuam o debate.
Bem-vindo (a) ao
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
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