Forum para debate aberto sobre o Holocausto.
O Holocausto tem sido entendido como um evento do qual o governo alemão planejou e executou entre 1939 e 1945 o extermínio de 6 milhões de judeus da europa. De acordo com esse entendimento o extermínio era feito em câmaras de gás em campos de concentração, sendo Auschwitz o principal. Outras versões de extermínio tem sido também apresentadas. As evidências são baseadas quase que totalmente em testemunhas apresentadas pelos vencedores da guerra e difundido pela sua mídia.
Historiadores independentes questionam a total falta de provas e investigações forenses de um evento desse porte e com tanta repercussão para todos. Apesar de sofrerem perseguição política por parte da mídia e do sistema e sendo caluniados por vários têrmos (entre eles de "negacionistas"), o número de historiadores e membros do público que disacreditam ceticamente a versão oficial do alegado holocausto tem crescido acentuadamente.
Este forum visa analisar e discutir ceticamente e independentemente o alegado holocausto e o que se apresenta como provas, sua confiabilidade e veracidade.
Conto com seu respeito pelo assunto e aos participantes evitando o uso de referencias caluniosas (tal como "negacionista") aos outros e concentrando-se no assunto em sí - é simples e produtivo. Aconselha-se também não estimular os diálogos com quem estiver quebrando esta linha.
Membros: 21
Última atividade: 29 Abr
Iniciado por ISRAEL SÉRGIO Marques. Última resposta de ISRAEL SÉRGIO Marques 20 Abr. 2 Respostas 0 Curtiram isto
neste gruposera que olembrar da morte e tabu Continuar
Iniciado por Dima Madureira 3 Jan. 0 Respostas 1 Curtiu isto
Veja o texto abaixo e compare com o que se apresenta como evidências sobre os alegados "Campos de Extermínios".O que voce pode concluir?'Extermination' Camp Propaganda MythsMARK WEBER1. The Camps…Continuar
Tags: de, Extermínio, Campos, revisionismo, exterminacionismo
Iniciado por Dima Madureira 15 Maio, 2012. 0 Respostas 1 Curtiu isto
O trabalho acadêmico sobre o Revisionismo Histórico "Habemus Malleus Holoficarum" é…Continuar
Tags: direito, crime, independente, investigação, historia
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Comentário de Dima Madureira em 29 abril 2013 às 12:05 Ola Reinaldo, seja bem vindo.
Houveram crimes locais, como em toda guerra há. Porem não houve um programda de genocídio (ou holocausto, como preferem os judeus chamaram) de extermínio dde qualquer raça. Não há evidências.
Houve um assassinato em massa de milhares de oficiais poloneses, o Massacre de Katin, que até recentemente era mentirosamente atribuido à Alemanha, e que na verdade foram os bolcheviques (do qual sua liderança e postos chaves da polícia Cheka e emissários ironicamente eram judeus). Hoje os escolares do holocausto, silenciosamente, tiraram esta acusação dos ombros da Alemanha.
As câmaras de gas até hoje não tem prova alguma, como também não há corpos e nenhma documentação que pudesse evidenciar esse alegado processo de "extermínio de milhões" de judeus. O que há são apenas testemunhos, não checados, apresentados pela promotoria do tribunal de Nurenberg - que foi um tribunal totalmente ilegal e pervertido, do início ao fim.
E daí o mito foi criado, massificação dessa informação errada através da mídia que até hoje trabalha para divlgar - veja o show produzido por Sater (judeu). Ele alega que membros de sua família morreu na guerra, mas isso não é holocausto, pois muita gente morreu nessa geurra, acima de tudo os próprios alemães que foram alvo de genocídio (propriamente dito) desde a Primeira Guerra até o pós da segunda - que pouco se fala sobre isso.
O uso de tÊrmos como racismo e ariano, tem de se tomar cuidado, pois naquela época era comum uma nação ser definida por raça. A visão de Hitler sobre raça nunca foi detrimental, como é por exemplo contra os negros no Brasil ou como contra os Palestinos em Israel.
O que Hitler vizava era a deportação dos judeus para suas próprias terras (The Transfer Agreement E Black, Main Kamp A Hitler,...) pois estes tem uma lealdade própria, ao Torah e seus Rabis, que é natural, mas que choca como conceito de nacionalidade dos povos locais. Por isso foi determinado que os Judeus (que em sua grande parte eram imigrantes europeus orientais) deveriam ser levados para a Palestina (ou mais tarde Madagascar). O campo de concentração era apenas um estágio intermediário. O resto é mito, pura alegação.
Sim muita gente morreu, mas a história demonstra ser bem diferente do que se ensina nas faculdades e escolas.
Comentário de Reinaldo Martins Siqueira em 25 abril 2013 às 22:13 O povo judeu foi, sem dúvida, o mais atingido pelo holocausto. Mas, não somente ele. Lá havia de tudo um pouco. Tudo o que não fosse descendente da raça ariana. Foi sim, um crime horrível contra a humanidade. Mas poderia ter sido, senão evitado, pelo menos minimizado. Pelo menos 10 anos antes de iniciar esse assassinato em massa, o governo alemão já deixava claro quais eram suas intenções a respeito do povo judeu e de outros não arianos. Muitos judeus fugiram da Alemanha, na época. Buscaram refúgio nos Estados Unidos, outros países da Europa e pelo mundo afora. Mas, milhões permaneceram. Alguns, por falta de recursos, mas a grande maioria por não acreditar que de fato algo pudesse ser feito contra eles.
Grande parte poderia ter ido embora e escapado desse genocídio anunciado.
E, para piorar as coisas: todo mundo sabia o que estava ocorrendo na Alemanha. A reclusão dos não arianos, os assassinatos nas cidades, vilas e guetos. A pilhagem. Mas, não houve por parte dos governos de então uma tentativa de se evitar ou, pelo menos, minimizar isso.
Cada um buscava preservar seus interesses imediatos. O que acontecia na Alemanha, até então, era problema dos alemães.
Nenhuma guerra é justa. Nenhuma guerra é justificável. Todos perdem. Nesse caso, a 2a.Guerra, na realidade, nada mais foi do que uma continuação da 1a.Guerra Mundial. Basta um olhar mais atento para o panorama vivido então.
Mas, aqui se discute a questão do holocausto. E não os fatos que acabaram por desencadear as guerras - 1a e 2a.
Mas, uma verdade tem que ser dita: o holocausto foi anunciado muito antes de os campos de concentração serem erguidos. Já fazia parte dos discursos eleitoreiros dos nazistas. Vemos essa realidade cruel acontecer nos dias atuais, com outras etnias. E, nada também se faz a respeito. A não ser contar os mortos...
Triste realidade de uma civilização que não aprendeu nada nesses milhares de anos de existência.
Comentário de Dima Madureira em 19 abril 2013 às 19:14 O publicitário britânico Paul Eisen, apesar de membro da comunidade judaica, se tornou um fervoroso defensor do Revisionismo do “Holocausto”. Naturalmente devemos relevar algumas frases de seu discurso, mas ele publicou a verdade fundamental em Londres com grande coragem e dedicação. Como podemos ver a partir de suas publicações na rede, ele é um judeu correto. A 5 de dezembro de 2012, ele fez em seu Blog a seguinte revelação: “Por que eu me denomino um negador do holocausto”.
http://youtu.be/duWwht9GwKY Sera verdade.
Israel Sergio
http://youtu.be/GvvzbBpZux8 Filme para recordar um facto histórico que muitos querem esconder .
Israel.Sergio
Comentário de Ingrid Schmidt em 4 abril 2013 às 13:37 Dima Madureira, você é descendente de alemães ou judeus?
Comentário de Dima Madureira em 3 janeiro 2013 às 14:13 'Extermination' Camp Propaganda Myths
MARK WEBER
1. The Camps[1]
Everyone has heard that during the Second World War German authorities systematically killed many hundreds of thousands of prisoners, especially Jews, in concentration camps.[2] For example, in his closing address to the Nuremberg Tribunal (July 26, 1946), chief British prosecutor Sir Hartley Shawcross said that "more than six million" Jews were killed by the Germans, and that
"[...] murder [was] conducted like some mass production industry in the gas chambers and the ovens of Auschwitz, Dachau, Treblinka, Buchenwald, Mauthausen, Majdanek and Oranienburg."[3]
Some months earlier - in late April and early May 1945 - an American congressional delegation of six US senators and six US congressmen visited three German concentration camps: Dachau, Buchenwald and Nordhausen. In these camps, the American lawmakers concluded in their report, German authorities carried out "a calculated and diabolical program of planned torture and extermination". The delegation's report was published as an official US Senate document. American newspapers gave prominent coverage to the report, which was also a US prosecution exhibit at the main Nuremberg trial.[4]
How valid are such accusations? How have they held up with the passage of time? Before focusing on two of the most important of the German wartime camps - Buchenwald and Bergen-Belsen - we take a quick look at the camp system in general, with an eye to answering these and similar questions. What was the purpose of these camps? How were they administered?
1.1. Abandoned Extermination Claims
Since the end of the Second World War in 1945, many claims about mass killings ...Leia o resto clicando aqui.
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Somos tão jovens
Está em cartaz nos cinemas brasileiras o tão aguardado filme sobre Renato Russo e o começo da Legião Urbana. "Somos tão jovens" é dirigido por Antonio Carlos Fontoura.
Brasília, 1973. Renato (Thiago Mendonça) acabou de se mudar com a família para a cidade, vindo do Rio de Janeiro. Na época ele sofria de uma doença óssea rara, a epifisiólise, que o deixou numa cadeira de rodas após passar por uma cirurgia. Obrigado a permanecer em casa, aos poucos ele passou a se interessar por música. Fã do punk rock, Renato começa a se envolver com o cenário musical de Brasília após melhorar dos problemas de saúde. É quando ajuda a fundar a banda Aborto Elétrico e, posteriormente, a Legião Urbana.
© 2013 Criado por Bruno Leal.
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