O proprietário do Café História, Bruno Leal Pastor de Carvalho, apagou todos os foruns nesse grupo sobre discussão do holocausto.

Neles haviam centenas de mensagens e informações ricas de usuários do Café que tinham interesse de decifrar este alegado evento.

Esse ato de Bruno Leal deve ser questionado: É o Café um forum aberto onde as pessoas podem livre e civilizadamente discutir a história? Ou é um sítio de simples divulgação de uma versão comformista da história?

Se for o primeiro caso então o ato de Bruno Leal foi de censura tirânica onde ele obstrui o caminho da história, se for o segundo então é entendível tal destruição porém a sua atitude deveria ser clara: É proibido falar do holocausto se não for para concordar com os proponentes dele. O que me faz perguntar: A história tem dôno? Por ser dôno do site, o Bruno tem direito de condenar a hitória a um sentido?

O que voces acham:

É CORRETO O CAFÉ HISTÓRIA CENSURAR O DEBATE DO HOLOCAUSTO?

Exibições: 49

Respostas a este tópico

Bem, na página inicial há a seguinte orientação:

"O Café História respeita a opinião de todos nos mais diversos espaços da rede. Reserva-se, no entanto, o direito de suspender textos de teor ofensivo, agressivo ou que sustente preconceitos de qualquer ordem, que promovam a violência ou que estejam em desacordo com o bom senso e as leis brasileiras. Da mesma forma, o Café História poderá suspender membros que publiquem este tipo de conteúdo. Se identificar algum conteúdo ofensivo ou comportamentos inadequados, por favor notifique-nos: cafehistoria@gmail.com"

Creio que se alguma parte do tópico desrespeitar as normas estabelecidas pelo site, o mesmo tem o direito de apagar, até porque nos cadastramos tendo conhecimento das regras do fórum.

Caso não tenha sido desrespeitada em nenhum momento tais regras, sugiro uma conversa direta com o Bruno para averiguar o motivo da exclusão e qual a opinião do mesmo, e que tais opiniões sejam expostas aos outros usuários do Café História, até para sabermos se podemos ou não nos expressar ou qual foi o real motivo da exclusão dos tópicos. 

Ola Tiago,

Se algum conteudo for ofensivo realmente tem der lidado de acordo.

Porem as pessoas estão conversando civilizadamente, debatendo uma versão da história. Isso é suadável, construtivo e necessário. Ninguem pode ofender alguem por praticar o papel de historiador, alias o que todo historiador deveria estar fazendo.

O que acontece no Café é que se alguem questionar a versão oficial do alegado holocausto, o Bruno cai em cima, usa de termos baixos tal como "negacionista" e tenta discreditar os interlocutores. Ele não fala do assunto, mas sim de pessoas, tal com oum professor da UFRJ .

Não existe conversas com o Bruno, ele nao consegue - ele ameaça primeiro, e deleta depois. u mesmo já tive ameaças dele, posso te encaminhar.

Porem vendo o lattus dele e notar quem o apóia aqui (veja na primeira página), e a série de matérias que ele pública sempre coma versão oficial do holocausto e contra a Alemanha , pode levar alguem a questionar quais são as reais intenções do Bruno com o Café.

Abraços

Bem... Dima é um dos fascistas que povoam o Café História. Na verdade, não só acho que Bruno fez certo em retirar o tópico (e olha que existem diversas postagens de fato respeitosas e esclarecedoras do assunto) como expulsar nazi-fascistas como você do Café História. Não dá para vocês utilizarem o discurso de democracia para oprimir, quando, como pano de fundo, vocês defendem uma sociedade ditatorial guiada pelos seus famigerados líderes carismáticos e facínoras. Não se deve confundir liberdade de expressão com liberdade de opressão... Enfim...

facista, facista, facista, nazista, nazista, nazista, .... alias alguem aqui sabe oque nazista ou facista significam?

Quando será o tempo de se falar apenas dos fatos ao invés de tentar difamr o próximo. Na história, como na ciência,são fatos que interessam - ataques pessoais apenas tumultuam o debate.

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Somos tão jovens

Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.

Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.

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