Holocausto - Debate Aberto

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Holocausto - Debate Aberto

Forum para debate aberto sobre o Holocausto.

O Holocausto tem sido entendido como um evento do qual o governo alemão planejou e executou entre 1939 e 1945 o extermínio de 6 milhões de judeus da europa.  De acordo com esse entendimento o extermínio era  feito em câmaras de gás em campos de concentração, sendo Auschwitz o principal. Outras versões de extermínio tem sido também apresentadas. As evidências são baseadas quase que totalmente em testemunhas apresentadas pelos vencedores da guerra e difundido pela sua mídia.

Historiadores independentes questionam a total falta de provas e investigações forenses de um evento desse porte e com tanta repercussão para todos. Apesar de sofrerem perseguição política por parte da mídia e do sistema e sendo caluniados por vários têrmos (entre eles de "negacionistas"), o número de historiadores e membros do público que disacreditam ceticamente a versão oficial do alegado holocausto tem crescido acentuadamente.

Este forum visa analisar e discutir ceticamente e independentemente o alegado holocausto e o que se apresenta como provas, sua confiabilidade e veracidade.

Conto com seu respeito pelo assunto e aos participantes evitando o uso de referencias caluniosas (tal como "negacionista") aos outros e concentrando-se no assunto em sí - é simples e produtivo. Aconselha-se também não estimular os diálogos com quem estiver quebrando esta linha.

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Tags: de, Extermínio, Campos, revisionismo, exterminacionismo

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Tags: direito, crime, independente, investigação, historia

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Comentário de ISRAEL SÉRGIO em 15 novembro 2012 às 8:58
Comentário de israel SÉRGIO Marques 1 segundo atrás Excluir comentário
O INÍCIO DO HOLOCAUSTO

Eis como vejo o holocausto em termos históricos e lógicos na Europa que se procurava organizar depois da Primeira Grande Guerra, o anti-semitismo era uma realidade em diversos países mas assumiu uma expressão mais significativa na Alemanha, em particular após a ascensão ao poder de Adolf Hitler e na sequência das ideias que este havia defendido no livro que escreveu “Mein Kampf”.
No dia 1 de Abril de 1933, sob a direcção e orientação do editor de jornal e um dos principais propagandistas do nacional-socialismo e do anti-semitismo, Julius Streicher, os nazis organizaram um dia de boicote a todas as lojas e negócios pertencentes a judeus na Alemanha.
Essa política ajudou a criar junto da população alemã um ambiente propiciador a actos de anti-semitismo que viriam a culminar no Holocausto.
Em poucos anos, as empresas pertencentes a famílias de origem judia foram fechadas, os judeus eram confinados a zonas determinadas (os tristemente célebres “guetos”) ou eram assassinados durante as invasões que se seguiram durante a 2.ª Guerra Mundial através de um processo brutal que visava comunidades inteiras.
Em 15 de Setembro de 1935, na cidade de Nuremberga, seriam aprovadas as leis raciais que se traduziram numa espécie de “morte civil” para os cidadãos de origem hebraica os quais foram privados de cidadania.
Na noite de 9 para 10 de Abril de 1938, ocorreu a tristemente famosa Noite de Cristal (“Kristallnacht”) com a destruição de todas as sinagogas do país e a política de reclusão da população judia em campos de concentração ou nos famigerados guetos.
Em 1939, todas as pessoas de origem hebraica com mais de seis anos de idade tinham de exibir em público a Estrela de David, como forma da sua identificação infamante.
Em Janeiro de 1942, durante a Conferência de Wannsee, viria a ser discutida a Solução Final da Questão Judaica que se traduziu no envio sistemático de milhões de judeus para os campos de concentração ou de extermínio onde foram montadas verdadeiras “fábricas da morte” (Auschwitz-Birkenau, Belzec, Chelmno, Majdanek, Maly Trostenets, Sobibor e Treblinka II).
Para a dignificação da Justiça, ficaram as palavras do Juiz Robert E. Jackson, um dos membros do Tribunal de Justiça Nuremberga, que, perante as críticas dos acusados e as pressões dos vencedores, afirmou: “Não vamos julgá-los por terem perdido a guerra, mas sim por a terem iniciado”.
O julgamento de Nuremberga dividiu os juristas mas os seus princípios vieram a ser acolhidos pela Organização das Nações Unidas, em sinal de lembrança para um futuro que não se deveria repetir mas que esta a voltar e espalhar pela Europa de novo no meio de greves e revoltas da crise Mundial que açola as nossas vidas
Pois como afirmou Primo Levi, sobrevivente de Auschwitz, “aconteceu, logo pode voltar a acontecer”.
Israel.Marques.
Comentário de marcelo raul em 23 setembro 2012 às 13:29

 El Holocausto mencionado arriba como el ocurrido en las cámaras de gas en Auschwitz,es la culminación de un proceso que comenzó en 1933 mas exactamente el 1° de Abril con el boicot a los comercios judíos en toda Alemania ,pasando por los carteles alusivos a la presencia de los mismos en lugares publicos a lo largo del regimen nazi,las leyes raciales de Nuremberg de 1935,la noche de los Cristales Rotos.Pero debemos ver con mas imprtancia el programa T4 donde comenzó el empleo en forma digamos rudimentarias de las cámaras de gas en clínicas como Hadamar ,y el Holocausto de las Balas(1941)que fueron los puntos de partida para el desarrollo de las fabricas  de  la muerte como fu el campo mencionado al principio ya que es la culminación definitiva y mas refinada del exterminio que tuvo su puntapié en la famosa conferencia de WANNSEE ,con todo  esto si debemos criminalizar el mismo por que fue una planificación premeditada de parte de los lideres nazis y no podemos tener una actitud revisionista negativa por que las pruebas saltan  a simple vista.

Comentário de Dima Madureira em 10 junho 2012 às 19:31

Israel(?),

Tem sido escritos e publicados muitos textos reacionários à pesquisa histórica, para obstruir o curso da história.

Tipicamente esses textos focam em discreditar os que executam os trabalhos historiográficos honestos de quem pesquisa o alegado mito do holcausto. Veja exemplo no seu texto do judeu Reuven Faingold (apresentado abaixo).

Esses textos misturam eventualmente alguem ou algum assunto que não tem crédito com os nomes dos historiadores e depois generalizam todos afim de que os leitores percam o seu interesse em ler os trabalhos realmente sérios.

A tática desses textos é caluniar os historiadores e cientistas revisionistas, mas ao mesmo tempo não trazem nenhuma evidência de suas próprias afirmações.

Como eles tem tido pouco sucesso em segurar a pesquisa da verdade histórica feita pelos revisionistas, pois ninguem segura a verdade por muito tempo, eles tentam tutmultuar os debates seja com textos mal escritos, repetitivos, e se não da certo eles tentam acusar suas vítimas de anti-semitas e racistas, e por final conseguindo expulsar os verdadeiros historiadores do forum.

Muitos leitores tem acordado para essas táticas típicas de contra informação e hoje simplemente conseguem identificar e ignorar tais textos.

O Holocausto deve ser discutido seriamente e independentemente, desde a sua definição até a propagação do mito, seu contexto e os interessados.

Comentário de ISRAEL SÉRGIO em 2 junho 2012 às 10:13
Shoá:

Revisão ou negação: o “mito dos seis milhões” por Prof. Reuven Faingold

Foto Ilustrativa
Edição 71 - abril de 2011

A 2a guerra mundial acabou em 1945. O mundo assistiu as atrocidades cometidas pelos nazistas contra o povo judeu. No entanto, nos bastidores, a versão oficial da história vem sendo refutada por certos grupos. Trata-se de uma nova forma, distorcida, diga-se, de interpretar o holocausto: o revisionismo histórico ou negacionismo.

O “Mito dos seis milhões”

Numa cinzenta manhã de 1944, o poeta e pedagogo Itzhak Katzenelson foi conduzido às câmaras de gás em Auschwitz. Pouco tempo antes de morrer, registrou a seguinte frase: No futuro, os nazistas negarão todas suas culpas e, pior ainda, haverá pessoas que acreditarão na sua inocência”.                                         Esta afirmação de Katzenelson é uma profecia que se concretizou, surgindo a afirmação de que o genocídio de judeus durante a 2ª Guerra nunca aconteceu, .
A maioria dos negacionistas sugerem, ou afirmam abertamente, que o Holocausto é uma farsa surgida de uma conspiração judaica para sobrepor o interesse dos judeus às custas de outros povos. Por esta razão, a negação do Holocausto é geralmente vista como uma teoria anti-semita.

Pouco depois de encerrada a 2a Guerra, publica-se na Suíça a primeira de uma longa série de “obras” que pretendem minimizar o Holocausto, isentar a cúpula nazista da responsabilidade pelo genocídio, negando inclusive o significado da “Solução Final” do Povo Judeu. Dessa forma, nascia o “mito dos seis milhões”, uma teoria que visava difundir a idéia de que o Holocausto não passava de uma invenção dos judeus para justificar a criação do Estado de Israel, em 1948.

O número de trabalhos publicados com o objetivo de questionar o Holocausto é enorme. A maioria dos autores dos mesmos obteve seus títulos universitários de forma duvidosa ou ilegítima.

Os primeiros textos questionando a existência do Holocausto foram redigidos pelo prisioneiro comunista Paul Rassinier, deportado a trabalhos forçados em Buchenwald. Seu livro, Debunking the Genocide Myth (Desmascarando o mito do Holocausto), citado com assiduidade, converteu-se em best-seller, disseminando-se com rapidez nos círculos da escola revisionista.

No entanto, há quem supere Rassinier nos argumentos. Arthur R. Butz é um engenheiro que trabalha como docente numa universidade dos EUA. Pesquisa o Holocausto, demonstrando um falso cientificismo, principalmente aos olhos daqueles para quem um acadêmico é sempre uma autoridade, mesmo quando se dedica a estudar assuntos que pouco ou nada têm a ver com sua área de especialização.

Comentário de ISRAEL SÉRGIO em 13 março 2012 às 20:22

http://youtu.be/3palHZ2q7iM  ok boa leitura  se nao gostarem digam eu apago ok

Comentário de ISRAEL SÉRGIO em 12 março 2012 às 19:20

http://youtu.be/9UBOzbYdd8Q        agora basta ver e ponderar  se nao gostarem comentem que eu retiro nao gosto de encomodar

Israel.Marques

Comentário de ISRAEL SÉRGIO em 12 março 2012 às 18:55

ok gostei da chamada decatenção e um bom cartao de boas vindas mas postei no  debate aberto la tem as fotografias mas se e encomodo posso retirar o que postei

Comentário de Dima Madureira em 12 março 2012 às 17:18

Mas continunado sobre o seu texto, mesmo do jeito que está, lembre-se que ele se refere a uma utoridade da parte vencedora da guerra, Eisenhower - que tem seus próprios interesses. A história, que foi escrita pela parte vencedora, nunca foi oficialmente revista por uma terceira parte, uma parte independente.

Porem este presidente americano, que é quotado nesse texto como estar interessado de produzir a prova de algo, jamais forneceu uma foto sequer das alegadas câmaras de gas e de algum documento que demosntre que um projeto de genocídio em escala industrial foi feito. Ele simplesmente mostrou fotos de gente em condições precárias e cadáveres que ao finalda guerra estava se amontoando devido a infraestrutura alemã destruida pelos aliados e que junto com a falta de soldados não tinha condições de manter os campos em condições sanitárias normais.

Esse campo que Eisenhower entrou, como tambem todos os outros campos que os americanos entraram, que eram os estabelecidos em território alemão, foram mais tarde descriminalizados, até pelos escolares proponenentes do alegado holocausto, retirando qualquer menção de genocídio ou câmara de gas.

Mesmo assim, a afirmação inicial de Eisenhower é repetida como ma verdade até hoje, como esse texto que voce posta o faz.

O curioso é que os outros campos, os que estavam fora do território alemão, passaram a ser então os que praticavam o genocídio. Coincidentemente esses campos foram os que soviéticos comunistas entraram, e que até recentemente os documentos coletados forma mantidos como segredo ede estado. Porque, se eles poderiam mostrar serem a provas definitivas e acabar com esse debate?

David Irving, Rudolf e Butz descobriram recentemente o porque, depois que os arquivos se tornaram públicos em Moscou: Simplesmente porque não há uma simples evidência que o tal genocídio tenha existido, o assassinato em massa de judeus em camara de gás.

Precisá-se pesquisar documentos e não referencias de vencedores de guerra apenas, ou livros escritos na época baseados apenas nso press releases dos departamentos de propaganda psicológica de guerra dos aliados.

Comentário de Dima Madureira em 12 março 2012 às 16:55

Olá Sérgio,

Seja bem vindo.

Por favor ponha o conteudo em texto e em caixa simple, fica mais fácil de ler e de acessar as referencias fotogáficas que menciona.

Do jeito que se encontra o sua mensagem se encontra como um texto sem sentido.

Abraços

Comentário de Dima Madureira em 19 fevereiro 2012 às 19:41

RECOMPENSA

Para quem tem provas concretas que houve um programa de Hitler para o extermínio dos judeus da europa. Que houveram camara de gas com fim de matança de pessoas nos campos de concentração.

É possivel recompensas milionárias para quem trouxer provas forenses incontestáveis.

 
 
 

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